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sábado, 30 de abril de 2016

Se já houvesse surf na Nazaré no tempo de D. Fuas Roupinho...

Indecisos se haviam de se impressionar com a onda gigante ou com resto, os surfistas até se passavam!

sexta-feira, 1 de abril de 2016

quarta-feira, 2 de março de 2016

Celebrações da Palavra

Em alguns lugares, a equiparação da Celebração da Palavra à Missa ganhou proporções pateticamente descabidas.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Milho a secar em plena estrada na Teixeira (Arganil)

Devidamente sinalizado!...
Há coisas que só na serra!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Está tudo dito!...

Algures na fronteira entre o Colmeal e os Cepos... Bem vindos a Arganil!

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

"A nossa prioridade são as pessoas"

Pelo menos é o que dizem todos os caixotes do lixo em Oliveira do Hospital.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O novo acordo ortográfico e o reaccionário que há em cada um de nós

Não gosto do novo acordo ortográfico. Temos pena, mas não gosto, e, já que a nossa sociedade se gaba se ser tão pluralista, então tem que me aceitar assim…
Porém, sempre que falo no assunto, quase sempre os meus interlocutores me devolvem: “eu também não!”. Surpreendido (ou talvez não), vou encontrando cada vez mais pessoas em desacordo com o acordo. Vidas reais de pessoas que vivem o drama de serem obrigadas (por trabalharem em instituições públicas, por exemplo) a escrever de uma forma que lhes causa aversão, ou então outros que se podem dar ao luxo de, pura e simplesmente, dizer que continuam a escrever como sempre escreveram, venha quem vier e doa a quem doer!
Será que os meus interlocutores são todos reaccionários? Ou será que há um sentimento mais amplo de ruptura com as modernices e o “português antigo” promete continuar actual?
Talvez haja um um reaccionário em cada um de nós...
Novo acordo ortográfico? Solta o reaccionário que há em ti!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Onde o Judas perdeu as botas

Eu já estive lá, onde Judas perdeu as botas!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Se tu visses o que eu vi

No nosso café do Poço da Cruz, o anúncio:
"Excursão ao Algarve. Bom programa com excepção do segundo dia"...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Manual de sobrevivência para totós

Texto apresentado por João Henriques (patrulha 4) no “Dia Fora” do Acaférias 2011

Prefácio

Com o intuito de permitir que uma maior variedade de pessoas, mesmo sem treino prévio, consiga sobreviver nas mais adversas condições terrestres, foi criado este manual. Com uma linguagem de fácil compreensão, este manual vem no seguimento da colecção “Para Totós”, do original em inglês “For Dummies”.

Esperamos somente que não percam o manual no caso de se encontrarem nalguma situação de sobrevivência.


Capítulo I

Sobrevivência na selva

A selva é uma espécie de “Caixa de Pandora” de perigos fatais à sobrevivência de qualquer um, mesmo o mais bem treinado. Quem lá entra raramente sai. Assim, é necessário que este capítulo seja lido com a maior atenção possível e, de preferência, relembrado todas as noites antes de ir dormir.

1. Não pisar a caca dos bichos.

2. Se vir um macaco, comporte-se como ele.

3. Lembre-se que até o mais pequeno animal pode representar um perigo à sua sobrevivência. “As iludências aparudem.”

4. Quando um animal começar a olhar para si e a salivar, não se mexa. Corra somente em último recurso.

5. Mantenha a calma.

6. Não vista fralda nem se arme em Tarzan a saltar de liana em liana e à espera que a Jane lhe vá dar uma beijaça.

7. Faça silêncio e mantenha-se atento.


Capítulo II

Sobrevivência na savana

A grande vantagem de sobreviver na savana em relação a sobreviver na selva é o facto de os grandes predadores, como leões, chitas, ligres, leôncios, leonardos, leopoldos e leopildos, preferirem caçar zebras, impalas, elibúfalos e zebríus.

1. Não pisar a caca dos bichos.

2. Subir às árvores só serve para fugir de leões.

3. Se for mais alto que uma hiena, esta não o atacará.

4. Se aparecer uma chita, morda-lhe na orelha.

5. Se um hipopótamo o estiver a espreitar com o focinhito fofo de fora, não pense que ele quer algum tipo de amizade.

6. Cuidado com os que se escondem entre as ervas. Só o querem atacar.


Capítulo III

Sobrevivência no deserto

O deserto… Quente de dia, frio de noite. Areia, tempestades, animais venenosos e… nada de água. Como se pode sobreviver neste clima?

1. Não pisar a caca dos bichos.

2. Não dispa a camisola. Assim irá prevenir que a água da transpiração se evapore tão facilmente.

3. Evite comer. A água é gasta nos processos de digestão.

4. Os cactos podem parecer feios e ter picos, mas, no seu interior, têm grandes quantidades de água.

5. Cuidado com os escorpiões e cobras venenosas. Podem aparecer em qualquer momento no seu caminho.


Capítulo IV

Sobrevivência na sociedade

Este é, talvez, o ambiente mais agreste e mais propício à concorrência entre indivíduos da mesma espécie. Trata-se de um canibalismo não usual, que não envolve antropofagia mas sim inveja, desentendimentos, agressividade e exclusão de alguns indivíduos.

1. Não pisar a caca dos bichos.

2. Mantenha a calma, não se enerve.

3. Se vir um macaco, não se comporte como ele.

4. Lembre-se: Deus deu-lhe dois ouvidos mas apenas uma boca. Isto diz muito sobre quanto devemos ouvir e quanto devemos falar.

5. Dê-se bem com toda a gente. Nunca se sabe quando pode vir a precisar da ajuda de alguém com quem se dá pior.

6. Não se guie pelas aparências. “As iludências aparudem”.

7. Não vista fralda nem se arme em Tarzan a saltar de liana em liana e à espera que a Jane lhe vá dar uma beijaça.

8. Cuidado com aqueles moços que, quando bebem vinho, deixam uma marca de batom no copo.

9. Não magoes o outro se não queres que o outro te magoe.

10. Cuidado com as cobras e outros animais venenosos. Podem aparecer em qualquer momento no seu caminho.

11. E, por último mas não menos importante, vive! Agarra a Vida!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Contradições de hoje

Nestes tempos hipócritas um Padre não pode chegar à soleira da porta da igreja e abrir a boca para bocejar porque isso é um atentado contra a liberdade religiosa e contra o Estado laico.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Irrupções do insólito no quotidiano

Algures nos arredores de Coimbra, chegamos a certa rotunda e encontramos estas placas.
E ficamos a saber que devemos conturnar a rotunda, mas perguntamo-nos: Centro de quê?
Entremos na rotunda e dêmos uma voltinha para vermos a placa pelo outro lado e descobrirmos...
Ah! Centro de Saúde!
Afinal até nem era nada de muito importante...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Se tu visses o que eu vi!

Mas é que vi mesmo! E fotografei tal e qual, não é montagem! Aconteceu nas Secarias!
Afinal, podemos atravessar ou não? É que é por causa de hesitações destas que as pessoas e os gatos são atropelados...

domingo, 18 de outubro de 2009

Um bicho feio

Um bicho feio
Do nada aparece.
Porque o receio?
Malvado parece!
Mas não é verdade:
Na realidade,
Amizade me oferece.