<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796</id><updated>2012-01-14T11:21:29.114Z</updated><category term='Música'/><category term='Pastoral'/><category term='Liturgia'/><category term='Humor'/><category term='Fotografia'/><category term='Reflectindo'/><category term='Acaférias'/><category term='Artes plásticas'/><category term='Poesia'/><category term='Teologia'/><category term='Dissertação de mestrado'/><title type='text'>Arganilando</title><subtitle type='html'>Para arganilar à vontade, sem grandes preocupações com as audiências.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>62</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5472452606237894826</id><published>2012-01-14T11:20:00.000Z</published><updated>2012-01-14T11:21:29.123Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Igreja e maçonaria</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Para que não restem dúvidas, digamos desde já que a maçonaria é incompatível com fé cristã. Porquê?&lt;br /&gt;Porque a fé cristã é uma fé num Deus pessoal; a maçonaria, mesmo quando afirma que há “um Ser Superior”, uma Inteligência, ou uma espécie de relojoeiro do universo, está sempre a confessar um deus impessoal, vago, genérico… os maçons, mesmo quando não são propriamente ateus, na prática acabam por pouco ou nada se distinguir dos ateus porque, de facto, a maçonaria nega sempre, nos seus pressupostos, no seu pensamento e na sua acção, o Deus que Se revela pessoalmente. O nosso Deus, porém, não só Se revela pessoalmente como encarna, vive a nossa vida, morre e ressuscita para nossa salvação, e isso é inconcebível para a filosofia maçónica.&lt;br /&gt;Por isso, “Um católico, consciente da sua fé e que celebra a Eucaristia não pode ser maçon. E se o for convictamente, não pode celebrar a Eucaristia”, diz a Nota Pastoral de D. José Policarpo publicada em 2005.&lt;br /&gt;Para a maçonaria, o fundamento da verdade não é a Revelação, mas apenas a razão natural. Diz D. Policarpo: “A Maçonaria não é um ateísmo, pois admite um “deus da razão”. Exclui qualquer revelação sobrenatural, fonte de verdades superiores ao homem, porque têm a sua fonte em Deus, não aceitando a objectividade da verdade que a revelação nos comunica, caindo na relatividade da verdade a que cada razão individual pode chegar, fundamentando aí o seu conceito de tolerância. A Igreja também aceita a tolerância, mas em relação às pessoas e não em relação à objectividade da verdade. […] A Maçonaria, sobretudo em algumas das suas “obediências”, lutará sempre contra valores inspiradores da sociedade que tenham a sua origem na dimensão sobrenatural da nossa fé.”&lt;br /&gt;A declaração de 26 de Novembro de 1983 da Congregação para a Doutrina da Fé diz: “Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçónicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçónicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão.”&lt;br /&gt;Uma vez mais, descobrimos que ser cristão não é apenas ter uns valores morais ou apenas aceitar que exista “qualquer coisa”. Os maçons que dizem ser, ao mesmo tempo, cristãos e até católicos estão, portanto, gravemente enganados e a induzir outras pessoas em erro. Como disse alguém da nossa praça: “Ou se é maçon, o que é uma pena, ou se é católico.”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5472452606237894826?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5472452606237894826/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5472452606237894826' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5472452606237894826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5472452606237894826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2012/01/igreja-e-maconaria.html' title='Igreja e maçonaria'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-4655373518730806851</id><published>2012-01-07T22:48:00.000Z</published><updated>2012-01-07T22:49:56.238Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>“Fora da Igreja não há salvação”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ao celebrar a Epifania (festa da manifestação de Deus a todos os povos) pode ser oportuno meditar sobre aquela frase (por vezes um pouco polémica) que diz: “fora da Igreja não há salvação”.&lt;br /&gt;Esta é uma verdade da nossa fé que causa dúvidas e dificuldades a muitas pessoas que não a conseguem compreender.&lt;br /&gt;Porém, a Igreja desde o início que tem consciência de ser sacramento universal de salvação e que fora dela não há salvação. “Então só os que pertencem à Igreja é que se salvam?”, perguntam muitas pessoas.&lt;br /&gt;Talvez possamos compreender melhor se tivermos em conta que Cristo é o único Salvador e que fora dEle não há qualquer hipótese de salvação: “Ninguém vai ao Pai senão por Mim” (Jo 14, 6). Na verdade, Cristo é a Cabeça da Igreja e é na Igreja que Cristo Se faz presente. O nº 171 do Compêndio do Catecismo da Igreja Católica explica que a afirmação “Fora da Igreja não há salvação” significa que &lt;em&gt;“toda a salvação vem de Cristo-Cabeça por meio da Igreja, que é o seu corpo. Portanto não poderiam ser salvos os que, conhecendo a Igreja como fundada por Cristo e necessária à salvação, nela não entrassem e nela não perseverassem. Ao mesmo tempo, graças a Cristo e à sua Igreja, podem conseguir a salvação eterna todos os que, sem culpa própria, ignoram o Evangelho de Cristo e a sua Igreja mas procuram sinceramente Deus e, sob o influxo da graça, se esforçam por cumprir a sua vontade, conhecida através do que a consciência lhes dita.”&lt;/em&gt; (consultar também os nºs 846 a 848 do Catecismo da Igreja Católica).&lt;br /&gt;Muitos não-católicos sofrem de uma ignorância em relação à Revelação e à Igreja causada pela fragilidade dos meios de comunicação, pela ineficiência da evangelização e por barreiras muitas vezes insuperáveis (barreiras intelectuais, psicológicas, culturais, sociais, religiosas…); se realmente não tiverem culpa dessa sua ignorância poderão também ser salvos mas só se procurarem sinceramente Deus e se esforçarem por cumprir a Sua vontade.&lt;br /&gt;Em dia de Epifania, recordamos que a missão da Igreja no nosso tempo consiste em ser uma manifestação autêntica de Cristo, de modo que todos reconheçam no testemunho da Igreja o testemunho perene do Evangelho de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(Publicado no Astrolábio)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-4655373518730806851?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/4655373518730806851/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=4655373518730806851' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/4655373518730806851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/4655373518730806851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2012/01/fora-da-igreja-nao-ha-salvacao.html' title='“Fora da Igreja não há salvação”'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-7698766107917841248</id><published>2011-11-14T16:13:00.001Z</published><updated>2011-11-14T16:16:28.229Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Todos os Santos e Todos os Fiéis Defuntos</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5Ctmn%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CUsers%5Ctmn%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CUsers%5Ctmn%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val=""&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:"Cambria Math";  panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:roman;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face  {font-family:Calibri;  panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:swiss;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-unhide:no;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  margin-top:0cm;  margin-right:0cm;  margin-bottom:10.0pt;  margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:Calibri;  mso-fareast-theme-font:minor-latin;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;  mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault  {mso-style-type:export-only;  mso-default-props:yes;  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:Calibri;  mso-fareast-theme-font:minor-latin;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;  mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault  {mso-style-type:export-only;  margin-bottom:10.0pt;  line-height:115%;} @page Section1  {size:420.95pt 595.3pt;  mso-page-orientation:landscape;  margin:3.0cm 70.9pt 3.0cm 70.9pt;  mso-header-margin:35.45pt;  mso-footer-margin:35.45pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Todos os dias são dia de um santo, mesmo que seja um santo pouco conhecido. Mas, para além desses santos, que têm as suas imagens nos altares e de quem conhecemos o nome e a vida, há toda uma multidão de pessoas que já tiveram uma vida de acordo com o Evangelho e já estão no Céu com Deus sem nós sabermos e sem lhe conhecermos o nome. Quem sabe se alguns até seriam da nossa terra, das nossas famílias ou até nossos conhecidos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;No dia de Todos os Santos, a Igreja louva a Deus por todos esses santos “anónimos”, de quem não temos notícias mas que são santos porque já estão com Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;Se no dia de Todos os Santos recordamos aqueles que já chegaram junto de Deus, no dia seguinte, dia 2 de Novembro, recordamos todos aqueles que já faleceram e ainda não tiveram a felicidade de chegar ao Céu, como os santos, mas que para lá caminham. Recordamo-los e rezamos por &lt;b style=""&gt;todos&lt;/b&gt; eles, principalmente por aqueles de quem ninguém se lembra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5Ctmn%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val=""&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:"Cambria Math";  panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:roman;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face  {font-family:Calibri;  panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:swiss;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-unhide:no;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  margin-top:0cm;  margin-right:0cm;  margin-bottom:10.0pt;  margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:Calibri;  mso-fareast-theme-font:minor-latin;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;  mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault  {mso-style-type:export-only;  mso-default-props:yes;  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:Calibri;  mso-fareast-theme-font:minor-latin;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;  mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault  {mso-style-type:export-only;  margin-bottom:10.0pt;  line-height:115%;} @page Section1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;1 e 2 de Novembro não são dias dedicados à morte, mas sim à esperança feliz da Ressurreição e da Vida!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-7698766107917841248?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/7698766107917841248/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=7698766107917841248' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/7698766107917841248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/7698766107917841248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2011/11/todos-os-santos-e-todos-os-fieis.html' title='Todos os Santos e Todos os Fiéis Defuntos'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-6673114763572063015</id><published>2011-08-18T09:13:00.002+01:00</published><updated>2011-08-18T09:16:43.674+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Saudação a Nossa Senhora do Mont'Alto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Saudação&lt;em&gt; a Nossa Senhora feita na esplanada do Santuário do Mont’Alto no dia 15 de Agosto de 2011, no final&lt;/em&gt; da procissão de velas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhora do Mont’Alto&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais um ano passou e aqui estamos mais uma vez aos teus pés.&lt;br /&gt;Porque é que viemos? Por tradição? Não! Queremos estar aqui por fé verdadeira, e não para cumprir tradições vazias. Os fariseus, esses sim, é que são agarrados às suas tradições. Mas nós queremos estar aqui de coração sincero e com fé verdadeira.&lt;br /&gt;Isso é difícil, Mãe. É difícil estar aqui com fé verdadeira e convicta, porque, muitas vezes, temo apenas religião e falta-nos a fé. Temos religião a mais e Fé a menos!&lt;br /&gt;Hoje estamos aqui, Senhora do Mont’Alto, talvez porque temos recordações de infância, sentimentos e afectos que nos impelem irresistivelmente para junto de Ti, para estarmos aos teus pés hoje, aqui, a esta hora. Estamos aqui porque sabemos que és Mãe. E bem sabes como precisamos de uma Mãe!&lt;br /&gt;Viemos aqui, junto de Ti. Precisámos de parar para escutar o que tens para nos dizer esta noite.&lt;br /&gt;Na nossa vida percorremos muitos caminhos diferentes. E buscamos a liberdade. Mas, o que é a liberdade? Será que somos livres? Esses nossos caminhos, que percorremos ao longo do ano, muitas vezes são caminhos vazios. Quer sejamos jovens quer sejamos velhos, vivemos, cada um conforme a sua idade, uma ilusão de “eterna juventude”. Novos ou velhos, vivemos uma “eterna juventude” que não existe!&lt;br /&gt;É a “eterna juventude” de quem não querer ser velho. O medo da velhice, que não é outra coisa senão medo da morte. Porque afinal talvez a vida que vivemos ainda não seja a vida autêntica que Deus quer para nós. Talvez seja uma vida superficial e vazia, por isso, cria-se a ilusão de um permanente rodopiar, para se esquecer que se envelhece.&lt;br /&gt;É a “eterna juventude” dos jovens sem perspectivas. São tantos nas nossas terras! Olha, Senhora do Mont’Alto, para os nossos jovens e abençoa, principalmente, os que vivem sem entusiasmo… incapazes sequer de escolher um futuro… Os jovens a ver a vida passar… Os que escolhem um curso qualquer porque a nota não dá para outra coisa… ou simplesmente porque importa pouco ser este ou aquele. Os jovens que vivem o mito da “eterna juventude” que é apenas presente sem futuro. Mostra-lhes, Mãe, que a vida autêntica é mais do que a passividade de ver a vida a passar!&lt;br /&gt;Os nossos jovens… eles é que nem imaginam aquilo que estão a perder (a perder!) longe do teu Filho!... Se eles soubessem… Eles os jovens, mas também os adultos, os pais deles…&lt;br /&gt;Mãe, nós chegámos aqui porque esquecemos o mais importante. Mas sabemos que esse “mais importante” que esquecemos é algo Tu, Mãe, nos podes dar. E por isso é que viemos aqui. Esse “mais importante” tens-l’O aí ao colo: Jesus Cristo, o único capaz de nos salvar dos falsos mitos da “eterna juventude” e de nos dar a Vida autêntica.&lt;br /&gt;Na ânsia de conquistar a liberdade, quisemos, tantas vezes, libertar-nos de Deus, em Quem vimos um tirano. Mas, afinal, agora descobrimos que não conquistámos liberdade nenhuma com isso: fomos, antes, conquistados por prisões e vícios dos quais agora só dificilmente nos libertaremos.&lt;br /&gt;Mãe, tantas vezes vamos na conversa dos que querem fazer da nossa fé uma peça de museu, dos que querem Deus e tudo o que Lhe diz respeito exposto numa bela vitrina, apreciado como um bela obra de arte arqueológica e perfeitamente inofensiva, sem incomodar ninguém e sem fazer mossa na vida de ninguém. Tantas vezes fizemos da nossa fé uma simples tradição, que cumprimos “porque é tradição”, mas sem nos incomodar e sem fazer mossa na nossa vida. E também isto é superficialidade. Faz-nos viver de forma autêntica, Mãe, faz-nos viver a sério!&lt;br /&gt;Mãe, abençoa os casais, abençoa as famílias. Faz-nos redescobrir a beleza da fidelidade, das coisas que permanecem. Do que vale a pena, do que é autêntico e não superficial. Dantes pensávamos que as coisas que são para toda a vida eram um fardo, uma seca. Achámos que era preciso sermos algo a que chamávamos “moderno”. Agora, Mãe, descobrimos que não temos que ser fiéis nem ao que é modernos nem ao que é antigo, mas apenas ao Eterno. Tudo o resto passa, tudo o resto é fútil e banal… tudo o resto não vale a pena…&lt;br /&gt;Mãe, abençoa as empresas e todos os que nelas trabalham; as autoridades e todos que têm responsabilidades. Para que o nosso mundo não seja lugar de competição feroz. O teu Filho e nosso Irmão Jesus disse que devíamos ser mansos como as pombas e prudentes como as serpentes. Que, com a tua bênção, não sejamos o contrário: que, com a tua bênção, não sejamos venenosos como as serpentes e superficiais como aves; espertos para o que não interessa e distraídos das coisas que nos dariam uma vida autêntica.&lt;br /&gt;Mãe, por mais um ano te pedimos: abençoa-nos a todos, novos e velhos, famílias, escolas, trabalhadores. Abençoa, principalmente, os teus filhos que andam dispersos: chama-os de novo! Alguns estão aqui hoje. Não vêm todos os dias, vêm só hoje… Vêm porque há lá dentro uma torcida que ainda fumega; mas que é preciso voltar a acender com toda a força! Por isso, chama-os de novo. Não só hoje, mas todos os dias.&lt;br /&gt;Abençoa-nos por mais um ano, hoje, nesta esplanada cheia de luzes, cheia de tantos peregrinos que vêm de tantos lugares.&lt;br /&gt;Abençoa-nos, porque és Mãe.&lt;br /&gt;Assim seja.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-6673114763572063015?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/6673114763572063015/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=6673114763572063015' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6673114763572063015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6673114763572063015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2011/08/saudacao-nossa-senhora-do-montalto.html' title='Saudação a Nossa Senhora do Mont&apos;Alto'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-6886982185761824550</id><published>2011-08-14T00:37:00.003+01:00</published><updated>2011-08-14T00:39:53.637+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acaférias'/><title type='text'>I want to break free!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Quem já assumiu algumas responsabilidades sabe que a liberdade é uma questão de coragem. Há momentos em que a liberdade autêntica está tão longe de “fazer o que apetece”! Tão longe!&lt;br /&gt;Liberdade é ter CORAGEM para tomar as atitudes certas, mesmo que doa. Quer doa aos outros, quer nos doa a nós. Porque quem tem responsabilidades sabe que tudo na vida tem consequências. De facto, nem toda a gente sabe que cada escolha que faz tem as suas consequências. Até não escolher tem consequências!&lt;br /&gt;Ser livre é ser capaz de tomar decisões que, embora sejam as necessárias, são pouco populares. Quem é livre toma essas decisões mesmo sabendo que alguns o hão-de criticar, às vezes até mentido.&lt;br /&gt;Mas, quando temos essa coragem, quando sabemos as consequências das coisas e somos capazes de evitar o pior, que sensação de liberdade! Liberdade autêntica! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-6886982185761824550?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/6886982185761824550/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=6886982185761824550' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6886982185761824550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6886982185761824550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2011/08/i-want-to-break-free.html' title='I want to break free!'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-8897076291856529587</id><published>2011-08-12T14:44:00.009+01:00</published><updated>2011-08-18T23:48:41.332+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acaférias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Manual de sobrevivência para totós</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Texto apresentado por João Henriques (patrulha 4) no “Dia Fora” do Acaférias 2011&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Prefácio&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com o intuito de permitir que uma maior variedade de pessoas, mesmo sem treino prévio, consiga sobreviver nas mais adversas condições terrestres, foi criado este manual. Com uma linguagem de fácil compreensão, este manual vem no seguimento da colecção “Para Totós”, do original em inglês “For Dummies”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esperamos somente que não percam o manual no caso de se encontrarem nalguma situação de sobrevivência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Capítulo I&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Sobrevivência na selva&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A selva é uma espécie de “Caixa de Pandora” de perigos fatais à sobrevivência de qualquer um, mesmo o mais bem treinado. Quem lá entra raramente sai. Assim, é necessário que este capítulo seja lido com a maior atenção possível e, de preferência, relembrado todas as noites antes de ir dormir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. Não pisar a caca dos bichos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. Se vir um macaco, comporte-se como ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. Lembre-se que até o mais pequeno animal pode representar um perigo à sua sobrevivência. “As iludências aparudem.”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;4. Quando um animal começar a olhar para si e a salivar, não se mexa. Corra somente em último recurso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;5. Mantenha a calma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;6. Não vista fralda nem se arme em Tarzan a saltar de liana em liana e à espera que a Jane lhe vá dar uma beijaça.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;7. Faça silêncio e mantenha-se atento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Capítulo II&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Sobrevivência na savana&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A grande vantagem de sobreviver na savana em relação a sobreviver na selva é o facto de os grandes predadores, como leões, chitas, ligres, leôncios, leonardos, leopoldos e leopildos, preferirem caçar zebras, impalas, elibúfalos e zebríus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. Não pisar a caca dos bichos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. Subir às árvores só serve para fugir de leões.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. Se for mais alto que uma hiena, esta não o atacará.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;4. Se aparecer uma chita, morda-lhe na orelha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;5. Se um hipopótamo o estiver a espreitar com o focinhito fofo de fora, não pense que ele quer algum tipo de amizade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;6. Cuidado com os que se escondem entre as ervas. Só o querem atacar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Capítulo III&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Sobrevivência no deserto&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O deserto… Quente de dia, frio de noite. Areia, tempestades, animais venenosos e… nada de água. Como se pode sobreviver neste clima?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. Não pisar a caca dos bichos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. Não dispa a camisola. Assim irá prevenir que a água da transpiração se evapore tão facilmente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. Evite comer. A água é gasta nos processos de digestão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;4. Os cactos podem parecer feios e ter picos, mas, no seu interior, têm grandes quantidades de água.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;5. Cuidado com os escorpiões e cobras venenosas. Podem aparecer em qualquer momento no seu caminho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Capítulo IV&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Sobrevivência na sociedade&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este é, talvez, o ambiente mais agreste e mais propício à concorrência entre indivíduos da mesma espécie. Trata-se de um canibalismo não usual, que não envolve antropofagia mas sim inveja, desentendimentos, agressividade e exclusão de alguns indivíduos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. Não pisar a caca dos bichos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. Mantenha a calma, não se enerve.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. Se vir um macaco, não se comporte como ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;4. Lembre-se: Deus deu-lhe dois ouvidos mas apenas uma boca. Isto diz muito sobre quanto devemos ouvir e quanto devemos falar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;5. Dê-se bem com toda a gente. Nunca se sabe quando pode vir a precisar da ajuda de alguém com quem se dá pior.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;6. Não se guie pelas aparências. “As iludências aparudem”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;7. Não vista fralda nem se arme em Tarzan a saltar de liana em liana e à espera que a Jane lhe vá dar uma beijaça.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;8. Cuidado com aqueles moços que, quando bebem vinho, deixam uma marca de batom no copo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;9. Não magoes o outro se não queres que o outro te magoe.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;10. Cuidado com as cobras e outros animais venenosos. Podem aparecer em qualquer momento no seu caminho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;11. E, por último mas não menos importante, vive! Agarra a Vida!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-8897076291856529587?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/8897076291856529587/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=8897076291856529587' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/8897076291856529587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/8897076291856529587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2011/08/manual-de-sobrevivencia-para-totos.html' title='Manual de sobrevivência para totós'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-4070241613059789268</id><published>2011-08-12T01:01:00.003+01:00</published><updated>2011-08-12T15:13:14.164+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acaférias'/><title type='text'>Jovens deixam-se surpreender no Acaférias 2011</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HtsOUZrv59A/TkRtmdbT1HI/AAAAAAAAA_I/pIFoQWdraF0/s1600/Acaf%25C3%25A9rias%2B2011.JPG"&gt;&lt;img style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 400px; display: block; height: 208px;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639753140876334194" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-HtsOUZrv59A/TkRtmdbT1HI/AAAAAAAAA_I/pIFoQWdraF0/s400/Acaf%25C3%25A9rias%2B2011.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O “Acaférias” é o acampamento de Jovens das paróquias da unidade pastoral “Oliveira Norte”, um total de oito paróquias que engloba toda a zona norte do concelho de Oliveira do Hospital (do Mondego até à Estrada da Beira). O projecto “Acaférias” começou em 2001, por iniciativa do Padre Luís Costa, pelo que esta foi a 11ª edição deste campo de férias. Todos os anos, entre o final de Julho e o início de Agosto, estes Jovens acampam durante onze dias nas matas próximas da praia do Poço da Cruz (Barra de Mira). Este ano foi de 29 de Julho a 8 de Agosto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem participou?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Este campo de férias é aberto a todos os Jovens das paróquias que tenham completado o 7º ano de Catequese, pelo que as suas idades variavam entre os treze e os vinte e três anos, embora a média andasse pelos dezasseis ou dezassete. Ainda que os Jovens fossem maioritariamente da paróquia de Seixo da Beira, havia participantes também de Bobadela, Ervedal da Beira, Lagares da Beira, Lageosa, Lagos da Beira e Travanca de Lagos. Com uma equipa de onze animadores jovem (o mais velho, o sacerdote, com vinte e sete anos) e maravilhosa, o Acaférias deste ano teve um total de 57 pessoas acampadas na mata generosamente cedida pelo Sr. João Veríssimo, onde chegaram no transporte providenciado pelo Município de Oliveira do Hospital.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quais são os objectivos?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Tratando-se de uma actividade essencialmente pastoral, os objectivos do Acaférias são sempre a formação humana e cristã dos Jovens. Neste sentido, o tema deste ano foi “Agarra a Vida”: os Jovens, ao começar a sua vida, precisam de a agarrar e viver como vale a pena, com a consciência de que essa vida é dom de Deus e de que só Deus pode dar a Vida verdadeira (daí o “V” maiúsculo de “Vida”).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que tipo de acampamento?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Uma das características mais marcantes do Acaférias é o facto de ser aquilo a que se chama “campismo selvagem”: no meio de uma mata, onde não existe qualquer tipo de infra-estruturas (apenas um furo com a respectiva bomba de água), armamos as tendas, montamos a cozinha e as mesas de refeição, escavamos as latrinas, e preparamos os espaços onde tomamos banho e construímos a “rodinha” (círculo onde nos reunimos).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que actividades realizaram?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Divididos por “patrulhas”, os Jovens jogam os jogos e desempenham todas as tarefas necessárias, tais como ajudar na cozinha, lavar a loiça, manter o campo limpo e arrumado… Entre as diversas actividades, destacam-se a Eucaristia (celebrada nos dois domingos na capela da Barra de Mira, com a comunidade local), a vigília de oração, o “raid” (caminhada com pistas até à praia da Costa Nova), a “caça”, o “paint-balão” (como o “paint-ball”, mas com… balões de água!), o “Dia fora” (contacto com a comunidade local), o “Dia com…” (este ano com o Sr. Fernando, da Cáritas), as tardes de praia com os seus jogos…&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E para o ano?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Acaférias é para todos uma experiência única, inesquecível, que nos marca para toda a vida. Uma vez mais, o Acaférias contribuiu de facto para o crescimento espiritual e humano dos Jovens. Estamos motivados e, por isso, todos os animadores respondem aos Jovens ansiosos: “Sim, é para continuar para o ano! Deixem-se surpreender!”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-4070241613059789268?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/4070241613059789268/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=4070241613059789268' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/4070241613059789268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/4070241613059789268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2011/08/jovens-deixam-se-surpreender-no.html' title='Jovens deixam-se surpreender no Acaférias 2011'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-HtsOUZrv59A/TkRtmdbT1HI/AAAAAAAAA_I/pIFoQWdraF0/s72-c/Acaf%25C3%25A9rias%2B2011.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5286396452530117050</id><published>2011-07-03T00:53:00.003+01:00</published><updated>2011-07-03T01:12:32.681+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liturgia'/><title type='text'>Porque é que o Domingo XIII do Tempo Comum apareceu a seguir ao dia de Corpo de Deus?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O facto de, este ano, o Domingo a seguir ao Corpo de Deus ter sido o XIII do Tempo Comum tem um explicação simples.&lt;br /&gt;O Tempo Comum começa a seguir ao Tempo do Natal. Depois do Domingo da Epifania ("Dia de Reis") vem a Festa do Baptismo do Senhor, que ocupa o lugar do Domingo I do Tempo Comum. A semana que começa logo a seguir ao Baptismo do Senhor já é a Semana I do Tempo Comum.&lt;br /&gt;E o Tempo Comum segue normalmente até ser interrompido no dia de Quarta-feira de Cinzas, que começa a Quaresma. A Quaresma, que pode começar mais cedo ou mais tarde conforme a Páscoa seja mais alta ou mais baixa, vem interromper o Tempo Comum; à Quaresma segue-se imediatamente o Tempo Pascal; ao terminar o Tempo Pascal, o Tempo Comum é retomado a partir do ponto onde foi interrompido.&lt;br /&gt;Assim, este ano, o dia 6 de Março foi o Domingo IX do Tempo Comum. Mas a quarta-feira seguinte foi Quarta-feira de Cinzas. O dia 12 de Maio foi o Domingo de Pentecostes, último Domingo do Tempo Pascal, e a semana que começou logo a seguir foi a Semana XI do Tempo Comum. O Domingo seguinte seria o Domingo XII do Tempo Comum, mas esse Domingo foi ocupado pela solenidade da Santíssima Trindade, que se celebra sempre no Domingo a seguir ao Pentecostes; mas a semana que se seguiu a esse Domingo da Santíssima Trindade foi a Semana XII do Tempo Comum. Por isso é que o Domingo pasado foi o Domingo XIII do Tempo Comum e este Domingo é o Domingo XIV do Tempo Comum.&lt;br /&gt;Os Domingos do Tempo Comum vão suceder-se agora até ao XXXIV, que é o Domingo de Cristo Rei, último Domingo do ano litúrgico (este ano a 20 de Novembro). O Domingo seguinte é o Domingo I do Advento (este ano a 27 de Novembro), que inicia um novo ano litúrgico.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5286396452530117050?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5286396452530117050/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5286396452530117050' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5286396452530117050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5286396452530117050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2011/07/porque-xiii-apareceu-seguir-ao-dia-de.html' title='Porque é que o Domingo XIII do Tempo Comum apareceu a seguir ao dia de Corpo de Deus?'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5117589374995089627</id><published>2011-06-29T15:32:00.003+01:00</published><updated>2011-06-29T15:34:45.013+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artes plásticas'/><title type='text'>São João junto à Cruz</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mLEEt6kF6jI/Tgs3fp4V7yI/AAAAAAAAA-Y/XiC0DboWc14/s1600/S%25C3%25A3o%2BJo%25C3%25A3o%2Bjunto%2B%25C3%25A0%2BCruz.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623649576659840802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 189px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-mLEEt6kF6jI/Tgs3fp4V7yI/AAAAAAAAA-Y/XiC0DboWc14/s400/S%25C3%25A3o%2BJo%25C3%25A3o%2Bjunto%2B%25C3%25A0%2BCruz.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:180%;"&gt;São João Evangelista junto à Cruz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Santuário do Divino Senhor da Serra - Semide &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5117589374995089627?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5117589374995089627/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5117589374995089627' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5117589374995089627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5117589374995089627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2011/06/sao-joao-junto-cruz.html' title='São João junto à Cruz'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-mLEEt6kF6jI/Tgs3fp4V7yI/AAAAAAAAA-Y/XiC0DboWc14/s72-c/S%25C3%25A3o%2BJo%25C3%25A3o%2Bjunto%2B%25C3%25A0%2BCruz.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-4964240005559807625</id><published>2011-04-17T01:26:00.001+01:00</published><updated>2011-04-17T01:31:40.548+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artes plásticas'/><title type='text'>Semana Santa</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5F4qZqylDQ4/Tao0V6SZIoI/AAAAAAAAA9E/zAjP9f2-e2g/s1600/Semana%2BSanta.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 217px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596343037989560962" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-5F4qZqylDQ4/Tao0V6SZIoI/AAAAAAAAA9E/zAjP9f2-e2g/s400/Semana%2BSanta.bmp" /&gt;&lt;/a&gt; Semana Santa 2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-4964240005559807625?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/4964240005559807625/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=4964240005559807625' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/4964240005559807625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/4964240005559807625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2011/04/semana-santa.html' title='Semana Santa'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-5F4qZqylDQ4/Tao0V6SZIoI/AAAAAAAAA9E/zAjP9f2-e2g/s72-c/Semana%2BSanta.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-7386335549202982413</id><published>2010-11-24T12:13:00.000Z</published><updated>2010-11-24T12:14:58.257Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflectindo'/><title type='text'>Pobreza, uma realidade desconcertante</title><content type='html'>&lt;em&gt;Testemunho solicitado por Carlos Neves, da Cáritas Diocesana de Coimbra, para uma sebenta sobre a pobreza.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pobreza é uma realidade complexa, com muitas facetas. Não se pode olhar para ela de uma forma simplista, nem fácil, nem descomprometida. Dando o meu testemunho, posso dizer que, por um lado, vejo a crueldade, ignorância e incompreensão de tantas pessoas; por outro lado, descubro em mim muitas barreiras que me impedem de compreender e actuar.&lt;br /&gt;A desconfiança! Minha e dos outros. Pergunto-me muitas vezes: será que esta associação que me vem pedir é credível? Será que esta pessoa precisa mesmo ou me está a enganar? Também oiço muitas pessoas a dizer que não dão para este ou aquele peditório porque acham que depois nada é entregue àquele destino.&lt;br /&gt;Uma culpa associada à pobreza! O caso do drogado ou do alcoólico. A desorientação daquele que se endivida comprando obsessivamente coisas supérfluas que depois não pode pagar, chegando ao ponto de haver alguns dias em que não tem dinheiro, por exemplo, para algo tão básico como almoçar! Perante estes casos surge a pergunta: é uma espécie de doença ou trata-se de uma culpa moral com o consequente castigo? Como agir quando a própria pessoa é, de algum modo, culpada pela situação de pobreza que vive? Não sei, mas é, sem dúvida, desconcertante! É fácil dizer «foi bem feito, quem o mandou meter-se naquilo?». No entanto, a caridade lembra-nos que se trata de um caso de pobreza para resolver.&lt;br /&gt;A hipocrisia e a má vontade de tantas instituições responsáveis a nível local, tais como: autarquias sempre adiam “sine die” as soluções dos problemas concretos, ou que sempre encontram um oportuno entrave burocrático ou de jurisdição; assistentes sociais que deixam perpetuar casos “eternos”; comissões locais onde apenas se fala mas não se age.&lt;br /&gt;A incompreensão da pobreza associada a outras misérias: álcool, droga… Destaco, sobretudo, a prostituição: na cabeça da maioria das pessoas, as prostitutas continuam a ser mulheres preguiçosas que fizeram uma opção pela vida fácil para ganhar dinheiro sem esforço ou até pelo prazer! Mas… será (sempre) assim?&lt;br /&gt;Outro aspecto muito importante e que nem sempre é claro para toda a gente: a pobreza não significa necessariamente miséria! Por isso, a pobreza nem sempre é visível, por isso tantas vezes nos escapa sem que sejamos sequer capazes de a identificar. Uma pessoa ou família pode ter necessidade de alguns bens importantes e passar algumas privações mais ou menos graves sem, no entanto, viverem um grau de pobreza extrema.&lt;br /&gt;A pobreza raramente é visível: tanto é real em pessoas que parecem de nada precisar como é fingida em pessoas que vivem bem embora aparentem passar miseravelmente. É uma realidade complexa e que eu sinto, acima de tudo, como algo profundamente desconcertante aos mais variados níveis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-7386335549202982413?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/7386335549202982413/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=7386335549202982413' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/7386335549202982413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/7386335549202982413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/11/pobreza-uma-realidade-desconcertante.html' title='Pobreza, uma realidade desconcertante'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-3931254262300344382</id><published>2010-10-09T15:22:00.000+01:00</published><updated>2010-10-10T00:54:23.344+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Domingo XXVIII do Tempo Comum, ano C</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A lepra era considerada um dos piores castigos de Deus. Achava-se, na mentalidade errada da época, que Deus punia com a lepra os piores pecadores. Os leprosos eram considerados impuros, eram corridos à pedrada, viviam em lugares à parte, lugares impuros como os cemitérios. Sentiam-se rejeitados por todos: pelos homens e até por Deus. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na 1ª leitura, Naamã é um general estrangeiro (sírio) que, leproso, recorre a Eliseu. Eliseu nem sequer se dignou vir à porta saudá-lo, mandou um criado dizer-lhe que se fosse banhar sete vezes no Jordão. Naamã ficou indignado e queria vir-se embora, mas acabou por cumprir o que o profeta lhe mandou fazer, depois de o terem convencido que não tinha a perder nada. E Naamã é curado não só da lepra da pele, mas também e principalmente da lepra da alma, porque se converteu do paganismo à fé no Deus Vivo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Evangelho 10 leprosos suplicam a Jesus por piedade mantendo-se à distância, como mandavam as regras de saúde e de pureza legal religiosa. Os judeus e os samaritanos não se davam, eram inimigos, mas a desgraça da lepra une judeus e samaritanos. Quando são saudáveis combatem-se; mas a consciência da sua desgraça comum torna-os solidários. A sua oração é comunitária: eles vão ter com Jesus juntos, não vai cada um por si; a salvação não é individualista, não é o intimismo do “cada um por si”. Tanto na 1ª leitura como no Evangelho o curado que se mostra agradecido é um estrangeiro: uma vez mais, os estranhos estão mais dispostos a dar glória a Deus do que os filhos do seu Povo. O estrangeiro é símbolo daquele que é diferente de nós e nos causa desconfiança, por ser desconhecido; mas é a nossa cegueira que nos impede de ver a sua riqueza. Foi o único a perceber que a oração não é só pedir e nunca é chantagem, mas é sobretudo acção de graças. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O número 10 significa a totalidade (os 10 dedos das mãos): os 10 leprosos são a humanidade inteira, que está distante de Deus (suplicam a Jesus mantendo-se à distância), porque todos nós somos impuros. Ora, a Palavra de Jesus é eficaz, actua à distância, eles não precisam de se aproximar. Por vezes, sentimos Deus longe, tal como as comunidades para quem S. Lucas escreve o Evangelho, que eram cristãos que já não tiveram o privilégio de conhecer Jesus pessoalmente. Portanto, Lucas escreve para pessoas como nós. Escreve para pessoas que se perguntam: será que Deus, lá longe no céu, se preocupa comigo? Será que Ele tem tempo para pensar em mim, ou se preocupa com o meu desespero? Será que ele ouve os nossos gritos por socorro? A Palavra de Deus é tão poderosa e eficaz que para ela não há barreiras nem distâncias. Basta que confiemos nela, porque, como diz Jesus ao samaritano curado da lepra, «a tua fé te salvou!». &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tanto na 1ª leitura como no Evangelho, a cura da lepra não é imediata: acontece ao fim de 7 banhos no Jordão ou durante o caminho. A nossa cura leva o seu tempo, a cura de qualquer mal de que soframos leva o seu tempo. Todos sofremos de lepra, isto é, todos somos impuros e estamos afastados de Deus. Todos temos na pele a marca do que sofremos e também a marca do pior que somos capazes de fazer (e fazemos de facto!). A cura acontece pelo caminho e não de repente. Na verdade, a nossa cura é sempre progressiva, não acontece de um momento para o outro. É normal que confessemos sempre os mesmo pecados, porque só fazendo caminho é que nos vamos curando, só gradualmente é que a nossa carne voltará a ser tenra como a de uma criança, como a de Naamã, depois de se banhar sete vezes. E Deus salva todos, tanto os agradecidos e como os ingratos. Cura todos gratuitamente, sabendo que apenas um voltaria para agradecer. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Pai do Céu, dá-nos um coração agradecido e ajuda-nos a viver e a agir para a tua glória. Ámen.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-3931254262300344382?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/3931254262300344382/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=3931254262300344382' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3931254262300344382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3931254262300344382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/10/domingo-xxviii-do-tempo-comum-ano-c.html' title='Domingo XXVIII do Tempo Comum, ano C'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-3175483950928617145</id><published>2010-10-05T23:56:00.000+01:00</published><updated>2010-10-05T23:57:48.781+01:00</updated><title type='text'>1 padre por m2</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um padre por metro quadrado&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;JÁ!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-3175483950928617145?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/3175483950928617145/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=3175483950928617145' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3175483950928617145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3175483950928617145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/10/1-padre-por-m2.html' title='1 padre por m2'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-8573651342831805432</id><published>2010-09-03T11:11:00.000+01:00</published><updated>2010-09-03T11:13:02.846+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Vou ler para aprender</title><content type='html'>Para nós, cristãos católicos, Jesus está realmente presente no pão e no vinho consagrados: embora o pão e o vinho continuem a saber a pão e a vinho, a sua essência torna-se outra; o seu aspecto e constituição física são de pão e vinho, mas a sua essência é a pessoa do próprio Senhor Jesus, vivo e ressuscitado. Os irmãos protestantes defendem a “consubstanciação” (ou “impanação”), ou seja, dizem que a presença de Jesus no pão e no vinho é apenas simbólica e que dura apenas durante aquele momento da celebração; e que depois até se poderia deitar fora porque o Senhor já não estaria no pão e no vinho. Nós, porém, como católicos, cremos na “transubstanciação”, ou seja, defendemos que Jesus está presente no pão e no vinho &lt;strong&gt;realmente&lt;/strong&gt;, e &lt;strong&gt;não apenas simbolicamente&lt;/strong&gt;; e que esta presença divina dura para além da celebração, pelo que as hóstias consagradas devem ser adoradas com fé e amor e defendidas da profanação, porque elas &lt;strong&gt;são&lt;/strong&gt; o próprio Deus! Na verdade, antes eram pão, mas aconteceu uma transformação do seu ser (= transubstanciação) durante a Missa, na consagração. Portanto, se alguém cometeu pecado mortal (isto é, grave) &lt;strong&gt;não deve comungar sem antes&lt;/strong&gt; se purificar através de uma confissão bem feita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-8573651342831805432?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/8573651342831805432/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=8573651342831805432' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/8573651342831805432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/8573651342831805432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/09/vou-ler-para-aprender.html' title='Vou ler para aprender'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-2278888811898679917</id><published>2010-08-16T01:25:00.000+01:00</published><updated>2010-08-21T11:33:57.165+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Saudação a Nossa Senhora do Mont’Alto</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Senhora do Mont’Alto, olha os teus filhos que aqui estão e enchem esta esplanada do teu templo. Hoje estão todos aqui. Eles são de Arganil e não só. Vieram de toda a região e de tantos lugares de Portugal e do estrangeiro. E eu vejo as imagens em que aparecemos nós todos de joelhos debaixo do teu manto e tu de mãos postas a rezar por eles e por mim. Estamos lá todos porque todos somos importantes. Estar aqui, nestas esplanadas da tua casa é como estar debaixo desse teu manto, contigo, de mãos postas, a pedir por nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão aqui todos. Ouve a prece de todos! Alguns estão desempregados. Muitos e muitas sofrem toda espécie de violência dentro da sua própria casa. Tantas pessoas que estão aqui, nesta noite, e não encontram paz nem debaixo do próprio tecto. E tantos outros que estão separados, com a família desfeita, com filhos num corrupio de casa em casa. Acolhe-nos a todos! Ouve a prece de todos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe, ensina-nos a dizer contigo: «A minha alma engrandece o Senhor, porque olhou para a humildade da sua serva.» Tu, Mãe, percebeste que só quando o Senhor é engrandecido é que nós também somos engrandecidos. Mas muitas vezes fomos enganados e pensámos que quando Deus é engrandecido nós somos humilhados. Alguém se lembrou de nos dizer que Deus é nosso concorrente. Alguém se lembrou de nos dizer, ao longo de todos estes últimos anos, que Deus é uma coisa de mortos. Alguém se lembrou de nos dizer que Deus é contra a nossa liberdade. E nós (pobres de nós!) acreditámos. Acreditámos que quando Deus é exaltado nós somos tolhidos. Acreditámos que Deus nos impediu de comer um fruto proibido só por capricho. Acreditámos que Deus é contra a nossa liberdade. E, então, criámos as nossas próprias “liberdades” que, afinal, são prisões. Achávamos que a corrupção, as cunhas e os subornos eram uma boa maneira de nos desenrascarmos, mas o único lucro foi a crise. Muitos, principalmente entre os mais jovens, procuraram a liberdade na droga, mas encontraram uma nova prisão. Queríamos liberdade, mas herdámos estilhaços. Estamos partidos, divididos, fragmentados. Ouve a prece de todos. Acolhe-nos a todos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje lembro quando era criança e via a nossa igreja por três vezes repleta em cada Domingo. Olha, Mãe, quantos saíram e ficaram órfãos sem se aperceberem do mal que faziam a si mesmos. E olha quantos continuam na Igreja mas com uma tal frieza que nem parecem teus filhos nem filhos de Deus. Continuam em casa mas parecem empregados da casa em vez de filhos. Hoje estão cá todos: os que nunca saíram da Igreja e cá estão sempre; e aqueles que saíram mas ainda voltam em ocasiões como esta, atraídos por ti. Vêm atraídos pelo teu suave perfume, porque cheiras a Mãe. E nós estamos órfãos, precisamos de Mãe. Mesmo aqueles que se zangaram com Deus Pai, porque pensavam que Ele era um pai tirano, ainda se lembram de ti como Mãe. Acolhe-nos a todos! Ouve a nossa prece!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abençoa-nos, Mãe, porque agora, mais do que nunca, estamos a precisar da tua bênção! Dá-nos o teu Filho, que trazes ao colo e que é a Vida verdadeira. Abençoa as nossas empresas, maiores ou mais pequenas, e todos os que trabalham nelas ou que por conta própria lutam pelo pão de cada dia. Abençoa as nossas escolas. Que elas sejam espaço de crescimento para a verdadeira liberdade, e não lugar onde se ensine que Deus é um mito. Que as nossas escolas sejam espaços de abertura de horizontes para os nossos jovens darem o seu melhor e saírem da mediocridade. E é tão grande a tentação de ficar pela mediocridade! Tão grande! Abençoa os políticos que nos governam, para que sejam servidores interessados apenas no bem comum. Abençoa também aqueles que se dedicam à comunidade de forma voluntária, para que sejam sempre generosos e salva-os da estéril vaidade. Abençoa os nossos grupos paroquiais que se dedicam ao anúncio do Evangelho: que sejam anunciadores de Jesus Cristo, e não de si mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãezita, abençoa principalmente as nossas famílias. Dá-nos famílias fortes, que façam crescer homens e mulheres fortes para o futuro. Tu, que tiveste um único amor, dá-nos um coração uno, sem divisões, porque a um Deus único corresponde um amor único. E se o coração for único será forte e terá amor suficiente para todos em casa e também fora de casa. Dá-nos famílias fiéis, onde as pessoas não desistam umas das outras, porque Deus também é fiel e nunca desiste de nós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãezita, há tantos casais onde o peso de uma vida a dois é todo suportado um só! E outros onde ambos deixam cair o jugo comum sem sequer se aperceberem. Mãe, tu que és mestra em questões de amor, ajuda-nos perceber que o amor não é o momento, mas é construído com o tempo. Ajuda-nos a viver o amor como uma chama que precisa de ser alimentada todos os dias para não se apagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe, dá-nos pais e mães maduros, que saibam educar os filhos para vida como ela é. Que saibam ser pais em vez de colegas. Que se façam presentes e activos na vida dos filhos em vez de os deixarem entregues à deseducação de si mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãezita, olha a vida tão difícil que as famílias de hoje suportam. As exigências económicas que não deixam os casais ter muitos filhos e que são tantas vezes causa de discussão e desarmonia entre todos em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe, aqui viemos mais um ano, acolher-nos debaixo do teu manto. Ouve a nossa prece! Que o teu suave perfume nos atraia sempre a todos. Que estas velas que seguramos na mão (as velas do nosso baptismo!) se mantenham sempre acesas, como sinal de que somos (e queremos ser!) teus filhos. Mãezita, abençoa-nos por mais um ano. Ámen.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mont’Alto, 15 de Agosto de 2010&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-2278888811898679917?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/2278888811898679917/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=2278888811898679917' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/2278888811898679917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/2278888811898679917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/08/saudacao-nossa-senhora-do-montalto.html' title='Saudação a Nossa Senhora do Mont’Alto'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-849470713847116485</id><published>2010-08-11T12:04:00.001+01:00</published><updated>2011-08-18T23:55:27.013+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acaférias'/><title type='text'>Homem Novo - Acaférias 2010</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Jovem, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Ser Homem Novo é manter-se sempre jovem. Ser Homem Novo e Mulher Nova é olhar o mundo com olhos novos, mesmo que a pele em volta dos olhos ganhe pés de galinha e outras rugas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Ser Homem Novo e Mulher Nova é olhar os outros homens e mulheres com um olhar que é novo, porque é o olhar primeiro, o olhar de Deus no “princípio”, quando Ele os criou à Sua imagem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;É descobrir a Beleza que o próprio Deus pôs em nós, ainda que tantas vezes esteja disfarçada ou desfigurada por nós próprios. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;É assumir o Compromisso forte de quem sabe que só a Entrega nos dá uma grande Liberdade, mesmo que isso pareça contraditório. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Ser Homem e Mulher Novos é saber conciliar o equilíbrio entre a Justiça e a Partilha. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Ser Novo é casar a Sinceridade com a Responsabilidade e saber que só com as duas ao mesmo tempo é que podemos falar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Só podemos ser Homens Novos graças a Deus, percebendo que a Santidade não está acabada mas é um caminho que se faz todos os dias um bocadinho, por pouco que seja. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Mas deitamos tudo isto a perder se não tivermos Fidelidade a Deus, aos amigos (e não só…), a nós próprios, ao compromisso que assumimos… &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Ser jovem é um “pormenor” que passa com o tempo. Mas ser Homem Novo pode (deve!) durar toda a vida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;És Jovem. Já és Novo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Texto de abertura do cancioneiro do Acaférias 2010 (acampamento dos jovens das nossas paróquias), Poço da Cruz, Barra de Mira, 23 de Julho a 2 de Agosto de 2010.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-849470713847116485?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/849470713847116485/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=849470713847116485' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/849470713847116485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/849470713847116485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/08/homem-novo-acaferias-2010.html' title='Homem Novo - Acaférias 2010'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-6487074663182285698</id><published>2010-07-17T18:39:00.000+01:00</published><updated>2010-07-17T18:41:12.743+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Deus, hóspede no meio de nós</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Domingo XVI do Tempo Comum, ano C&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A hospitalidade é um valor supremo para os nómadas do deserto. Deus quer ser nosso hóspede. Esta é a verdade da encarnação. «A Palavra fez-Se homem e veio habitar connosco.» João 1, 14&lt;br /&gt;Também hoje Ele espera o nosso acolhimento:&lt;br /&gt;«Eu estou à porta e chamo: se alguém ouvir a minha voz e Me abrir a porta, Eu entrarei na sua casa e cearei com ele e ele coMigo.» Apocalipse 3, 20&lt;br /&gt;Mas, muitas vezes, o acolhimento é-Lhe negado:&lt;br /&gt;«Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.» João 1, 11&lt;br /&gt;«Mas, a quantos o receberam, aos que nele crêem, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.» João 1, 12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dar uma boa hospedagem ao Senhor que nos visita?&lt;br /&gt;As duas funções de Marta e de Maria são necessárias! Marta que faz as coisas práticas, que resolve os problemas concretos e que é preciso resolver, que se atarefa a cozinhar para que haja alguma coisa na mesa para comer; e Maria, que faz um “trabalho” que não é menos necessário: ouvir a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;Jesus não censura Marta por trabalhar, mas sim por andar agitada. Podemos trabalhar muito, mas se, antes do trabalho, não reservarmos um momento para estar sentados aos pés de Jesus a ouvir a sua Palavra, então toda a canseira que temos perde o sentido. Atirar-se de cabeça à vida e ao trabalho sem silêncio para oração e escuta da Palavra é gastar-se de maneira estéril, inútil.&lt;br /&gt;Temos que ser Marta e Maria ao mesmo tempo! «Marta e Maria hão-de andar sempre juntas para hospedar bem o Senhor: para O ter sempre consigo, e não Lhe fazer má hospedagem não lhe dando de comer. Como lho daria Maria, sentada sempre a seus pés, se a sua irmã não lhe ajudasse?» Santa Teresa&lt;br /&gt;«Maria escolheu a melhor parte». O ser humano não pode ser reduzido àquilo que faz nem àquilo que produz. A pessoa humana vale por aquilo que é, e não por aquilo que rende.&lt;br /&gt;«Maria escolheu a melhor parte». A Igreja atarefa-se em actividades pastorais por vezes muitíssimo absorventes e stressantes. Se não paramos para ouvir a Palavra de Deus toda essa actividade se transforma em activismo vazio.&lt;br /&gt;A Igreja também se esforça a prestar assistência social, e tem centros sociais (lares de terceira idade, creches, …), a Igreja tem grupos de acção sócio caritativa. E é estimada por isso na sociedade civil. Mas se não gasta tempo a ouvir a Palavra, torna-se mais uma empresa humana, como tantas outras.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-6487074663182285698?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/6487074663182285698/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=6487074663182285698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6487074663182285698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6487074663182285698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/07/deus-hospede-no-meio-de-nos.html' title='Deus, hóspede no meio de nós'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5858538087785827857</id><published>2010-07-06T11:54:00.000+01:00</published><updated>2010-07-06T12:19:36.597+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Homila da Missa Nova</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Igreja matriz de Arganil, 3 de Julho de 2010, Domingo XIV do Tempo Comum, ano C&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Rogai, portanto, ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Porquê pedir a Deus que envie operários para a sua seara? Deus não precisa de ser convencido a enviar operários para a sua messe. Mas fazemos esta oração por causa de nós próprios. Não tanto para convencermos a Deus mas para nos convencermos a nós. É impossível pedirmos a Deus que envie trabalhadores sem nos sentirmos comprometidos a sermos também, nós próprios, enviados. Quando eu rezo a Deus para enviar operários eu próprio acabo por dizer a mim mesmo que estou disponível para ir. E quando peço a Deus que envie alguém isso faz com que eu acabe por Lhe dizer também: «Aqui estou eu, envia-me!». Foi o que se passou comigo. Comecei a pedir a Deus que enviasse apóstolos, evangelizadores. E o pensamento mais lógico que se seguiu foi, precisamente «E porque não eu?». Este é o pensamento mais lógico que se segue porque estamos a pedir a Deus uma coisa tão nossa, uma coisa da qual sentimos que fazemos parte (porque é da Igreja que se trata), que acaba por não ter sentido nenhum pedi-la sem nos sentirmos implicados. Acaba por não ter sentido nenhum dizer «Envia os outros», ou então «Envia os filhos dos outros». Não. Se eu rezo ao Senhor para enviar trabalhadores para evangelizar e se rezo isso com o coração então não digo «Envia os outros», mas digo antes «Envia os outros e envia-me também a mim!».&lt;br /&gt;Foi o que aconteceu comigo. Ao princípio nem queria ir. Mas o Senhor moldou-me o coração aos poucos. E fui pegar num livro dos evangelhos que o Sr. Reitor Manuel Contumélias nos tinha entregue no final do quarto ano de catequese, no Mont’Alto. Arrumei o livro na estante e nunca mais lhe liguei. Mas um dia deu-me a curiosidade de o descobrir. E houve duas passagens que me marcaram. Uma delas foi esta, «A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe». A outra foi «O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos pobres» (Lucas 4, 18a), a frase escolhida para as estampas de ordenação e missa nova. Comecei a rezar e senti-me enviado. Porque quando rezamos pelas vocações sentimo-nos vocacionados e enviados. Enviados como leigos, como padres, como missionários… É através desta oração que o Espírito Santo faz nascer vocações. É daqui que nascem cristãos leigos empenhados e com consciência missionária. É daqui que nascem também os padres. Olhando só às aparências, e vendo as coisas só com o nosso pobre olhar humano, Arganil pode parecer que se está a tornar cada vez mais um terreno árido para a fé. Não é verdade! É precisamente aí, nos lugares onde aparentemente (aparentemente!) só há deserto, que o Espírito Santo nos surpreende. Mais ou menos como a Natanael que, ao saber que Jesus era de Nazaré, disse: «De Nazaré pode vir alguma coisa boa?». Mas o Apóstolo Filipe respondeu-lhe: «Vem e verás!» (João 1, 46). Então o que nos falta é isto: deixarmos de olhar para as nossas terras com um olhar derrotista como se já não houvesse fé ou como se Deus nos tivesse abandonado.&lt;br /&gt;Mas pedir ao Senhor da messe que envie trabalhadores também nos serve para outra coisa ainda: serve para nos dar humildade. Serve para tomarmos consciência de que é Ele que nos envia, não somos nós que nos enviamos, nem é mais ninguém que nos envia. E por isso é a Ele que anunciamos, não nos anunciamos a nós próprios. Jesus envia os setenta e dois aos pares, e não sozinhos, para que não se sintam donos da missão. E envia-os para prepararem chegada de Jesus Cristo: portanto isso é que interessa, e não as nossas habilidades pessoais, nem o nosso sucesso. Ser discípulo não é uma carreira, porque a Igreja não é uma empresa! Rezar ao Senhor da messe liberta-nos da presunção e transforma-nos em apóstolos verdadeiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Precisamos de continuar a pedir ao dono da messe que envie operários para a sua messe. Mas pedir com o coração! E pedir com o coração é dizer «eu estou aqui: envia-me também! Faz de mim um testemunho eficaz para todos os que me vêem todos os dias». Pedir com o coração é dizer «aqui está o meu filho: se o chamas para padre leva-o e faz dele um apóstolo fecundo!». Porque é que continuamos, teimosos, a recusar estas coisas? Afinal Jesus Cristo é importante para nós ou não? Será que amamos Jesus Cristo o suficiente para irmos e para deixarmos ir os nossos? Ou será que Jesus Cristo, para nós é só um conjunto de ideias e de valores? É que as ideias não se amam, estudam-se. E os valores qualquer pessoa os tem, até os não crentes. Ninguém dá a vida por valores nem por ideias abstractas. Mas se Jesus Cristo for para nós uma Pessoa viva, que nos ama e que nos chama, então entregamo-nos a Ele. No dia em que começarmos a viver Jesus Cristo assim, rezaremos ao Senhor da seara para que envie trabalhadores para a sua seara; e haverá padres; e as igrejas vão encher-se de cristãos sinceros que, ao sair de lá, vão levar a alegria que é Jesus Cristo a todas as pessoas que encontrarem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5858538087785827857?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5858538087785827857/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5858538087785827857' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5858538087785827857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5858538087785827857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/07/homila-da-missa-nova.html' title='Homila da Missa Nova'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-4418272068286655218</id><published>2010-06-26T16:22:00.000+01:00</published><updated>2010-06-26T16:23:55.386+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Domingo XIII do Tempo Comum Ano C</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Quem põe a mão ao arado e olha para trás não serve para o Reino de Deus.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Seguir Jesus.&lt;br /&gt;Seguir Jesus é cortar com tudo aquilo que é incompatível com Ele. Quem segue Jesus faz-se a um caminho onde é preciso renunciar a tantas coisas a que estamos apegados e nem sempre nos fazem bem.&lt;br /&gt;Mas quantas vezes, depois de aderirmos a Jesus Cristo, ficamos a olhar para trás, a “chorar as cebolas do Egipto”! Quantas vezes pegamos no arado do seguimento de Jesus olhando com inveja o pecado que outros gozam e que nós sentimos como um caminho que nos está “lamentavelmente” vedado!&lt;br /&gt;Mas ser cristão não é apenas renunciar. Ser cristão é seguir Alguém bom, Alguém que sentimos que é o maior dos bens. Seguir Jesus é ser como aquele coleccionador de pérolas que descobre uma pérola muito melhor do que todas as outras e vende toda a sua colecção para a comprar. Seguir Jesus é descobrir Alguém muito melhor do que todos esses caminhos desviados que abandonámos mas que às vezes ainda invejamos ou olhamos com saudade.&lt;br /&gt;Seguir Jesus não é aderir a umas ideias com base no cristianismo. Não amamos as ideias. As ideias não se amam, estudam-se. As pessoas, sim, a essas é que nós amamos. Seguir Jesus é amar uma pessoa viva, não é seguir ideias. Só esse amor pessoal é que nos pode dar força para renunciar. Seguir Jesus é mudar de vida: o encontro com Ele é um encontro com uma pessoa tão viva que nos faz diferentes a partir daí. Na primeira leitura Eliseu queima o arado, símbolo da profissão que teve até aí, para indicar que vai passar a ter uma nova vida.&lt;br /&gt;Nós, que pegámos neste arado, olhemos em frente e, em vez de chorarmos olhando para trás, para as coisas que deixámos, olhemos em frente para as coisas muito melhores que Jesus Cristo nos dá.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-4418272068286655218?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/4418272068286655218/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=4418272068286655218' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/4418272068286655218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/4418272068286655218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/06/domingo-xiii-do-tempo-comum-ano-c.html' title='Domingo XIII do Tempo Comum Ano C'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-1495232637500514591</id><published>2010-06-12T23:15:00.000+01:00</published><updated>2010-06-12T23:19:46.816+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Domingo XI do Tempo Comum ano C</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;A pecadora que chora aos pés de Jesus e os enxuga com os cabelos em casa do fariseu Simão&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A confissão (sacramental) é um acto de humildade. Muitos não são capazes!&lt;br /&gt;Quem não quer reconhecer os seus pecados vai-se justificando com desculpas superficiais. Vai dizendo (aos outros e a si mesmo, enganando-se a si próprio) que não tem pecados, mas apenas erros normais, porque “errar é humano”…&lt;br /&gt;«A tua fé te salvou: vai em paz.» Apesar das desculpas fáceis, o remorso persiste: só o reconhecimento do mal que fizemos e a aceitação do perdão de Deus é que nos trazem a paz.&lt;br /&gt;A mentalidade de Simão fariseu é a mentalidade:&lt;br /&gt;- De quem está convencido que não erra, porque cumpre escrupulosamente todos os seus preceitos religiosos;&lt;br /&gt;- De quem está convencido que consegue comprar a salvação com as suas obras, por mérito próprio;&lt;br /&gt;- E de quem se acha autorizado a julgar outros porque acha saber com toda a certeza se estão salvos ou condenados.&lt;br /&gt;Era também a mentalidade de Paulo, até descobrir Jesus Cristo e chegar à conclusão de que a salvação é dom que Deus nos dá e que nos dá de graça: não é uma conquista nossa, não somos nós que a compramos com os nossos méritos. São Paulo descobre que a salvação não está em cumprir à risca os preceitos da pureza legal, descobre que a Lei não salva: a Lei só aponta um caminho; a Lei é apenas um juiz que me indica que errei aqui e ali, neste e naquele preceito. Mas não me dá o perdão por eu ter falhado neste ou naquele ponto; indica-me que falhei ali, mas não me absolve. O perdão só Jesus Cristo é que mo pode dar. Só Ele é que o dá e dá-o de graça. Dá-o de graça porque eu não o mereço: eu sou um pecador do pior! Um miserável que faz maldades! Mas Ele ama-me mesmo assim, perdoa-me de graça porque me ama. A salvação é grátis porque não é fruto de eu a merecer, mas porque Deus ma dá apenas e só porque me ama.&lt;br /&gt;Então o que é que falta para esse perdão acontecer?&lt;br /&gt;Falta saíres da tua casca.&lt;br /&gt;Falta aceitares esse perdão.&lt;br /&gt;Falta deixares de ser convencido e de te enganares a ti próprio a dizeres que não tens pecados.&lt;br /&gt;Falta não teres vergonha de te ajoelhares à frente de Jesus Cristo sem medo de Lhe chorares aos pés.&lt;br /&gt;E falta deixares de ver os outros pecadores (pecadores como tu! e tu como eles!) com olhos de maldade e de condenação para os começares a olhar com os mesmos olhos com que Jesus os olha.&lt;br /&gt;Só é perdoado quem ama.&lt;br /&gt;Falta começares a amar, porque só ama quem é capaz de pedir perdão. E só consegue perdoar quem já se sentiu necessitado de perdão.&lt;br /&gt;Se amas verdadeiramente a Deus então vais conseguir admitir que fizeste aquilo que é mal. Porque se O amas sentes que Ele te ama. E por isso não vais ter medo de te apresentar manchado diante dEle. Vais apresentar-te diante dEle como és, para pedir perdão, e não para te orgulhares inutilmente dos teus alegados méritos.&lt;br /&gt;E vais começar a olhar os outros de maneira diferente, porque quem sente a alegria do perdão ama e perdoa. Porque reconheces a compaixão de Deus e vais viver também essa compaixão quando olhares os outros.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Jesus, Coração de bondade, perdoa-nos e faz-nos participar da tua compaixão.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Bibliografia: José-Román Flecha, Mesías y Señor, Edibesa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-1495232637500514591?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/1495232637500514591/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=1495232637500514591' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/1495232637500514591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/1495232637500514591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/06/domingo-xi-do-tempo-comum-ano-c.html' title='Domingo XI do Tempo Comum ano C'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-878495695992788706</id><published>2010-04-25T10:58:00.000+01:00</published><updated>2010-04-25T10:59:39.000+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Onde é que estava Deus?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Deus estava &lt;strong&gt;lá&lt;/strong&gt;, onde sempre esteve! O Crucificado continua a sofrer hoje. No sismo, na guerra, na violência, principalmente contra os inocentes, na fome, na miséria, em todo o lado onde nos parece que Ele está ausente é precisamente aí que Ele está! Ele sempre esteve a sofrer com os que sofrem. A pergunta certa não é «onde é que está Deus?», mas sim «onde é que estou eu?»; a pergunta certa não é «o que é que eu penso de Deus?», mas «o que é que Deus pensa de mim?»: isso é que é importante! Ele, o Crucificado, &lt;strong&gt;sempre esteve lá&lt;/strong&gt;. Ele é o único que encarna a vida humana na sua totalidade, o único Deus que assume todo o sofrimento. Onde alguém sofre, Ele sofre. Por isso é que a nossa fé não é vaga, nem alienada, nem “etéreo-gasosa”; por isso é que a nossa fé não se perde nas nuvens, mas assume tudo aquilo que a vida é. Por isso é que a vida eterna não é uma coisa de mortos, mas é aquilo que começamos a viver aqui, agora, já! Na verdade, a vida eterna é o convívio com Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-878495695992788706?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/878495695992788706/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=878495695992788706' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/878495695992788706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/878495695992788706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/04/onde-e-que-estava-deus.html' title='Onde é que estava Deus?'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-4930685575852183202</id><published>2010-04-24T12:26:00.000+01:00</published><updated>2010-04-25T01:24:03.947+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Domingo IV do Tempo Pascal, ano C</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;«O cordeiro será o seu pastor»&lt;/em&gt;. É uma aparente contradição: um cordeiro que é pastor. Mas é o que acontece com Cristo: Ele é o Cordeiro de Deus; os cordeiros eram oferecidos em sacrifício; Ele ofereceu-Se a Si mesmo em sacrifício, deu a vida por nós, para nos lavar das nossas culpas; e por isso Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo; e é por isso que Ele é o Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cristo é que é o verdadeiro Pastor. Os clérigos são seus ministros. São configurados com Cristo Pastor, mas não é a eles que os cristãos seguem: as ovelhas não seguem o padre, mas sim a Cristo, único Pastor do rebanho. Embora exercendo uma missão especial, presidindo à comunidade na Pessoa de Cristo Cabeça, também eles estão a caminho no seguimento do verdadeiro Pastor. É para o Pastor que apontam e não para si próprios.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;«As minhas ovelhas reconhecem a minha voz»&lt;/em&gt;. No meio de tantos que se dizem pastores é preciso habituar o ouvido à voz do Pastor, para a sabermos reconhecer. Precisamos de ouvir muitas vezes a Palavra de Deus para nos "habituarmos" a ela, para a reconhecermos no meio de outras palavras. Só assim é que vamos aprendendo a distinguir a voz do nosso pastor de tantas outras vozes que nos querem falar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;«Ninguém as arrebatará da minha mão»&lt;/em&gt;. Noutras passagens do Evangelho (Lc 15) Jesus é apresentado como o bom Pastor porque vai à procura da ovelha perdida. Hoje, nesta passagem, voltamos a ver Jesus como bom Pastor mas a partir de um outro ponto de vista: aqui Ele não é tanto o pastor que busca a ovelha perdida, mas é mais o pastor valente que enfrenta as feras e protege o rebanho dos perigos que o ameaçam. É o pastor que não tem medo de enfrentar lobos, leões ou ursos para lhes arrancar dos dentes as suas ovelhas. «Nunca hão-de perecer e ninguém as arrebatará da minha mão»: Cristo enfrenta a própria morte e, por isso, não há pecado que nos faça prisioneiros, não há culpa que o Pastor não redima, não há morte que nos separe de Deus. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Apascentar significa, então, dar alimento às ovelhas e protegê-las dos perigos. Se não somos apascentados não é porque Ele não seja Pastor: é porque nós não somos ovelhas. Quando o Evangelho é anunciado mas não produz frutos não é porque ele não seja Boa Nova, mas porque o mensageiro não o transmitiu com fidelidade ou porque os destinatários não o quiseram receber, não foram "ovelhas" para reconhecer a voz do Pastor.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Jesus, bom Pastor, que nos arrancas às garras do mal que nos cerca, e no qual tantas vezes nos deixamos enterrar, ajuda-nos a viver como ovelhas que reconhecem a tua voz e, correndo irresistivelmente para Ti, Te seguem pelo caminho. Ámen.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bibliografia: Fernando Armellini, &lt;em&gt;O Banquete da Palavra&lt;/em&gt;, ano C, Paulinas; José-Román Flecha, &lt;em&gt;Mesías y Señor&lt;/em&gt;, Edibesa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-4930685575852183202?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/4930685575852183202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=4930685575852183202' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/4930685575852183202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/4930685575852183202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/04/domingo-iv-do-tempo-pascal-ano-c.html' title='Domingo IV do Tempo Pascal, ano C'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-446980510370961435</id><published>2010-04-21T11:52:00.000+01:00</published><updated>2010-04-24T15:19:36.880+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflectindo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Contradições de hoje</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nestes tempos hipócritas um Padre não pode chegar à soleira da porta da igreja e abrir a boca para bocejar porque isso é um atentado contra a liberdade religiosa e contra o Estado laico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-446980510370961435?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/446980510370961435/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=446980510370961435' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/446980510370961435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/446980510370961435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/04/hipocrisia.html' title='Contradições de hoje'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-3241431879714748679</id><published>2010-04-10T16:47:00.000+01:00</published><updated>2010-04-10T16:56:32.199+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Ver para crer</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;João 20,19-31 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;João escreve para cristãos do fim do século I, que já não tinham conhecido Jesus nem talvez nenhum dos doze apóstolos e têm dificuldade em acreditar. Queriam, como nós queremos tantas vezes, ver com os próprios olhos, tocar, ter provas de que Jesus ressuscitou. Tomé é o símbolo dessas dificuldades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Felizes os que viram», dizemos nós. Mas Jesus responde-nos: «Felizes os que acreditam sem terem visto». Não é por termos mais mérito, ao realizarmos uma tarefa mais difícil, porque não é de méritos que se trata. Somos felizes porque acreditamos com mais amor gratuito. Gratuito porque acreditamos sem provas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de Tomé ter exigido tocar, não é dito no texto que ele, depois, tenha de facto tocado. Não precisou de tocar: viu e ouviu e fez a mais bela e completa profissão de fé em todo o evangelho segundo São João. Na verdade, o título «meu Senhor e meu Deus», no contexto bíblico, só é aplicável ao próprio Yahweh, com Quem São Tomé identifica Jesus. «A fé vem pelo ouvido»: «Eu sou o Bom Pastor, as minhas ovelhas escutam a minha voz». As ovelhas conhecem a &lt;strong&gt;voz&lt;/strong&gt; do Pastor e vão a correr para Ele, sem necessidade de aparições.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Dia do Senhor os discípulos estão em casa e o Senhor aparece a dar-lhes a paz. «Casa» significa a Igreja, a comunidade. E é no Domingo e oito dias depois (e todos os oito dias!) que o Ressuscitado os visita. Eles também são os mesmos, mais um, menos um… É aqui, em casa, que encontramos o Ressuscitado. No Dia do Senhor e todos juntos! É aqui que ouvimos a &lt;strong&gt;voz&lt;/strong&gt; (a Palavra!) do Ressuscitado, que nos leva a professar a fé, como São Tomé. Quem anda à espera de provas para acreditar provas é coisa que nunca encontrará. Jesus recusa-se a fazer milagres para dar provas. Não O podemos ver, mas basta-nos ouvir a Sua voz. Não há provas, nem dEle nem contra Ele: o que há é a disponibilidade do nosso coração para O ouvir e acolher. Se O quisermos acolher tê-lo-emos connosco; senão, também não teremos provas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem fica sozinho no Dia do Senhor podendo vir à casa da comunidade, quem se recusa a reunir dizendo que reza sozinho, que se confessa a Deus e não precisa da Missa porque faz as suas orações… talvez tenha (ou não) uma experiência de Deus, mas não tem experiência do Ressuscitado, porque é quando nos reunimos que Ele nos visita.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Evangelho segundo São João conclui (concluía na redacção inicial) dizendo que foi escrito «para acreditardes» e «para que, acreditando, tenhais a vida». Até aos apóstolos custou a acreditar, de tão sobrenatural que é o acontecimento da ressurreição. Do mesmo modo que nem muitos dos que viram os milagres de Jesus acreditaram. «Quando vier o Filho do Homem encontrará fé sobre a terra?» Quem sabe até que ponto Jesus Cristo não terá sido o único verdadeiro crente! A fé é um passo arriscado, mas temos que ser nós (cada um de nós) a dá-lo! Exige de nós uma confiança profunda, como a que precisa a criança que avança desamparada para os braços estendidos da mãe quando aprende a andar. Se estivermos à espera de umas muletas em vez de arriscarmos avançar, mesmo com o medo de cair, nunca vamos aprender a andar. Temos que confiar no Pai, em vez de estar à espera que Ele nos segure sempre, se queremos aprender a caminhar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Senhor Jesus, meu Senhor e meu Deus, eu creio, mas aumenta a minha fé!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Domingo II da Páscoa, ano C&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-3241431879714748679?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/3241431879714748679/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=3241431879714748679' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3241431879714748679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3241431879714748679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/04/ver-para-crer.html' title='Ver para crer'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-4557802036684997251</id><published>2010-04-09T00:16:00.000+01:00</published><updated>2010-04-09T00:25:37.597+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>A Páscoa</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Origem da festa da Páscoa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A Páscoa começou por ser uma festa de pastores nómadas anterior a Moisés e comum a outros povos para além do povo hebreu. Era a festa da Primavera, quando a vida recomeçava, quando os pastores partiam com o gado em busca de novas pastagens. Na primeira lua cheia da Primavera sacrificava-se um cordeiro (Êxodo 3,18) cuja carne era assada ao fogo e comida com pão sem fermento e ervas amargas. Comia-se em situação de quem estava em viagem. O sangue do cordeiro (sangue, símbolo da vida) era aspergido sobre as entradas das casas ou tendas como prece para que fosse protegida a vida das pessoas e dos animais&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;A Páscoa e o Êxodo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;É este rito pastoril que os israelitas vão transformar na sua mais importante festa: a festa comemorativa da sua saída da escravidão do Egipto. Páscoa significa passagem: passagem da não-vida para a vida, a primavera do povo de Deus, a maneira extraordinária como Deus os reuniu, os libertou, os fez nascer como povo. Mas esta celebração nunca foi um simples recordar, não era pensar nos antepassados que foram, há séculos, libertos da escravidão. Não! Em cada geração, cada membro deste povo, ao celebrar todos os anos a Páscoa, há-de considerar-se a si mesmo como salvo do Egipto. Celebrar o Êxodo é torná-lo vivo, presente, é sentir que hoje Deus nos liberta de tantos "egiptos". É também uma festa de futuro, de esperança escatológica: celebrar a Páscoa é atirar-se na esperança para um futuro de vida que esperamos do SENHOR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Páscoa de Jesus&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A Páscoa de Jesus é a sua passagem deste mundo para o Pai. Na última ceia, Ele antecipa sacramentalmente a Sua entrega livre e consciente. Toda a Sua vida foi um fazer-Se pão partido para dar vida à humanidade (João 6); agora, em plena ceia da Páscoa judaica, Ele apresenta-Se como o verdadeiro Cordeiro pascal, que Se vai oferecer em sacrifício pela vida de todos. E a Páscoa judaica, recordação e esperança da grande libertação, é transformada, ultrapassada em absoluto: agora a Páscoa torna-se a libertação completa do pecado e da morte, torna-se o dom completamente gratuito da vida. É a Páscoa de Jesus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A nossa Páscoa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Pela celebração da eucaristia, esta Páscoa de Jesus, embora seja irrepetível, torna-se presente aqui e agora, para nós! É viver hoje a salvação de Jesus, de uma maneira ainda mais perfeita do que os judeus vivem hoje o Êxodo, apesar de terem passado séculos. E é esperança escatológica para o futuro. Celebrar a Eucaristia é tomar parte na doação pessoal de Jesus. É memória que torna presente Deus que actuou no passado em nosso favor, que actua no presente e há-de continuar a actuar no futuro. Cristo é a nossa Páscoa: viver a Páscoa é viver o próprio Cristo imolado e ressuscitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Publicado no Astrolábio, boletim das paróquias de Ervedal da Beira, Lagares da Beira, Lageosa, Lagos da Beira, Meruge, Seixo da Beira e Travanca de Lagos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bibliografia consultada: António Maria Bessa Taipa, &lt;em&gt;O Mistério da Páscoa&lt;/em&gt;, in &lt;em&gt;A Celebração do Mistério Pascal - Tríduo Pascal&lt;/em&gt; (VIII Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica), Boletim de Pastoral Litúrgica, Fátima Janeiro/Setembro de 1983, páginas 7 a 18.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-4557802036684997251?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/4557802036684997251/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=4557802036684997251' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/4557802036684997251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/4557802036684997251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/04/pascoa.html' title='A Páscoa'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-3076767132065814905</id><published>2010-03-11T11:41:00.000Z</published><updated>2010-03-11T15:06:53.378Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dissertação de mestrado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>O matrimónio é mais antropológico do que jurídico</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O matrimónio responde à realidade antropológica do ser humano, que existe sempre no masculino ou no feminino. São duas formas distintas e complementares de ser: de pensar, de sentir, de se manifestar, de se comportar, de agir... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O matrimónio responde a essa condição dupla de ser pessoa humana, à necessidade antropológica que homem e mulher sentem de compartilhar a sua existência com quem, a partir da diversidade do sexo, demonstra ser o amigo verdadeiro (Gn 2, 23-24). Na verdade, trata-se de uma realidade antropológica, muito antes de ser sócio-jurídica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, não estarão as recentes leis portuguesas (e estrangeiras, mais ou menos recentes) sobre os casamentos homossexuais a &lt;strong&gt;reduzir&lt;/strong&gt; o matrimónio a uma realidade jurídica, esquecendo completamente a sua essência antropológica? Creio que sim! De facto, é só na medida em que se considera o matrimónio como uma realidade exclusivamente jurídica que é possível alterar a sua configuração, porque a legislação é feita pelo homem e pode ser por ele alterada, enquanto a realidade antropológica é anterior a qualquer decisão, mesmo à decisão político-legislativa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-3076767132065814905?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/3076767132065814905/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=3076767132065814905' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3076767132065814905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3076767132065814905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/03/o-matrimonio-e-mais-antropologico-do.html' title='O matrimónio é mais antropológico do que jurídico'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5569215957118725910</id><published>2010-03-03T22:54:00.000Z</published><updated>2010-03-04T01:10:22.792Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflectindo'/><title type='text'>As catástrofes naturais e o verdadeiro sentido da vida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Nos últimos dias as más notícias, as grandes más notícias, como terramotos, enxurradas, ventos, mortos e feridos (umas vezes às dezenas e outras aos milhares) têm-se sucedido de uma maneira pouco comum… Ainda nem digerimos o choque de uma notícia e já estamos a receber outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que se passa com o Céu para mandar tantas desgraças sobre a terra? São acontecimentos dolorosos que sucedem: não é Deus que os manda, não são castigos, não são vinganças como se Deus estivesse ressentido por ter sido esquecido pelo mundo. Contudo, estas desgraças podem tornar-se, de alguma forma, um momento de graça, se forem reflectidas por nós: estes acontecimentos são uma chamada de atenção para o verdadeiro sentido da vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por vezes, podemos viver a vida perdendo-nos apenas no seu aspecto material, sem pensar em mais nada senão em enriquecer, procurar o luxo, as farras… As calamidades mostram-nos até que ponto esses bens são efémeros: não devemos por neles todo o sentido da nossa vida, porque podemos perdê-los de um momento para o outro. Muitas vezes, enganados por falsas promessas de felicidade, também nós nos afastamos de Deus, convencidos de que podemos encontrar a alegria e a paz sem Ele. Mas depois acabamos por nos encontrar sós e desiludidos, agarrados a seguranças passageiras numa condição de fracasso e de morte. Temos, portanto que nos agarrar ao Eterno. Temos que gozar este mundo mas sabendo que ele está sempre a mudar e que uma felicidade completamente depositada apenas no material pode ir por água abaixo na próxima enxurrada ou desmoronar-se no próximo terramoto. Tudo isto nos faz pensar (embora quase não o consigamos engolir!) que, &lt;strong&gt;mesmo quando o material significa o esforço de toda uma vida, essa vida precisa de continuar apesar de aquele bem material já não existir. Precisa de continuar e de continuar com um sentido.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«E aqueles dezoito sobre os quais caiu a torre de Siloé, matando-os, eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém? Não, Eu vo-lo digo; mas, se não vos converterdes, perecereis todos da mesma forma.» (Lucas 13, 4-5)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5569215957118725910?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5569215957118725910/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5569215957118725910' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5569215957118725910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5569215957118725910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/03/o-verdadeiro-sentido-da-vida.html' title='As catástrofes naturais e o verdadeiro sentido da vida'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-87793271729282309</id><published>2010-02-17T23:15:00.001Z</published><updated>2010-02-17T23:16:56.361Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflectindo'/><title type='text'>Dizer a mesma coisa de maneira diferente já é, de algum modo, dizer algo de novo.</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-87793271729282309?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/87793271729282309/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=87793271729282309' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/87793271729282309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/87793271729282309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/02/dizer-mesma-coisa-de-maneira-diferente.html' title='Dizer a mesma coisa de maneira diferente já é, de algum modo, dizer algo de novo.'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-8975970665837034415</id><published>2010-02-04T19:50:00.001Z</published><updated>2010-02-04T19:50:58.273Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>O sacerdócio comum e o sacerdócio ministerial</title><content type='html'>O sacerdócio ministerial é o sacerdócio dos bispos e padres (não dos diáconos); o sacerdócio comum dos fiéis é o sacerdócio de todos os baptizados. Sacerdote significa: aquele que oferece o sacrifício. E sacrifício significa oferta sagrada. Então, o sacerdote é aquele que oferece a Deus um sacrifício. Cristo é, a bem dizer, o único verdadeiro sacerdote (cf. Carta aos Hebreus): sacerdote único e eterno porque Se ofereceu a Si mesmo no altar da cruz. Ele próprio é, ao mesmo tempo, o sacerdote e a oferta.&lt;br /&gt;Chamamos sacerdotes aos padres porque, agindo «na pessoa de Cristo Cabeça» (cf. Catecismo Igreja Católica nº 1548), eles oferecem no altar o sacrifício de Cristo na Cruz, actualizado através da Eucaristia. Porém, todo o baptizado é, pelo seu baptismo, sacerdote, como Cristo.&lt;br /&gt;Então, sendo sacerdotes, que oferta sagrada é que oferecem a Deus? O cristão oferece a Deus em sacrifício a sua vida. Isto não que dizer que faça da sua vida um sacrifício=sofrimento, mas sim um sacrifício=oferta a Deus, oblação. Embora os seus sofrimentos também façam parte da sua oferta, pois o baptizado consagra ao seu Senhor toda a sua vida, tudo aquilo que é. Ele é consagrado pelo baptismo e pela unção do Espírito Santo para oferecer, mediante todas as obras do cristão, sacrifícios espirituais.&lt;br /&gt;Este «sacerdócio comum» é o de Cristo, único Sacerdote, do qual participam todos os seus membros (cf. Catecismo nº 1141). E é o selo baptismal os compromete e os torna capazes de: servir a Deus mediante uma participação viva na santa liturgia da Igreja; e de exercer o seu sacerdócio baptismal pelo testemunho duma vida santa e duma caridade eficaz (cf. Catecismo nº 1273).&lt;br /&gt;Sacerdócio comum e ministerial são duas participações no mesmo sacerdócio de Cristo, Único Sacerdote. Sacerdócio “comum” não quer dizer inferior. Bem pelo contrário, o sacerdócio ministerial (=dos bispos/padres) existe por causa do sacerdócio comum (=de todos os baptizados), e não o contrário. Na verdade, o sacerdócio comum dos fiéis realiza-se através do desenvolvimento do seu baptismo: vivendo uma vida de fé, esperança e caridade, uma vida segundo o Espírito. Ora, o sacerdócio ministerial proporciona ao baptizado os meios de que ele necessita para viver a vida divina que recebeu no baptismo. O sacerdote (padre) é um dispensador desses meios, principalmente dos sacramentos. Ninguém tem direito a ser padre: a comunidade é que tem direito a que ele seja padre!&lt;br /&gt;Mas os padres continuam a viver, também, o sacerdócio comum dos fiéis. Antes de serem padres são baptizados: «Convosco sou cristão; para vós sou bispo» (Santo Agostinho).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-8975970665837034415?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/8975970665837034415/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=8975970665837034415' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/8975970665837034415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/8975970665837034415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/02/o-sacerdocio-comum-e-o-sacerdocio.html' title='O sacerdócio comum e o sacerdócio ministerial'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-55585786362564299</id><published>2010-01-29T10:10:00.000Z</published><updated>2010-01-29T10:53:57.861Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dissertação de mestrado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>A Páscoa de Schillebeeckx</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/S2K0TjfaBRI/AAAAAAAAAzU/ALAJw0zTckY/s1600-h/Schillebeeckx.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 264px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5432102348599723282" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/S2K0TjfaBRI/AAAAAAAAAzU/ALAJw0zTckY/s400/Schillebeeckx.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Edward Cornelius Florentinus Alfonsus Schillebeeckx&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12 de Dezembro de 1914 – 23 de Dezembro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Teólogo flamengo dominicano, um dos teólogos mais importantes do século XX. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O principal autor que cito na minha dissertação de mestrado (Edward Schillebeeckx, &lt;em&gt;O Matrimónio, Realidade terrestre e mistério de salvação&lt;/em&gt;, Vozes, Petrópolis 1969).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Paz à sua Alma!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Saiba mais sobre Schillebeeckx clicando &lt;a href="http://amicor.pt/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=2452:schillebeeckx-um-teologo-feliz-&amp;amp;catid=59:opiniao&amp;amp;Itemid=84"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-55585786362564299?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/55585786362564299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=55585786362564299' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/55585786362564299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/55585786362564299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/01/pascoa-de-schillebeeckx.html' title='A Páscoa de Schillebeeckx'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/S2K0TjfaBRI/AAAAAAAAAzU/ALAJw0zTckY/s72-c/Schillebeeckx.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5501638545348546542</id><published>2010-01-27T15:18:00.001Z</published><updated>2010-02-20T09:52:08.878Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>O Evangelho não faz biografia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Aquilo que o Evangelho nos transmitiu acerca da infância de Jesus é quase nada: os quatro evangelistas contam-nos o nascimento de Jesus e a sua subida a Jerusalém aos doze anos e mais nada: tudo o resto, até aos trinta anos (idade com que Jesus começou a sua vida pública) é um grande apagão!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma de escrever dos evangelistas é muito própria. Os seus relatos não são tratados de história, nem crónicas jornalistas, nem sequer uma biografias de Jesus, mas formam um género literário próprio, à parte de todos esses: o género literário "evangelho". O evangelho é um género literário próprio que é escrito com o fim de levar os leitores à fé, a aderir à pessoa de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que os quatro evangelistas canónicos não contam todos os pormenores da vida de Jesus: fazem apenas uma selecção que sirva esse seu fim de chamar à fé. E por isso é com grande pena da nossa parte que vemos serem omitidos pormenores que satisfariam a nossa curiosidade: não sabemos, embora gostássemos muito, como foi a vida de Jesus até aos trinta anos e nem sequer sabemos qual era o seu aspecto físico. É, de facto, pena, mas isso não interessava aos evangelistas: era bom para satisfazermos a curiosidade, mas é irrelevante no que toca a introduzir o leitor na fé levando-o a ver em Jesus o Filho único de Deus, o único Salvador e a aderir a Ele (não só à Sua mensagem ou à Sua moral, mas também à Sua Pessoa!) com toda as forças e de todo o coração. Isso é muito mais importante, e era isso que interessava aos autores sagrados &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Algumas informações que haja no sentido de satisfazer a nossa curiosidade sobre pormenores da vida de Jesus, em especial acerca da infância, são baseadas, normalmente, em tradições apócrifas. Sei, por exemplo, que há uma tradição apócrifa que diz que São José morreu quando Jesus tinha 19 anos... ou que Jesus, em criança, para se divertir, brincava fazendo passarinhos de barro aos quais depois dava vida... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Igreja não proibe a leitura dos evangelhos apócrifos como leitura piedosa (sempre pessoal), embora considere que só os 4 evangelhos canónicos é que são Palavra de Deus. E isto desde o princípio (séc. II, pelo menos, ou seja, logo pouco depois da formação dos últimos livros do Novo Testamento). De facto, desde muito cedo que escritores eclesiásticos dos mais autorizados nos transmitem que nas suas comunidades são lidos estes e aqueles livros (os canónicos), pelo que é possível fazer listas dos livros bíblicos que desde o início da Igreja foram considerados canónicos pelas diversas comunidades: os que eram lidos na liturgia, os que eram apresentados como Palavra de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Claro que ninguém nos impede de levantar hipóteses com base noutras fontes históricas (profanas, da história civil) e arqueológicas ou em suposições lógicas. Por exemplo, há quem defenda que Jesus era fariseu, apesar de criticar tanto os fariseus... O Evangelho não diz nada sobre isso, mas podemos colocar a hipótese: apesar de criticar o legalismo dos fariseus (eles levavam tudo à letra, por vezes hipocritamente), Jesus diz que existe ressurreição dos mortos, tese que também era defendida pelo partido dos fariseus, por oposição ao partido dos sadudeus, os quais negava a ressurreição. Jesus aparece mesmo em confronto com os saduceus nesta questão (Marcos 12, 18-27). Mas certezas sobre se Ele sempre era ou não fariseu... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5501638545348546542?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5501638545348546542/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5501638545348546542' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5501638545348546542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5501638545348546542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/01/o-evangelho-nao-faz-biografia.html' title='O Evangelho não faz biografia'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5215101043954463</id><published>2010-01-23T11:18:00.000Z</published><updated>2010-01-23T11:23:55.336Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Oitavário pela unidade dos cristãos</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Todos os anos de 18 a 25 de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No princípio, a Igreja estava unida… Em 1050, depois de uma série de discussões teológicas e num contexto histórico polémico, houve a grande separação entre a Igreja Católica e as Igrejas Ortodoxas, que subsiste até hoje. No séc. XVI, o monge alemão Martinho Lutero deu início à Reforma Protestante. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estas duas grandes rupturas, com culpas das várias partes, mantêm os cristãos escandalosamente divididos. Nos séculos após os Descobrimentos, católicos e protestantes evangelizaram o mundo, mas fizeram-no levando para as novas terras o escândalo do Corpo de Cristo dividido e em guerra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na última ceia, o Senhor Jesus rezou assim ao Pai: &lt;em&gt;«Não rogo só por eles [os Apóstolos], mas também por aqueles que hão-de crer em Mim, por meio da sua palavra, para que todos sejam um só, como Tu, Pai, estás em Mim e Eu em Ti; para que assim eles estejam em Nós e o mundo creia que Tu me enviaste.»&lt;/em&gt; (João 17, 20-21). Católicos, protestantes e ortodoxos rezam o mesmo Credo, mas estão divididos há séculos… Uma Igreja assim dividida entristece profundamente o nosso Mestre e prejudica a eficácia do nosso testemunho e da evangelização. Por ocasião do encerramento do oitavário da unidade dos cristãos de 2008, Bento XVI disse: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;«Na conclusão da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, estamos ainda mais conscientes de quanto a obra da recomposição da unidade, que exige todas as nossas energias e esforços, seja contudo infinitamente superior às nossas possibilidades. A unidade com Deus e com os nossos irmãos e irmãs é um dom que provém do Alto, que brota da comunhão do amor entre Pai, Filho e Espírito Santo e que nela se aumenta e se aperfeiçoa. Não está em nosso poder decidir quando ou como esta unidade se realizará plenamente. Só Deus o poderá fazer!»&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Publicado também em &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://arciprestado-de-oliveira.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;http://arciprestado-de-oliveira.blogspot.com/&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; e no&lt;/em&gt; Astrolábio&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; &lt;em&gt;boletim das paróquias de Ervedal da Beira, Lagares da Beira, Lageosa, Lagos da Beira, Meruge, Seixo da Beira e Travanca de Lagos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5215101043954463?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5215101043954463/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5215101043954463' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5215101043954463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5215101043954463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/01/oitavario-pela-unidade-dos-cristaos.html' title='Oitavário pela unidade dos cristãos'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-6903630062802909880</id><published>2010-01-07T12:09:00.000Z</published><updated>2010-02-19T12:29:09.201Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflectindo'/><title type='text'>Ano Novo, melhor ano</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Há uma quadra que costumávamos cantar nas janeiras da Tuna Popular de Arganil que diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano novo, ano novo&lt;br /&gt;Ano novo melhor ano.&lt;br /&gt;Vimos cantar as janeiras&lt;br /&gt;Como é lei de cada ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sentimos a resistência do pessimismo… A crise económica, o desemprego… Todo isso faz vacilar a nossa fé de que virão dias melhores. Felizes seremos se, face a essa dura realidade, soubermos manter firme a esperança de que ano novo pode significar melhor ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrada num novo ano tem, na nossa mente, um efeito de purificação: é como uma folha em branco que temos pela frente, na qual podemos escrever de novo a nossa história. É como se recebêssemos uma nova oportunidade. Temos uma sensação psicológica de que as coisas se renovam e é bom que assim seja. Porque, faces às dificuldades reais, o que é preciso é este espírito de quem vê tudo com um novo olhar e espera possamos começar de novo. Porque só com este espírito estaremos em condições de enfrentar a tão dura realidade. É sabido que os doentes que sofrem a sua doença com o ânimo abatido retardam e prejudicam o seu tratamento, enquanto os que a sofrem com confiança melhoram com mais rapidez e eficácia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também no resto da vida é assim. Não deixemos morrer a fé de que hoje será melhor do que ontem e amanhã melhor do que hoje, porque isso também depende de nós, do modo como enfrentamos o novo ano. E temos a confiança no poder de Deus: se acreditamos no poder de Deus, veremos nos aspectos negativos apenas algo passageiro. «Erguei-vos e levantai a cabeça!» Ano novo melhor ano! Um bom 2010 para todos os leitores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Publicado no &lt;/em&gt;Astrolábio&lt;em&gt;, boletim das paróquias de Ervedal da Beira, Lagares da Beira, Lageosa, Lagos da Beira, Meruge, Seixo da Beira e Travanca de Lagos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-6903630062802909880?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/6903630062802909880/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=6903630062802909880' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6903630062802909880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6903630062802909880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/01/ano-novo-melhor-ano.html' title='Ano Novo, melhor ano'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5990265230017483740</id><published>2010-01-07T11:31:00.000Z</published><updated>2010-01-08T18:53:12.043Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Festa das Famílias em Aldeia Formosa</title><content type='html'>&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Festa das Famílias deste ano foi uma experiência muito positiva para todos os que passaram a tarde do passado Domingo, dia 3 de Janeiro, em Aldeia Formosa (Seixo da Beira), no salão da ARCAF. Houve uma redução do número de participantes em relação ao ano anterior (este ano estiveram presentes cerca de 150 pessoas), mas ganhámos pela qualidade e alegria do convívio. E nem por isso o salão da Associação de Aldeia Formosa deixou de ficar composto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Pelas 13h30m, o grupo de casais, a quem coube a responsabilidade da preparação deste encontro e a confecção do almoço, iniciou a distribuição de um saboroso rancho pelas mesas cheias de pessoas que vieram um pouco de todas as sete paróquias. De facto, mesmo que com poucas pessoas nalguns casos, não houve nenhuma das nossas sete paróquias que não estivesse representada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Depois do almoço, três jovens animaram o ambiente com as suas concertinas dando ocasião a um pouco de baile. De seguida, o grupo de casais, com a sua boa disposição e espírito de improviso, subiu ao palco e arrancou vivas gargalhadas dos presentes com uma divertida comédia sobre o atribulado Domingo de uma família de pessoas muito diferentes… E porque o improviso foi palavra de ordem, uma criança, o Afonso, de microfone em punho, surpreendeu toda a gente revelando-se um precoce candidato ao Festival da Canção! Seguiu-se um momento bastante aguardado. Na parede foram projectadas fotografias de todos os presépios das igrejas e capelas das nossas paróquias, que foram sujeitos à avaliação das coordenadoras da catequese no dia 27 de Dezembro. Depois de todos terem visto os presépios, foram revelados os vencedores: em 3º lugar, o das Seixas, com 104 pontos; em 2º lugar, o da igreja matriz de Meruge, com 110 pontos; e, em 1º lugar, os de Seixo da Beira e Vila Franca da Beira, ambos com 118 pontos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 13pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Foi, sem dúvida, uma verdadeira tarde de encontro e de autêntico convívio, onde todos contactaram com pessoas vindas de lugares tão diferentes e que, apesar de relativamente próximos, são ainda muito desconhecidos. Foi, por isso, um encontro de verdadeiro convívio, porque conviveram as famílias e porque tomámos consciência da beleza da família alargada que são as nossas sete paróquias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Publicado no &lt;em&gt;Astrolábio&lt;/em&gt;, boletim das paróquias de &lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;Ervedal da Beira, Lagares da Beira, Lageosa, Lagos da Beira, Meruge, Seixo da Beira e Travanca de Lagos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5990265230017483740?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5990265230017483740/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5990265230017483740' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5990265230017483740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5990265230017483740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2010/01/festa-das-familias-em-aldeia-formosa.html' title='Festa das Famílias em Aldeia Formosa'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-7950941547153772840</id><published>2009-12-23T17:02:00.000Z</published><updated>2010-01-07T12:12:31.026Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Os leigos na Igreja</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando se fala de leigos a tentação terrível e mais imediata é a de pensar naqueles que fazem as celebrações da Palavra e dizer: «Pois… Há falta de padres… Os leigos é que têm de fazer… têm que substituir…»&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez tenha sido a necessidade que nos fez acordar e ver que os leigos têm um papel activo na Igreja, mas não se trata de uma questão de necessidade: é &lt;strong&gt;vocação&lt;/strong&gt; dos leigos. Mais: essa vocação não se limita a celebrações, como se fossem substitutos dos padres. Sim, digo vocação, uma vocação muito própria, que nos é lembrada pelo Vaticano II na Apostolicam Actuositatem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«[Os leigos] são participantes do múnus sacerdotal, profético e real de Cristo […]. Exercem, com efeito, apostolado com a sua acção para evangelizar e santificar os homens e para impregnar e aperfeiçoar a ordem temporal com o espírito do Evangelho […]. E sendo próprio do estado dos leigos viver no meio do mundo e das ocupações seculares, eles são chamados por Deus para, cheios de fervor cristão, exercerem como fermento o seu apostolado no meio do mundo».&lt;/em&gt; (nº2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através do leigo, envolvido nas mais diversas áreas da sociedade, o testemunho cristão chega a lugares e pessoas a que nunca chegaria através de um padre!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-7950941547153772840?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/7950941547153772840/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=7950941547153772840' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/7950941547153772840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/7950941547153772840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/12/os-leigos-na-igreja.html' title='Os leigos na Igreja'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-88204556901357933</id><published>2009-12-06T23:03:00.000Z</published><updated>2010-02-19T12:29:33.652Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflectindo'/><title type='text'>É nosso!</title><content type='html'>&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;Há coisas que fazem parte do sentimento comum de um povo, coisas que herdamos e que, apesar de serem de todos, as sentimos como se fossem &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;de cada um de nós pessoalmente&lt;/b&gt;, apesar de serem de todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';"&gt;É o caso dos monumentos ou de espaços e objectos comuns de uma terra: a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;nossa&lt;/b&gt; igreja matriz, a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;nossa&lt;/b&gt; capela, o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;nosso&lt;/b&gt; miradouro, a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;nossa&lt;/b&gt; casa de convívio, o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;nosso&lt;/b&gt; órgão de tubos, o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;nosso&lt;/b&gt; santuário [do Mont'Alto], a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;nossa&lt;/b&gt; universidade, o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;nosso&lt;/b&gt; campanário, o túmulo do &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;nosso&lt;/b&gt; rei, o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;nosso&lt;/b&gt; castanheiro centenário, enfim, a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;nossa&lt;/b&gt; terra. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';"&gt;São símbolos daquilo que somos! São quase uma parte de nós!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;Qual é o arganilense que não sente um ardor especial no coração ao contemplar, ao vivo, o foral de Arganil? Ou a colecção de pesos e medidas que o rei ofereceu a Arganil juntamente com o foral? Ou a imagem do Menino Jesus do Senhor da Ladeira?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;Se alguma destas coisas desaparecesse, se fosse tragicamente destruída, sentíamo-nos como se nos tivessem cortado um bocado. O roubo, por exemplo, da imagem principal do santuário da nossa terra e da nossa devoção é muito mais do que um roubo material: é uma dor de alma, já para não falar da ofensa ao sentimento religioso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;Quando se recupera um monumento, mesmo que fique incompleto, por não ser possível recuperar todas as peças e reconstruí-lo na totalidade, o que mais interessa é que, mesmo incompleto, &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;está lá&lt;/b&gt;, e isso tem todo o valor! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;São coisas físicas, prendem-se com objectos materiais (de pedra, ...) mas é muito mais do que algo físico: tem a ver com a alma de um povo! &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';"&gt;Não é algo que dê dinheiro, mas ninguém duvide que é vital. Uma vez mais, «nem só de pão [nem dinheiro] vive o homem».&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-88204556901357933?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/88204556901357933/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=88204556901357933' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/88204556901357933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/88204556901357933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/12/e-nosso.html' title='É nosso!'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-3477903914391522727</id><published>2009-12-06T22:01:00.000Z</published><updated>2009-12-06T23:09:58.946Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>O fim e o início de um ano: Vem, Senhor Jesus!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Estamos no início do ano litúrgico. A Solenidade de Cristo Rei, que celebrámos, encerra o Tempo Comum e o ano litúrgico. No Domingo é o I do Advento trocámos, na liturgia, a cor verde pela cor roxa. O Advento inicia-se quatro domingos antes do Natal e termina ao entardecer do dia 24 de Dezembro, desembocando na comemoração do nascimento de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois grandes eixos em torno dos quais gira o ano litúrgico são: o ciclo da Páscoa (Quaresma e Tempo Pascal) que vai desde as Cinzas ao Pentecostes; e o ciclo do Natal (Advento e Tempo do Natal) que vai do Domingo I do Advento até à Epifania do Senhor. A Páscoa é a solenidade mais importante, porque comemora a morte e ressurreição do Senhor. Logo a seguir vem o Natal, que comemora a encarnação de Cristo, o Verbo de Deus. O tempo restante do ano é ocupado pelo Tempo Comum que, apesar do nome, não tem nada de vazio: comemora o próprio Mistério de Cristo na sua plenitude, principalmente aos domingos. O Domingo é a Páscoa semanal, o dia central para o cristão, o dia que sempre se celebrou na Igreja, ainda antes de haver a Páscoa anual ou o Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em latim, &lt;em&gt;Adventus&lt;/em&gt; significa &lt;strong&gt;vinda&lt;/strong&gt;: era o nome dado à visita de um rei, imperador ou divindade. O Tempo do Advento possui uma dupla característica: por um lado, é um tempo de preparação para o Natal, em que comemoramos a primeira vinda do Filho de Deus; mas, por outro lado, não é tempo de ficarmos à espera da primeira vinda de Cristo, como se Ele ainda não tivesse nascido, é tempo de esperarmos e prepararmos a segunda vinda de Cristo, no fim dos tempos. Por celebrar as duas vindas do Senhor, o Advento é um tempo de piedosa expectativa da vinda do Messias, além de se apresentar como um tempo de purificação de vida, no sentido de estarmos preparados, uma vez que o Senhor vem. Por isso, a sua cor é o roxo. E, por isso, o seu “grito” próprio é «Vem, Senhor Jesus!» (cf. Apocalipse 22, 20).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-3477903914391522727?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/3477903914391522727/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=3477903914391522727' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3477903914391522727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3477903914391522727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/12/estamos-no-inicio-do-ano-liturgico.html' title='O fim e o início de um ano: Vem, Senhor Jesus!'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-670361099702625799</id><published>2009-12-02T17:28:00.000Z</published><updated>2009-12-02T17:48:23.052Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Irrupções do insólito no quotidiano</title><content type='html'>Algures nos arredores de Coimbra, chegamos a certa rotunda e encontramos estas placas.&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;E ficamos a saber que devemos conturnar a rotunda, mas perguntamo-nos: &lt;span style="font-size:130%;"&gt;Centro de quê?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/Sxal01hiiGI/AAAAAAAAAv0/kbkrDQwrt-Y/s1600-h/P1100690.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410694329471764578" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/Sxal01hiiGI/AAAAAAAAAv0/kbkrDQwrt-Y/s400/P1100690.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Entremos na rotunda e dêmos uma voltinha para vermos a placa pelo outro lado e descobrirmos...&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Ah! Centro de Saúde!&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;Afinal até nem era nada de muito importante...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/Sxakz8r2UHI/AAAAAAAAAvs/ps1xMeZTzf8/s1600-h/P1100691.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 308px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410693214702555250" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/Sxakz8r2UHI/AAAAAAAAAvs/ps1xMeZTzf8/s400/P1100691.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-670361099702625799?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/670361099702625799/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=670361099702625799' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/670361099702625799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/670361099702625799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/12/irrupcoes-do-insolito-no-quotidiano.html' title='Irrupções do insólito no quotidiano'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/Sxal01hiiGI/AAAAAAAAAv0/kbkrDQwrt-Y/s72-c/P1100690.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-3334770072862180509</id><published>2009-11-25T17:44:00.000Z</published><updated>2009-11-25T18:20:27.087Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>A Nova Lei no Sermão da Montanha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;As bem aventuranças abrem o capítulo 5 do Evangelho segundo São Mateus. Mas as bem aventuranças são apenas o princípio de um longo discurso de Jesus que começa no capítulo 5 e se estende até ao fim do capítulo 8. Este é o famoso “Sermão da Montanha”, um sermão que contém o essencial da doutrina de Jesus, com a Sua leitura do Antigo Testamento, a sua exigência moral, a Sua proposta de caminho para alcançar a verdadeira felicidade, o modo de entrar no Reino dos Céus… Trata-se, portanto, de um discurso de grande importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sermão da Montanha é apresentado por São Mateus como discurso inaugural da Nova Lei do Reino de Deus. É um discurso que reúne diversas sentenças de Jesus nas quais se trata da nova justiça cristã. Ao texto das bem-aventuranças é o início desse discurso. Trata-se de um apelo de Jesus, em confronto com a Antiga Aliança, a quem deseja segui-lo.&lt;br /&gt;«Bem aventurados» significa «felizes»: é um modo bíblico de felicitar alguém por um dom recebido ou de anunciar uma alegria. Com tal expressão, Jesus indica quais são aqueles que se encontram em condições mais propícias de receberem o Reino de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É geralmente aceite que Jesus não disse aquele discurso daquela maneira nem todo seguido, mas que São Mateus teria reunido num só discurso o fundamental da doutrina que Jesus costumava ensinar. Teria concentrado ali o essencial da mensagem de Jesus. Por exemplo, São Mateus inseriu as bem aventuranças neste sermão, mas São Lucas insere-as num contexto diferente (ver Lucas 6, 20-26). São Mateus tem a intenção clara de reunir num só discurso o fundamental da mensagem de Jesus e da sua proposta de vida. Há características literárias que nos indicam isso. A começar pelo facto de acontecer na montanha. Jesus sobe ao monte, senta-Se e toma a palavra: o evangelista tem a preocupação de descrever cada um destes três elementos, o que indica claramente que se vai seguir um discurso longo e de capital importância:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«1Ao ver a multidão, Jesus subiu a um monte. Depois de se ter sentado, os discípulos aproximaram-se dele. 2Então tomou a palavra e começou a ensiná-los, dizendo…»&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no final do capítulo 8 vemos o encerramento do discurso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«28Quando Jesus acabou de falar, a multidão ficou vivamente impressionada com os seus ensinamentos, 29porque Ele ensinava-os como quem possui autoridade e não como os doutores da Lei.»&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nos podemos esquecer que São Mateus escreve para judeus convertidos e, por isso, apresenta Jesus como o no Moisés:&lt;br /&gt;Jesus sobe à montanha, como o novo Moisés, que subiu ao Monte Sinai; para dar ao Povo a Nova Lei (a Lei em que consiste a verdadeira felicidade, o necessário para entrar no Reino dos Céus), Nova Lei que, no fundo, não é mais do que a Lei de Moisés aperfeiçoada, levada ao seu pleno cumprimento, interpretada segundo o seu verdadeiro Espírito, e não de forma legalista nem redutora. O próprio Jesus diz no mesmo sermão da montanha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;17«Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas. Não vim revogá-los, mas levá-los à perfeição. 18Porque em verdade vos digo: Até que passem o céu e a terra, não passará um só jota ou um só ápice da Lei, sem que tudo se cumpra.»&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, Jesus não quer dizer que os 10 mandamentos não sejam válidos, simplesmente a Sua doutrina, expressa no sermão da montanha (bem aventuranças e não só…) é o pleno cumprimento dos 10 mandamentos, porque os interpreta correctamente e os leva até às últimas consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do sermão Jesus vai provar isto mesmo («não vim revogar a Lei, mas levá-la à perfeição») colocando lado a lado a Lei de Moisés e a Sua Nova Lei, dizendo «ouvistes o que foi dito… Eu, porém, digo-vos…». Vejamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Jesus aperfeiçoa e torna mais exigente a lei que manda não matar:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;21«Ouvistes o que foi dito aos antigos: Não matarás. Aquele que matar terá de responder em juízo. 22Eu, porém, digo-vos: Quem se irritar contra o seu irmão será réu perante o tribunal;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- Jesus aperfeiçoa e torna mais exigente a lei sobre o adultério:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;27«Ouvistes o que foi dito: Não cometerás adultério. 28Eu, porém, digo-vos que todo aquele que olhar para uma mulher, desejando-a, já cometeu adultério com ela no seu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;- E do divórcio:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;31«Também foi dito: Aquele que se divorciar da sua mulher, dê-lhe documento de divórcio. 32Eu, porém, digo-vos: Aquele que se divorciar da sua mulher - excepto em caso de união ilegal - expõe-na a adultério, e quem casar com a divorciada comete adultério.»&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- E dos juramentos:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;33«Do mesmo modo, ouvistes o que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás diante do Senhor os teus juramentos. 34Eu, porém, digo-vos: Não jureis de maneira nenhuma: nem pelo Céu, que é o trono de Deus, 35nem pela Terra, que é o estrado dos seus pés, nem por Jerusalém, que é a cidade do grande Rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A Nova Lei, feita pelo Novo Moisés, é a Lei do amor, mais exigente ainda do que a Lei antiga, porque restabelece a Antiga no seu verdadeiro espírito. Por isso torna-se ainda mais exigente. Esta Nova Lei é mais exigente porque é a Lei do amor e, portanto, leva o amor até às últimas consequências:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;38«Ouvistes o que foi dito: Olho por olho e dente por dente. 39Eu, porém, digo-vos: Não oponhais resistência ao mau. Mas, se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a outra. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;43«Ouvistes o que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. 44Eu, porém, digo-vos: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem. […] 46Porque, se amais os que vos amam, que recompensa haveis de ter?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A famosa lei do «olho por olho, dente por dente», conhecida como «lei de Talião» era já um grande avanço em relação à lei da vingança de sangue: na lei da vingança de sangue, se alguém me causa um dano há-de pagar com um dano ainda maior do que aquele que me fez a mim; na lei de Talião, se alguém me causa algum dano eu tenho direito a vingar-me causando-lhe um dano igual, mas nunca superior àquele que me foi causado. Mas Jesus vai mais além do que isto, fala em dar a outra face!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus quer estabelecer o verdadeiro espírito da Lei, quer que ela seja cumprida por amor, e não por hipocrisia nem vaidade, para os outros verem: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1«Guardai-vos de fazer as vossas boas obras diante dos homens, para vos tornardes notados por eles; de outro modo, não tereis nenhuma recompensa do vosso Pai que está no Céu. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;5«Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar de pé nas sinagogas e nos cantos das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;16«E, quando jejuardes, não mostreis um ar sombrio, como os hipócritas, que desfiguram o rosto para que os outros vejam que eles jejuam. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Jesus recomenda ainda a pobreza, a confiança na Providência, a humildade, etc.: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;19«Não acumuleis tesouros na terra, […]. 20Acumulai tesouros no Céu &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;31Não vos preocupeis, dizendo: ‘Que comeremos, que beberemos, ou que vestiremos? […] 33Procurai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais se vos dará por acréscimo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;1«Não julgueis, para não serdes julgados; 2pois, conforme o juízo com que julgardes, assim sereis julgados; e, com a medida com que medirdes, assim sereis medidos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a grande questão se os mandamentos continuam “em vigor” ou se já não há 10 mandamentos porque as bem-aventuranças/sermão da montanha os substituíram, Jesus responde claramente dizendo que não vem abolir a Lei mas completá-la e que «o que quiserdes que vos façam os homens, fazei-o também a eles, porque isto é a Lei e os Profetas». A expressão «Lei e Profetas» significa todo o Antigo Testamento: todo ele se resume no amor, em amar o próximo como a nós mesmos.&lt;br /&gt;(Mais tarde Jesus vai aperfeiçoar ainda mais, dizendo para amar não como a nós mesmos, mas como Ele nos amou).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por aqui já vê porque é que os 10 mandamentos que aprendemos na catequese são diferentes dos que aparecem no Antigo Testamento. O 5º mandamento, por exemplo, dizia, simplesmente, «Não matarás»; mas na catequese aprendemos «Não matar nem causar dano no corpo ou na alma a si mesmo e ao próximo». Porque o mandamento proibia matar, mas agredir fisicamente e moralmente também são pecados, mesmo que não se chegue ao estremo de matar. Como disse Jesus, «ouvistes o que foi dito aos antigos: Não matarás; Eu, porém, digo-vos: quem se irritar contra o seu irmão será réu perante o tribunal».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dar uma “carga de porrada” a alguém e depois ficar tranquilo a pensar que não se pecou porque o mandamento diz apenas «não matarás» é ficar no legalismo, prender-se à letra da Lei; o que Jesus propõe, com a Sua Nova Lei é sair do legalismo, não nos agarrarmos à letra do texto mas ao seu Espírito e reflectirmos: será que basta não matar? Agredir não será já um pecado semelhante ao matar? Será que caluniar alguém já não é, de algum modo, “matar”? Ou, se não o é, os sentimentos e desejos não serão os mesmos? É a que a Lei de Jesus é diferente do direito (canónico ou civil): Jesus não se move numa esfera jurídica, porque aí o que conta são os factos positivos, os actos consumados independentemente das intenções; para Jesus o que importa não é a lista limpa, mas o coração puro, as intenções, a atitude interior, que é a raiz da exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, as bem aventuranças e o sermão da montanha não pretendem substituir os 10 mandamentos: «Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas». Apenas nos dão a sua verdadeira interpretação, introduzem-nos no verdadeiro espírito dos 10 mandamentos: «Não vim revogá-los, mas levá-los à perfeição.»&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-3334770072862180509?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/3334770072862180509/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=3334770072862180509' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3334770072862180509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3334770072862180509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/11/nova-lei-no-sermao-da-montanha.html' title='A Nova Lei no Sermão da Montanha'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-3962325090606764212</id><published>2009-11-17T15:30:00.000Z</published><updated>2009-11-17T15:38:55.222Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Se tu visses o que eu vi!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SwLCPSi551I/AAAAAAAAAuc/-lN4x0jARXs/s1600/P1100703.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405096070730082130" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SwLCPSi551I/AAAAAAAAAuc/-lN4x0jARXs/s400/P1100703.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;Mas é que vi mesmo! E fotografei tal e qual, não é montagem! Aconteceu nas Secarias!&lt;br /&gt;Afinal, podemos atravessar ou não? É que é por causa de hesitações destas que as pessoas e os gatos são atropelados...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-3962325090606764212?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/3962325090606764212/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=3962325090606764212' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3962325090606764212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3962325090606764212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/11/se-tu-visses-o-que-eu-vi.html' title='Se tu visses o que eu vi!'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SwLCPSi551I/AAAAAAAAAuc/-lN4x0jARXs/s72-c/P1100703.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-8199979640235930070</id><published>2009-10-18T01:46:00.000+01:00</published><updated>2009-10-18T23:46:25.461+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Um bicho feio</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/StpnrdLe4yI/AAAAAAAAAps/GWSNamo5_rY/s1600-h/P1090156.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393737499994415906" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/StpnrdLe4yI/AAAAAAAAAps/GWSNamo5_rY/s400/P1090156.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um bicho feio&lt;br /&gt;Do nada aparece.&lt;br /&gt;Porque o receio?&lt;br /&gt;Malvado parece!&lt;br /&gt;Mas não é verdade:&lt;br /&gt;Na realidade,&lt;br /&gt;Amizade me oferece.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/StpmnkhNBXI/AAAAAAAAApk/qFEinln64ck/s1600-h/P1090157.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 301px; DISPLAY: block; HEIGHT: 365px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393736333733463410" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/StpmnkhNBXI/AAAAAAAAApk/qFEinln64ck/s400/P1090157.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-8199979640235930070?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/8199979640235930070/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=8199979640235930070' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/8199979640235930070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/8199979640235930070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/10/um-bicho-feio.html' title='Um bicho feio'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/StpnrdLe4yI/AAAAAAAAAps/GWSNamo5_rY/s72-c/P1090156.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-8798424298238096607</id><published>2009-09-26T12:24:00.000+01:00</published><updated>2009-10-04T11:23:03.330+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dissertação de mestrado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>A doutrina do matrimónio em Lutero e Calvino</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/Sr36yUMBYYI/AAAAAAAAAlQ/c6vAoCRDuug/s1600-h/558px-Luther46c.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 298px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385736471724515714" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/Sr36yUMBYYI/AAAAAAAAAlQ/c6vAoCRDuug/s320/558px-Luther46c.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;O matrimónio é, para Martinho Lutero, uma realidade simplesmente mundana, da ordem da criação, e não um sacramento. Trata-se de um preceito divino dado ao homem («crescei e multiplicai-vos»), portanto, à excepção dos inaptos e daqueles «que Deus libertou por um dom sobrenatural»&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;, todos têm a obrigação de se casarem. Mas, precisamente por ser da ordem da criação, é anterior ao Evangelho e, portanto, segundo Lutero, não depende do Evangelho. Consequentemente, não está sob a jurisdição da Igreja, mas do Estado.&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Lutero considera que não é possível inserir o matrimónio nos parâmetros da definição de sacramento, a saber: a promessa de graça e a instituição divina por Cristo. Tanto Lutero como Calvino afirmam com toda a veemência a incapacidade dos homens para instituir sacramentos e recusam a sacramentalidade de qualquer alegado sacramento cuja instituição não esteja clara e literalmente expressa nas páginas do Evangelho. Em relação a Ef 5, 32, Lutero afirma, com Erasmo, que a palavra «mystérion» se refere apenas a Cristo e à Igreja, e Calvino defende que a correcta tradução para latim de «mystérion» é «arcanum» (o que daria «secret» ou «mystère» em francês) e não «sacramentum». João Calvino defende que o matrimónio é sinal da união de Cristo com a Igreja, mas isso não faz dele um sacramento. Com efeito, na Institutio christiana, Calvino rejeita a sacramentalidade do matrimónio e a autoridade da Igreja sobre ele porque considera que Cristo não instituiu nenhum sinal destinado a santificar o matrimónio nem fez nenhuma promessa de graça em relação a ele.&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O pai do protestantismo afirma que o matrimónio depende da disciplina do Estado, ao qual é delegada a autoridade paterna. O divórcio é um pecado, conforme a doutrina da indissolubilidade proclamada no Evangelho, mas o Estado tem o poder de o regulamentar para impedir abusos, e é permitido o novo casamento da parte inocente à luz excepção de Mt 5, 32 e 19, 9. Para além dos impedimentos que são referidos no Levítico, Lutero, empenhado em refutar o poder da Igreja sobre os matrimónios dos fiéis, rejeita quaisquer outros impedimentos matrimoniais: rejeita os impedimentos de consanguinidade, de afinidade, de parentesco espiritual, de ordens sacras ou votos religiosos e de decência pública. Acusa também de inválidas, porque simoníacas e escandalosas, as dispensas de impedimentos conseguidas mediante o pagamento de taxas. Além disso, admite o divórcio com base em Mt 5, 32 e em Mt 19, 9, permitindo também o re-casamento do cônjuge inocente. Tudo porque, segundo diz, nada há na Escritura que permita concluir que o matrimónio é um sacramento, nem sequer Ef 5, onde «mystérion» deve ser traduzido por «misterium» e não por «sacramentum».&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tanto Lutero como Calvino insistem na obrigatoriedade da publicidade do noivado. A liturgia não é essencial ao matrimónio mas é moralmente obrigatória para quem quiser contrair matrimónio cristão.&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn5" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No seu pessimismo antropológico, Martinho Lutero vê o matrimónio como uma realidade corrompida pelo pecado e como remédio para a concupiscência. Martinho Lutero é profundamente influenciado pelo pessimismo antropológico de Santo Agostinho e de muitos dos seus próprios contemporâneos (é a época da «Imitação de Cristo», as procissões de penitentes autoflagelantes, etc.). Trata-se da visão de um homem radicalmente marcado pelo pecado e totalmente incapaz de algo bom. Isto é particularmente notório no que toca à sexualidade, em relação à qual esta mentalidade antropologicamente pessimista é particularmente avessa. Parece-me que a teologia matrimonial luterana é contraditória e que o matrimónio sempre foi para Lutero como uma pedra no sapato: nunca conseguiu inseri-lo convincentemente no conjunto da sua doutrina. Em 1520, Lutero, ao tratar os sacramentos no De captivitate babilonica, diz, por um lado, que o matrimónio, sendo da ordem da natureza, é de uma obrigatoriedade geral. Mas, por outro lado, diz também que permanece ligado ao pecado, sob a influência da concupiscência, não havendo sequer diferença entre a fornicação e o uso normal da sexualidade no matrimónio. Até porque, segundo Lutero, o pecado original nem sequer é apagado pelo baptismo. E é aqui que está a contradição, o grande desconcerto da doutrina matrimonial luterana: é obrigatório, mas é pecado! O pessimismo antropológico de Martinho Lutero, particularmente acentuado no que toca à sexualidade, não lhe permitiu, a meu ver, conciliar coerentemente o matrimónio e a sexualidade com a concupiscência e o pecado original, dando origem à contradição de uma concupiscência obrigatória.&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn6" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;NOTAS:&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Citado por Bernard Sesboüé, O matrimónio, in História dos dogmas, tomo 3, Edições Loyola, São Paulo 2005, página 171.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Cf. Bernard Sesboüé, O matrimónio, in História dos dogmas, tomo 3, Edições Loyola, São Paulo 2005, página 171.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Cf. Bernard Sesboüé, O matrimónio, in História dos dogmas, tomo 3, Edições Loyola, São Paulo 2005, página 171 e Emilio Aliaga Girbés, Compendio de Teología del Matrimonio, Edicep, México – Santo Domingo – Valencia 1994, página 133.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Cf. Bernard Sesboüé, O matrimónio, in História dos dogmas, tomo 3, Edições Loyola, São Paulo 2005, página 171 e Emilio Aliaga Girbés, Compendio de Teología del Matrimonio, Edicep, México – Santo Domingo – Valencia 1994, página 133.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn5" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; Cf. Bernard Sesboüé, O matrimónio, in História dos dogmas, tomo 3, Edições Loyola, São Paulo 2005, página 171.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn6" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; Cf. Emilio Aliaga Girbés, Compendio de Teología del Matrimonio, Edicep, México – Santo Domingo – Valencia 1994, página 133.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-8798424298238096607?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/8798424298238096607/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=8798424298238096607' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/8798424298238096607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/8798424298238096607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/09/doutrina-do-matrimonio-em-lutero-e.html' title='A doutrina do matrimónio em Lutero e Calvino'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/Sr36yUMBYYI/AAAAAAAAAlQ/c6vAoCRDuug/s72-c/558px-Luther46c.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5629586002239958639</id><published>2009-09-25T12:48:00.000+01:00</published><updated>2009-09-26T15:38:38.043+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dissertação de mestrado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Um sacramento no Novo Testamento?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Apesar de o Novo Testamento não usar a palavra sacramento nem ter a consciência de uma sacramentalidade em sentido técnico, há pelo menos dois sacramentos que aparecem no Novo Testamento e, concretamente, em São Paulo, que, não sendo tidos como «sinais eficazes da graça», são considerados meios pelos quais aqueles que os recebem passam a viver com Jesus Cristo o seu mistério pascal. São o baptismo e a eucaristia.&lt;br /&gt;«As convergências entre o Baptismo e a Eucaristia são impressionantes: recebê-los é participar no transe de morte-ressurreição de Cristo ou, se ousarmos dizê-lo (mas Paulo não tem medo de fórmulas atrevidas; não as receemos também nós!), viver com Jesus Cristo o mistério pascal. Com esta conclusão, começa&amp;shy;-se a precisar bem a teologia sacramental de S. Paulo.»&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;A grande questão agora é se é possível aumentar a dupla baptismo - eucaristia, ou seja, se há no epistolário paulino mais algum sinal (gestos, ritos, atitudes) que, tal como o baptismo e a eucaristia, associem os que neles participam ao mistério pascal de Cristo. Segundo Michel Quesnel, «o amor conjugal condiz bastante bem com esta defi&amp;shy;nição»&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;, conforme se pode ler em Efésios 5, 25-26:&lt;br /&gt;«Maridos, amai as vossas mulheres, como tam&amp;shy;bém Cristo amou a Igreja e por ela Se entregou, para a santificar, purificando-a no banho da água pela palavra da vida».&lt;br /&gt;E Michel Quesnel comenta, dizendo:&lt;br /&gt;«[Nesta passagem da Carta aos Efésios], S. Paulo pede aos maridos que imitem a atitude de Cristo, que Se entregou pela Sua Igreja à morte. O que ele propõe é uma identificação com Cristo, análoga à que se vive pelo Baptismo ou pela Eucaristia. A alusão ao Baptismo do versículo 26: «O banho de água pela palavra da vida» favorece o paralelo: o matrimónio é, segundo S. Paulo, um sacra&amp;shy;mento. […] Três gestos, três «sacramentos» levam o cristão a viver o itinerário de amor de Cristo (morte e ressurreição): o Baptismo e a Euca&amp;shy;ristia, em primeiro lugar, podendo acrescen&amp;shy;tar-se-lhes o amor conjugal».&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Não é por acaso que Quenel escreve a palavra «sacramentos» entre aspas. Na verdade, a palavra «sacramento» não aparece em São Paulo. Veremos que no versículo 32 São Paulo classificará este mistério como um «grande mistério», em grego «mytérion», mas que apesar de tal palavra ser traduzida pela Vulgata por «sacramentum», tal tradução não é a mais adequada.&lt;br /&gt;Se o matrimónio é, para São Paulo, um sacramento não é porque «mystérion» signifique sacramento, mas sim por causa da participação no mistério pascal de Cristo implicada na vivência matrimonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade terrena do matrimónio é iluminada e ganha um novo sentido com Cristo. No Novo Testamento percebemos com toda a clareza algo que já estava presente no Antigo mas não de forma tão explícita: a realidade terrena não é apenas reveladora da realidade divina, mas é, também ela, revelada pela realidade divina. Mais ainda, com o mistério pascal de Cristo as realidades não só são reveladas como são mesmo transfiguradas, porque ganham um novo sentido. De facto, Ele renova todas as coisas (Cf. Ap 21, 5). Em Efésios 5, 21-33, São Paulo apresenta o amor de Cristo pela Igreja como modelo do amor conjugal. Sem dúvida que o matrimónio humano revela o de Cristo; mas aqui, nesta perícopa, é sobretudo o matrimónio humano que é revelado e ganha um novo sentido. De facto, o «grande mistério» de que São Paulo fala não é o matrimónio humano, mas a união de Cristo e da Igreja; e esse mistério tão grande é expresso com os termos do matrimónio humano, o que significa uma revelação e dignificação deste: afinal, o matrimónio terreno é como a união de Cristo com a Igreja. Ao dizer aos maridos «amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja» (v. 25), São Paulo apresenta o amor de Cristo pela Igreja como modelo do amor do marido pela esposa, e não o contrário.&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;«Como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela» (v. 25): o facto de, agora, o matrimónio humano ser à imagem do matrimónio de Cristo com a Igreja é, na verdade, um grande salto qualitativo. Isto quando se trata de um matrimónio entre cristãos, como parece ser deixado bem claro por São Paulo, que fala para cristãos e, portanto, aplica o que diz aos matrimónios daqueles para quem fala.&lt;br /&gt;Este salto de qualidade que se realiza no matrimónio cristão, isto é, daqueles que se casam «no Senhor» e, portanto, com esta referência (e não só referência, mas eficácia, que provém da sua enxertia em Cristo mediante o baptismo) permite-nos descobrir a sacramentalidade do matrimónio já em São Paulo, apesar de mytérion não significar sacramento.&lt;br /&gt;Os sacramentos brotam do mistério pascal de Cristo. Descobrimos em Efésios 5 que é já desde São Paulo que existe a consciência de que o mistério pascal de Cristo transforma e redime toda a vida daqueles que aderem a Ele. E no caso do matrimónio ocorre uma transformação que Efésios 5 mostra ser algo mais do que uma redenção vaga e genérica: Cristo dá-lhe, de facto, um sentido novo.&lt;br /&gt;Mystérion, em combinação com a palavra hebraica sôdh, significa em São Paulo «um decreto divino escondido que se revela de maneira velada no decurso do tempo», é uma «maneira velada de revelar» que ao mesmo tempo indica «um sentido muito mais profundo e diz muito mais do que parece à primeira vista». O mistério é o facto de marido e esposa serem «uma só carne», citando Gn 2, 24. Para Paulo, o «uma só carne» do Génesis é tipologia daquilo que acontece entre Cristo e a Igreja. Mas, mesmo que o texto do Génesis não tivesse qualquer relação com Cristo e a Igreja, o Apóstolo salvaguarda logo no versículo seguinte que, de qualquer modo, deve o marido amar «a sua mulher como a si mesmo», e que «a mulher respeite o seu marido» (Ef 5, 33).&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn5" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;«Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela». Referências ao banho nupcial da noiva antes do casamento, como vemos em Ez 16, 9 «Banhei-te em água, lavei o sangue que te cobria e ungi-te com azeite». Esse banho aqui é o baptismo (Ef 5, 26). Cristo entrega-Se (v. 25) e morre para ganhar uma noiva digna de Si, santa e imaculada: a morte de Cristo, que no baptismo é simbolizada pelo descer às águas, é que purifica a noiva e a torna santa e imaculada.&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn6" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Ef 5 21-33 insere-se no desenvolvimento que Paulo faz da sua doutrina eclesiológica: Cristo é a cabeça da Igreja, que é o seu Corpo. Até chegar a este ponto, mencionou duas vezes a palavra cabeça (1, 22; 4, 15) e seis vezes a palavra corpo (1,23; 2,16; 3,6; 4,4; 4,12; 4,16). Toda esta doutrina eclesiológica, Cristo cabeça da Igreja, é agora aplicada ao matrimónio para depois ser recuperada pela eclesiologia com um notável enriquecimento tanto para a doutrina eclesiológica como matrimonial. No seguimento da teologia que Paulo desenvolve até aqui acerca do Corpo de Cristo, Ef 5, 21-33 gira em torno do tema do corpo e da carne ou, mais concretamente, em torno da expressão «uma só carne», citação de Gn 2, 24. Agora o marido é a cabeça da mulher, tal como até aqui Cristo era a cabeça da Igreja (v. 23). E tal como Cristo amou o seu Corpo, que é a Igreja, também o maridos devem amar as esposas como o seu próprio corpo. E como a Igreja é Corpo de Cristo, também as esposas são corpo do marido, porque «serão os dois uma só carne». Se são os dois «uma só carne», amar a esposa é amar-se a si mesmo (v. 28), e cuidar dela é como cuidar o próprio corpo, essa carne sua que ela também é. Trata-se de tornar-se um.&lt;br /&gt;Cristo, que ama, redime e cuida da Igreja é apresentado como modelo do marido («Assim devem também os maridos…», v. 28), e a ideia original da costela de Adão (Gn 2, 21-22), da qual Eva é tirada (daí serem uma ó carne), é levada às suas consequências mais profundas e ganha um sentido que era completamente inesperado no Antigo Testamento.&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn7" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; O conjunto (cap. 5-6) é parenético, mas «agir como Cristo agiu para com a Igreja tem um sentido muito mais forte do que as outras exortações.&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn8" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;É arriscado falar em «sacramentos» numa fase tão precoce do desenvolvimento da teologia como é o Novo Testamento, mas creio que, tendo em conta esta relação do matrimónio com o mistério pascal e as suas semelhanças com o baptismo e a eucaristia, aspectos aqui salientados por Quesnel, é possível afirmar que havia já em São Paulo a consciência da sacramentalidade do matrimónio, embora as palavras «sacramento» e «sacramentalidade» não apareçam no epistolário paulino.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;NOTAS:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Michel Quesnel, &lt;em&gt;As origens dos sacramentos&lt;/em&gt;, Editorial Perpétuo Socorro, Porto 1982, página 37.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Michel Quesnel, página 37.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Michel Quesnel, página 38.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Cf. Edward Schillebeeckx, &lt;em&gt;O Matrimônio, Realidade terrestre e mistério de salvação&lt;/em&gt;, Vozes, Petrópolis 1969, p. 111.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn5" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; Cf. Edward Schillebeeckx, O Matrimônio, Realidade terrestre e mistério de salvação, Vozes, Petrópolis 1969, pp. 112.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn6" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; Cf. Edward Schillebeeckx, pp. 113 e 114.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn7" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; Cf. Edward Schillebeeckx, p. 115.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn8" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; Cf. Edward Schillebeeckx, p. 117.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5629586002239958639?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5629586002239958639/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5629586002239958639' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5629586002239958639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5629586002239958639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/09/um-sacramento-no-novo-testamento.html' title='Um sacramento no Novo Testamento?'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-7005545245664975729</id><published>2009-09-06T16:23:00.000+01:00</published><updated>2009-09-06T16:24:27.187+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><title type='text'>Setembro</title><content type='html'>Em Setembro finda o Estio,&lt;br /&gt;Jorram do céu as primeiras chuvas.&lt;br /&gt;Grandes feiras animam as praças.&lt;br /&gt;Despem-se as vinhas das tintas uvas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tintas e brancas enchem poceiros&lt;br /&gt;Em doce, pegajoso vindimar;&lt;br /&gt;Acartadas em ladeiras de suor,&lt;br /&gt;Pisam-se e fermentam no lagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai-se o calor mas ainda haverá&lt;br /&gt;Dias felizes p'ra festejar.&lt;br /&gt;Céu de prata, chuva de cristal&lt;br /&gt;Refrescando a terra e o ar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-7005545245664975729?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/7005545245664975729/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=7005545245664975729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/7005545245664975729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/7005545245664975729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/09/setembro.html' title='Setembro'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-584588940332836190</id><published>2009-08-16T00:04:00.000+01:00</published><updated>2009-08-16T11:48:33.449+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>A Assunção de Nossa Senhora ao Céu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043563"&gt;INTRODUÇÃO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que a compreensão e o estudo dos dogmas estão intimamente ligados ao percurso histórico que cada dogma teve ao longo da história da Igreja, decidi desenvolver esta investigação sobre a Assunção de Maria em duas partes. Na primeira parte (A Assunção através dos séculos), farei o percurso histórico desde que há notícias da Assunção na história da Igreja até às vésperas da definição dogmática da Assunção de Nossa Senhora ao Céu em corpo e alma, por Pio XII em 1950. Na segunda parte (A definição dogmática), uma vez que a Constituição Apostólica da definição do dogma não se limita a defini-lo mas apresenta também uma sistematização teológica de grande valor, analiso os seus fundamentos teológicos e termino assinalando o discurso posterior, nomeadamente do Concílio Ecuménico Vaticano II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043564"&gt;1. A Assunção através dos séculos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043565"&gt;1.1. Os primeiros séculos da Igreja&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além do silêncio das Escrituras em relação ao destino final de Maria, também a tradição escrita nada nos deixou dos três primeiros séculos da era cristã. É, portanto, apenas entre os finais do século IV e os finais do século V que encontramos os primeiros testemunhos. E, apesar de não se ter formado um movimento anti-assuncionista com grande força de oposição, não foi sem dificuldade que os escritores eclesiásticos pró-assuncionistas dessa época, com o intuito principal de implantarem entre o seu povo a celebração litúrgica da Assunção, procuraram fazer remontar esta doutrina à era apostólica. Não é de admirar este silêncio dos primeiros séculos, uma vez que os Padres desta época combatiam as heresias cristológicas dos docetas e valentinianos e também as doutrinas dos colidirianos que apresentavam Maria como se fosse uma deusa. Posteriormente, e apoiando-se no facto da celebração litúrgica, muitos pró-assuncionistas socorreram-se do axioma de São Basílio que diz: «Quando na Igreja universal se comemora uma solenidade litúrgica da qual se ignora o tempo preciso da sua aparição, há que remontar a sua origem aos tempos apostólicos»&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;. Em todo o caso, se é no século V que aparecem os relatos apócrifos do Trânsito de Maria, supomos que se baseiem em tradições orais mais antigas. Entra, deste modo em vigor o princípio Lex orandi, lex credendi. É Pio XII que diz na Constituição em que proclamou o dogma: «A Liturgia da Igreja não cria a fé católica, mas supõe-na; e é dessa fé que brotam os ritos sagrados, como da árvore os frutos»&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            O primeiro testemunho que temos sobre a Assunção é o de Santo Epifânio, que escreveu entre 374 e 377. Já naquela época grassava na cristandade uma certa tendência mariólatra. A piedade popular venerava Maria quase como se fosse uma deusa, um ser praticamente etéreo, sem carne, sem história, sem nascimento, sem morte… E é para combater essa veneração desencarnada que Santo Epifânio escreve sobre a morte de Maria. Havia que venerar a sua morte, o seu transitus, tal como se venerava o dies natalis dos mártires (ou seja, o dia do seu martírio), para restituir a Maria a feição humana que lhe pertence. Para isso Santo Epifânio investigou a história e as tradições palestinenses, e levantou três hipóteses:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)      Maria morreu mártir;&lt;br /&gt;2)      Maria morreu, simplesmente;&lt;br /&gt;3)      Maria foi assunta ao Céu sem qualquer morte precedente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, Santo Epifânio não chega a qualquer conclusão por falta de dados. Não há qualquer notícia sobre como foi o fim terreno de Maria (se morreu ou não e de que maneira) nem de qualquer sepultura sua. Ainda assim não deixa de referir que o seu fim sobre a terra foi acompanhado de numerosos prodígios e que Maria possui já a sua carne no Reino dos Céus.&lt;br /&gt;Santo Efrém transmitiu-nos a tradição segundo a qual o corpo virginal de Maria não sofreu a corrupção depois da morte.&lt;br /&gt;Testemunho de particular importância nesta época é o de Timóteo, presbítero de Jerusalém, que num sermão&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt; de datação difícil (entre os finais do século IV e os inícios do século V) diz-nos que Maria «é imortal» porque Cristo a trasladou para os «lugares da Assunção». Há no texto um sentido que indica claramente uma assunção corporal, e não apenas uma etérea elevação da alma ao Céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos relatos apócrifos do Trânsito de Maria, apareceram provavelmente no século V, segundo os críticos, e é possível encontrar neles os seguintes elementos comuns:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)      Maria recebe a notícia da sua morte e a ajuda para superar o temor diante dela;&lt;br /&gt;2)      Todos os Apóstolos se reúnem miraculosamente em volta do seu leito;&lt;br /&gt;3)      A Virgem morre de morte natural;&lt;br /&gt;4)      Há uma intervenção judaica hostil durante o enterro;&lt;br /&gt;5)      Uma vez sepultada, ressuscita miraculosamente e é elevada ao Paraíso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sublinhar a ideia de uma morte singular da Mãe do Senhor, estes escritos vão influenciar a reflexão posterior sobre a Assunção.&lt;br /&gt;Ainda no século V o Papa Leão Magno defende que se Adão tivesse sido perseverante na observância da lei que lhe foi dada, teria sido conduzido em corpo e alma à Glória. Foi o que sucedeu a Maria, isenta de pecado. Foi provavelmente no século V que a festa chegou a Roma, como prova a oração para a festa de quinze de Agosto do Sacramentário Gelasiano:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Recebei, Senhor, os dons que Vos oferecemos na repetida solenidade da Bem Aventurada Maria, porque redunda em Vosso louvor que verdadeiramente tenha sido elevada à Vossa Glória».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043566"&gt;1.2. O século VI&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O século VI tem uma importância particular na história deste dogma, e é no Oriente que se desenrola agora a acção principal. Por decreto do imperador Maurício foi fixada a quinze de Agosto a festa da «Dormição», como se chama ainda hoje no Oriente a este mistério da vida de Maria. O nome de Assunção é o que vai prevalecer no Ocidente a partir do século VIII, como veremos. Mas até lá usou-se o termo «Dormitio» para designar o trânsito de Maria deste mundo para a eternidade.&lt;br /&gt;Na Igreja Copta celebra-se, ainda hoje, a morte de Maria a dezoito de Janeiro e a sua Assunção na primeira quinzena de Agosto, enquanto na Igreja bizantina o imperador Maurício transferiu a festa de dezoito de Janeiro para quinze de Agosto. Na Igreja síria jacobita comemora-se a festa da Virgem Maria a treze de Agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043567"&gt;1.3. A partir do século VII&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um período em que as opiniões se dividiram, tanto no Oriente como no Ocidente. Trata-se agora especificamente da Assunção de Maria enquanto Assunção corporal. Ninguém negou que Maria tivesse sido elevada ao Céu, mas ao lado dos que afirmavam a Assunção corporal de Maria (por exemplo, Santo André de Creta e São João Damasceno) outros houve, também de grande autoridade, que professaram não se saber qual foi o destino final da Bem Aventurada Virgem Maria sobre esta terra (por exemplo, Santo Isidoro de Sevilha e São Beda o Venerável, entre outros), pelo que, apesar de professarem que Maria já se encontra na Glória, consideravam ser leviano dizer que Maria lá se encontrasse também já em corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043568"&gt;1.4. O argumento de conveniência&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos autores do século VIII escreveram a favor da Assunção corporal usando o chamado «argumento de conveniência». É o caso de São Germano de Constantinopla que defende que não era conveniente, seria mesmo impossível, que a morada de Deus, o sacrário vivo da Santíssima Trindade se dissolvesse, prisioneira da morte e do túmulo. Também para Santo André de Creta Maria não podia apodrecer no sepulcro porque não convinha à sua maternidade divina, nem à sua santidade, nem à sua virgindade perpétua. Além disto Santo André de Creta afirmou ainda que, após a Assunção, Maria passou a ser «mediadora da Lei e da Graça». São João Damasceno, que fala mais claramente da Assunção ao Céu em corpo e alma, afirma, recorrendo igualmente ao argumento de conveniência, que Maria foi assunta por ser Imaculada, graças à sua pureza, derivada de ter sido preparada para ser Mãe de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043569"&gt;1.5. De Dormição a Assunção&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Roma, sob Sérgio I, celebrava-se a festa da Dormição já no século VII, juntamente com outras festas marianas: a Natividade, a Purificação e a Anunciação. É a partir do século VIII que o termo «Dormição» é substituido por «Assunção» no Ocidente. Isto ocorreu quando a festa se estendeu de Roma para a França e Inglaterra, com o Sacramentário enviado pelo Papa Adriano I ao imperador Carlos Magno, tomando o nome de Assumptio S. Mariae. No Oriente, como vimos, a festa mantém ainda hoje o nome de «Dormição». Esta mudança de nome suscitou o problema da ressurreição imediata do corpo de Maria. Na verdade, é um tema ainda hoje em discussão, se Maria teria chegado a experimentar a morte, ainda que por breve tempo, ou se nem sequer teria chegado a morrer. Pio XII deixou esta questão em aberto ao definir o dogma, até porque não se trata de uma questão fundamental. Esta mudança de nome marcou duas posições doutrinais que se debateram nos séculos seguintes: a dos que sustentavam como certa a ressurreição imediata do corpo de Maria; e a dos que, à falta de dados bíblicos e patrísticos, a admitiam apenas como uma piedosa sentença, ainda que professassem a preservação do seu corpo da corrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043570"&gt;1.6. A Assunção em corpo e alma&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043571"&gt;1.6.1. No Oriente&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi desde muito cedo que se estabeleceu nas Igrejas Orientais uma profunda convicção acerca da glorificação corporal de Maria após a morte, tornando-se a Dormição a maior de todas as festas marianas. Para isso muito contribuiu o decreto do imperador Andrónico II (séculos XIII e XIV), que tornou Agosto um mês todo ele dedicado a este mistério. O maior argumento no Oriente a favor da Assunção em corpo e alma era o túmulo de Maria vazio. Hoje, mesmo as Igrejas Orientais que não reconhecem a autoridade da definição solene de Pio XII consideram com unanimidade moral a Assunção corporal de Maria ao Céu como uma piedosa e antiga crença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043572"&gt;1.6.2. No Ocidente&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a época carolíngia até ao século XIII os teólogos vão tentar justificar teologicamente esta crença da Igreja na Assunção em corpo e alma. Para isso seguirão o seguinte esquema:&lt;br /&gt;- A Mãe e o Filho estão profundamente unidos segundo a carne&lt;br /&gt;- O Filho foi glorificado no Seu corpo&lt;br /&gt;- Logo, sob pena de quebrar a unidade da Mãe e do Filho, convém glorificar corporalmente a Mãe com o seu Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Ocidente os dois maiores exemplos da discussão em torno da Assunção em corpo e alma são uma Carta de Pseudo Jerónimo (contra a Assunção corporal) e a Carta de Pseudo Agostinho De Assumptione Beatae Mariae Virginis (a favor da Assunção corporal).&lt;br /&gt; A Carta de Pseudo Jerónimo (possível autoria de Pascásio Radberto) alerta as monjas Paula e Eustóquia contra um texto apócrifo do Trânsito de Maria. Diz que Maria «migrou do corpo» mas não que migrou «com» o corpo, ou corporalmente, e que não se deve aceitar como facto algo que é tão duvidoso. A propósito do argumento do túmulo vazio, contra-argumenta que também uma lenda fala do túmulo vazio de São João e nem por isso se diz que São João tenha sido corporalmente assunto ao Céu. Finalmente, não há dados escriturísticos que apoiem uma assumptio corporis de Maria.&lt;br /&gt;Pseudo Agostinho foi o autor que lançou os alicerces da teologia da Assunção no Ocidente, com a Carta De Assumptione Beatae Mariae Virginis. Diz que Maria não partilhou a maldição de Eva, deu à luz sem dor, conservando a virgindade intacta. Conheceu a morte, mas não foi sua prisioneira. Se a sua virgindade foi conservada intacta, certamente que poderia também ser conservada, pelo seu Filho, imune da corrupção. Tanto mais que a carne de Maria é também a carne de Jesus. E Jesus disse que onde Ele estivesse aí estariam também os seus discípulos. Aquele que não permite que nem sequer um cabelo da cabeça dos seus santos caia sem a sua permissão certamente que conservou a integridade do corpo e alma da sua Mãe.&lt;br /&gt;            Portanto, apesar de algumas opiniões contrárias (aliás bastante minoritárias), criou-se Ocidente, tal como no Oriente, um ambiente bastante favorável à crença na Assunção corporal de Maria logo após a sua morte, quer ao nível popular, quer ao nível teológico. Os nomes mais importantes da teologia escolástica a favor da Assunção em corpo e alma foram Santo Alberto Magno, São Tomás de Aquino e São Boaventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043573"&gt;1.7. A Assunção vista pela Reforma Protestante&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XVI os protestantes, devido aos seus motivos metodológicos e à sua revolta contra o culto mariano católico, negaram esta crença. À semelhança do que aconteceu relativamente a outros pontos “quentes” no confronto com a Reforma, a negação dos protestantes acicatou a afirmação dos católicos, e, por reacção, o mistério da Assunção passou de piedosa crença a doutrina quase segura entre os católicos, tanto para os teólogos como para o povo.&lt;br /&gt;            Do lado católico os principais nomes que defenderam energicamente a Assunção a partir do século XVI são: São Francisco de Sales, Santo Afonso Maria Ligório, São Pedro Canísio e Suarez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043574"&gt;1.8. As petições e a preparação da definição dogmática&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do século XVII são numerosas as petições que chegam a Roma vindas um pouco de todo o mundo católico no sentido de a Assunção de Maria ao Céu em corpo e alma ser definida como dogma. A primeira foi a o Padre Cesáreo Shagunin, mas muitas outras se seguiram. Entre as mais famosas contam-se a do Cardeal Sterckx, a do Mons. Sánchez e a da rainha Isabel II de Espanha (1863). Os Padres do Vaticano I também fizeram esta mesma petição, como se pode ler no número 7 da Munificentíssimus Deus: «De fato, sucedeu que não só os simples fiéis, mas até aqueles que, em certo modo, personificam as nações ou as províncias eclesiásticas, e mesmo não poucos Padres do Concílio Vaticano pediram instantemente à Sé Apostólica esta definição». Mas o Concílio foi interrompido e adiado sine die com a chegada das tropas de Garibaldi a Roma.&lt;br /&gt;As petições foram às centenas até 1941! Entre 1879 e 1880 o bispo beneditino Vaccari levou a cabo uma forte campanha assuncionista, mas o Santo Ofício silenciou o assunto até 1900. Em 1900 ressurge o movimento assuncionista mas desta vez em França, no congresso mariano realizado em Lião, que apresentou à Santa Sé a sua petição da definição dogmática. O movimento espalhou-se pelo mundo e o santuário de Pompeia tornou-se um grande centro de propaganda. Apesar de algo inibido pelos modernistas, este movimento ganhou grande força nas primeiras décadas do século XX graças a estes congressos.&lt;br /&gt;E até ao ano de 1944 setenta e três por cento dos bispos residenciais havia pedido a definição dogmática. Em 1942 os padres jesuítas Hentrich e De Moos recolheram e publicaram todas essas petições sob o título Petitiones de Assumptione corporea B. M. Virginis in coelum definenda ad S. Sedem delatae. Reunidos os documentos concluiu-se que o consenso do mundo católico era unânime quanto a esta questão, uma vez que as poucas dúvidas que existiam se deviam sobretudo à velha questão da ausência de testemunhos bíblicos da Assunção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043575"&gt;1.9. A favor e contra antes da definição&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bispos que apoiavam a definição do dogma, alguns defendiam que estava explicitamente revelado na Sagrada Escritura. Outros apelavam a uma tradição oral não escrita procedente dos Apóstolos. A maioria fundamentava-se na fé unânime da Igreja. As opiniões divergiam na explicação do porquê do dogma. Uns pensavam-no como consequência da maternidade divina, outros da Imaculada Conceição, outros ainda da sua função soteriológica.&lt;br /&gt;Alguns teólogos católicos, tais como Döllinger, J. Ernest e Altaner, opuseram-se à petição da definição dogmática por não encontrarem fundamentos motivações bíblicas, históricas ou teológicas que justificassem tal definição. As críticas que apontavam eram as seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O túmulo vazio não é argumento, pois podia ter sido esvaziado. O mesmo se diga da ausência de relíquias da Virgem.&lt;br /&gt;2. A celebração da festa da Assunção/Dormição não pode fundamentar um dogma, há que perguntar antes se a festa devia ter começado a ser celebrada! Uma vez mais afloram as questões: Será que a celebração foi um meio de expressar a fé do Povo de Deus, ou foi ela que provocou esta fé no Povo? A liturgia limita-se a testemunhar os dogmas ou também os gera?&lt;br /&gt;3. A única tradição oral não evangélica é a dos relatos apócrifos, aliás bastante tardios.&lt;br /&gt;4. A prova escriturística apresentada não é séria nem convincente (Salmo 44 (45), Salmo 131 (132), Cântico dos cânticos 8, 5).&lt;br /&gt;5. Também a referência ao sensus fidelium lhes parecia insuficiente por si só, sem outras comprovações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043576"&gt;2. A definição dogmática&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043577"&gt;2.1. A consulta ao episcopado&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicação da Traditio divino-apostolica et Assumptio B. M. V., de G. Filograssi, professor da Universidade Gregoriana, publicada como preparação para a definição dogmática, expressava o pensamento oficioso da Santa Sé e os princípios em que se fundamentaria a Constituição dogmática da definição.&lt;br /&gt;Pio XII consultou os bispos (juntamente com os seus fiéis) através da encíclica Deiparae Virginis (um de Maio de 1946). A este propósito, podemos ler no número 11 da Munificentissimus Deus: «Mas como se tratava de assunto de tanta importância e transcendência, julgámos oportuno rogar directa e oficialmente a todos os nossos veneráveis irmãos no episcopado, que nos quisessem manifestar explicitamente a sua opinião. Para tal fim, no dia primeiro de Maio de 1946, dirigimos-lhes a carta encíclica "Deiparae Virginis Mariae" em que fazíamos esta pergunta: "Se vós, veneráveis irmãos, na vossa exímia sabedoria e prudência, julgais que a assunção corpórea da santíssima Virgem pode ser proposta e definida como dogma de fé, e se desejais que o seja, tanto vós como o vosso clero e fiéis…"». A imensa maioria dos bispos respondeu positivamente a esta consulta, o que não nos causa estranheza, uma vez que já sabemos que anos antes quase três quartos dos bispos não só não discordavam do teor do dogma como pediram mesmo a sua definição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043578"&gt;2.2. A Constituição Apostólica Munificentissimus Deus&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, Pio XII procedeu à solene definição dogmática de 1950. Foi a primeira vez (e única, até hoje) que, após a definição do dogma da infalibilidade pontifícia, em 1870, o Papa fez uma definição dogmática ex cathedra com carácter infalível. É no número 44 da Munificentissimus Deus que o dogma é definido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Pelo que, depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus omnipotente que à Virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta Mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos S. Pedro e S. Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial».&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Munificentissimus Deus define a Assunção em corpo e alma como divinamente revelada e limita-se a afirmar a Assunção sem indicar como foi concretamente o fim terreno de Maria. Isto porque, propositadamente, não tem intenções de entrar na clássica e polémica questão: Maria chegou a morrer de facto antes de ser assunta ou nem sequer chegou a experimentar verdadeiramente a morte? É verdade que refere a morte de Maria no número 14 («[Os fiéis] não tiveram dificuldade em admitir que, à semelhança do seu unigénito Filho, também a excelsa Mãe de Deus morreu»), mas tratava-se aí de relatar o percurso histórico, e não propriamente de definir o dogma.&lt;br /&gt;A constituição dogmática ressalta a dimensão cristológica da Assunção e considera-a o coroar do caminho (de séculos) da fé da Igreja acerca do fim de Maria sobre a terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043579"&gt;2.3. Os fundamentos teológicos da Constituição&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Para além de definir o dogma, esta Constituição tem a vantagem de apresentar um pouco da sua história e os argumentos teológicos que fundamentam a definição, que são os que se seguem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043580"&gt;2.3.1. A Imaculada Conceição&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Constituição Munificentissimus Deus deixa bem patente que a Assunção (corporal) de Maria de deve à sua Conceição Imaculada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Mas Deus quis exceptuar dessa lei geral a bem-aventurada Virgem Maria. Por um privilégio inteiramente singular ela venceu o pecado com a sua Concepção Imaculada; e por esse motivo não foi sujeita à lei de permanecer na corrupção do sepulcro, nem teve de esperar a redenção do corpo até ao fim dos tempos. Quando se definiu solenemente que a Virgem Maria, Mãe de Deus, foi imune desde a sua concepção de toda a mancha, logo os corações dos fiéis conceberam uma mais viva esperança de que em breve o supremo magistério da Igreja definiria também o dogma da assunção corpórea da Virgem Maria ao céu».&lt;a style="mso-footnote-id: ftn5" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«…com um único decreto de predestinação, Imaculada na sua concepção, sempre virgem, na sua maternidade divina, generosa companheira do divino Redentor que obteve triunfo completo sobre o pecado e as suas consequências, alcançou por fim, como suprema coroa dos seus privilégios, que fosse preservada da corrupção do sepulcro, e que, à semelhança do seu divino Filho, vencida a morte, fosse levada em corpo e alma ao céu, onde refulge como Rainha à direita do seu Filho, Rei imortal dos séculos»&lt;a style="mso-footnote-id: ftn6" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043581"&gt;2.3.2. O Magistério da Igreja e o testemunho dos fiéis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, está de acordo com o Magistério da Igreja e com o consenso dos fiéis, o que indica que é uma verdade divinamente revelada pelo Espírito Santo, que actua na Igreja e no seu Magistério:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«E aqueles que "o Espírito Santo colocou como bispos para reger a Igreja de Deus" (Act 20, 28) quase unanimemente deram resposta afirmativa a ambas as perguntas. Essa "singular concordância dos bispos e fiéis" (2) em julgar que a assunção corpórea ao céu da Mãe de Deus podia ser definida como dogma de fé, mostra-nos a doutrina concorde do magistério ordinário da Igreja, e a fé igualmente concorde do povo cristão – que aquele magistério sustenta e dirige – e por isso mesmo manifesta, de modo certo e imune de erro, que tal privilégio é verdade revelada por Deus e contida no depósito divino que Jesus Cristo confiou a sua esposa para o guardar fielmente e infalivelmente o declarar. […] Por essa razão, do consenso universal do magistério da Igreja, deduz-se um argumento certo e seguro para demonstrar a assunção corpórea da bem-aventurada Virgem Maria».&lt;a style="mso-footnote-id: ftn7" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;[7]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043582"&gt;2.3.3. A antiguidade da crença&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lemos nos números 13, 14 e 15:&lt;br /&gt;«Desde tempos remotíssimos, pelo decurso dos séculos, aparecem-nos testemunhos, indícios e vestígios desta fé comum da Igreja; fé que se manifesta cada vez mais claramente. Os fiéis, guiados e instruídos pelos pastores, […] não tiveram dificuldade em admitir que, à semelhança do seu unigénito Filho, também a excelsa Mãe de Deus morreu. Mas essa persuasão não os impediu de crer expressa e firmemente que o seu sagrado corpo não sofreu a corrupção do sepulcro, nem foi reduzido à podridão e cinzas aquele tabernáculo do Verbo Divino. Pelo contrário, os fiéis iluminados pela graça e abrasados de amor para com aquela que é Mãe de Deus e nossa Mãe dulcíssima, compreenderam cada vez com maior clareza a maravilhosa harmonia existente entre os privilégios concedidos por Deus àquela que o mesmo Deus quis associar ao nosso Redentor. […] Patenteiam inequivocamente esta mesma fé os inumeráveis templos consagrados a Deus em honra da assunção de nossa Senhora, e as imagens neles expostas à veneração dos fiéis, que mostram aos olhos de todos este singular triunfo da Santíssima Virgem».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043583"&gt;2.3.4. A liturgia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz o número 16:&lt;br /&gt;«De modo ainda mais universal e esplendoroso se manifesta esta fé dos pastores e dos fiéis, com a festa litúrgica da assunção celebrada desde tempos antiquíssimos no Oriente e no Ocidente. Nunca os santos padres e doutores da Igreja deixaram de haurir luz nesta solenidade, pois, como todos sabem, a sagrada liturgia, "sendo também profissão das verdades católicas, e estando sujeita ao supremo magistério da Igreja, pode fornecer argumentos e testemunhos de não pequeno valor para determinar algum ponto da doutrina cristã"». E no número 19: «O nosso predecessor S. Sérgio I, ao prescrever as ladainhas, ou a chamada procissão estacional, nas festas de nossa Senhora, enumera simultaneamente a Natividade, a Anunciação, a Purificação e a Dormição».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o número mais fundamental quanto a este aspecto é talvez o 20:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«A Liturgia da Igreja não cria a fé católica, mas supõe-na; […] os santos Padres e doutores nas homilias e sermões que nesse dia fizeram ao povo, não foram buscar essa doutrina à liturgia, como a fonte primária; mas falaram dela aos fiéis como de coisa sabida e admitida por todos».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043584"&gt;2.3.5. Os Padres da Igreja&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos números 21 a 23, o Papa apresenta os testemunhos de Padres como São João Damasceno, São Germano de Constantinopla e cita ainda um documento atribuído a São Modesto de Jerusalém, o Encomium in Dormitionem Sanctissimae Dominae nostrae Deiparae semperque Virginis Mariae.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043585"&gt;2.3.6. Os teólogos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pio XII dedica todo o texto desde o número 24 até ao número 37 a fazer o percurso histórico da teologia da Assunção até aos dias de hoje. Nesse percurso destaca-se o chamado «Período Áureo», com Santo Alberto Magno e São Tomás de Aquino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043586"&gt;2.3.7. A Escritura e a conveniência&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao entrar na parte da fundamentação escriturística, no número 38, o Papa recorre ainda ao clássico argumento de conveniência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Todos esses argumentos e razões dos santos Padres e teólogos apoiam-se, em último fundamento, na Sagrada Escritura. Esta apresenta-nos a Mãe de Deus extremamente unida ao seu Filho, e sempre participante da sua sorte. Pelo que parece quase que impossível contemplar aquela que concebeu, deu à luz, alimentou com o seu leite, a Cristo, e o teve nos braços e apertou contra o peito, estivesse agora, depois da vida terrestre, separada dele, se não quanto à alma, ao menos quanto ao corpo»&lt;a style="mso-footnote-id: ftn8" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;[8]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            No entanto, é de notar que Pio XII não faz deste argumento, como o fizeram muitos teólogos medievais, um argumento absoluto ou uma prova infalível, uma vez que fala numa quase impossibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043587"&gt;2.3.8. Os fundamentos bíblicos&lt;/a&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn9" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftn9" name="_ftnref9"&gt;[9]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia, só por si, pode ser usada abusivamente. Mas a Patrística e a Tradição da Igreja dão-nos a chave correcta para a sua leitura autêntica. Deste modo, Pio XII, ao definir solenemente o dogma, vai enunciando na Constituição Apostólica passagens da Sagrada Escritura que lhe servem de fundamento, que são as que se seguem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Génesis 3, 15: «E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar». Esta passagem do Génesis é conhecida como proto-evangelho por ser o primeiro anúncio de salvação que aparece na Escritura.&lt;br /&gt;Logo após a queda, depois de o pecado ter entrado no mundo, Deus descreve o combate que sempre e constantemente se há-de travar entre a descendência da mulher e a descendência da serpente. É uma luta que é tão velha como a humanidade e que esta sempre a ser travada contra o pecado e a morte. A partir daquele “momento” primordial (não sentido cronológico, mas no sentido daquilo que é a própria condição humana) a humanidade está ferida pelo mal, e não voltará a ser a mesma: «tu lhe ferirás o calcanhar». Mas a descendência da mulher não será aniquilada, nem a descendência da serpente levará a melhor: «esta te ferirá a cabeça».&lt;br /&gt;2. Êxodo 20, 12: «Honra o teu pai e a tua mãe».&lt;br /&gt;3. Isaías 60, 13: «Glorificarei o lugar dos meus pés».&lt;br /&gt;4. Salmo 45: «À Vossa direita a Rainha ornada com ouro de Ofir».&lt;br /&gt;5. Salmo 132, 8: «Levantai-Vos, SENHOR, e entrai no Vosso repouso».&lt;br /&gt;6. Cântico dos cânticos 3, 6: «Quem é esta que sobe do deserto, como colunas de fumaça, perfumada de mirra, de incenso e de toda a sorte de pós aromáticos?»&lt;br /&gt;7. Lucas 1, 28: «Avé Maria, cheia de graça».&lt;br /&gt;8. Apocalipse 12: «Uma mulher revestida de sol».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043588"&gt;2.4. Posteriormente, o Vaticano II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após grande discussão sobre o lugar que Maria havia de ter nos documentos do Concílio, os Padres acabaram por falar da Mãe de Deus na Constituição sobre a Igreja, uma vez que ela é a figura da Igreja escatológica e o elemento mais nobre da Igreja. Assim diz o número 59 da Lumen Gentium:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Finalmente, a Virgem Imaculada, preservada imune de toda a mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrena, foi elevada ao céu em corpo e alma e exaltada por Deus como rainha, para assim se conformar mais plenamente com seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda o número 68:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Entretanto, a Mãe de Jesus, assim como, glorificada já em corpo e alma, é imagem e início da Igreja que se há-de consumar no século futuro, assim também, na terra, brilha como sinal de esperança segura e de consolação, para o Povo de Deus ainda peregrino, até que chegue o dia do Senhor».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc238043589"&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. V., (dir: DE FIORES, Stefano e MEO, Salvatore), Nuevo Diccionario de Mariología, Ediciones Paulinas, Madrid 1988&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. V., La Assuncion de Maria, B.A.C., Madrid 1951&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARVALHO, Maria Manuela de, Maria Figura da Graça, Universidade Católica Editora, Lisboa 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE FIORES, Stefano, María Madre de Jesús, Secretariado Trinitário, Salamanca 2002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAREDES, José García, Mariología, B.A.C., Madrid 1995&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SCHILLEBEECKX, E. H., Maria, Mãe da Redenção, Ed. Vozes, Petrópolis 1966&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;NOTAS:&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Citado em A. V., La Assuncion de Maria, B.A.C., Madrid 1951, página 97.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Munificentissimus Deus, número 20.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Sermo V, in Simonem Prophetam, citado em A. V., La Assuncion de Maria, B.A.C., Madrid 1951, página 99.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Denzinger 3903.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn5" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; Munificentissimus Deus, números 5 e 6.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn6" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; Munificentissimus Deus, número 40.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn7" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; Munificentissimus Deus, número 12.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn8" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; Munificentissimus Deus, número 38.&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn9" title="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=623125917434228796&amp;amp;postID=584588940332836190#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;[9]&lt;/a&gt; Cf.: SERRA, A., in A. V., (dir: DE FIORES, Stefano e MEO, Salvatore), Nuevo Diccionario de Mariología, Ediciones Paulinas, Madrid 1988, páginas 258 a 263.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-584588940332836190?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/584588940332836190/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=584588940332836190' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/584588940332836190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/584588940332836190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/08/assuncao-de-nossa-senhora.html' title='A Assunção de Nossa Senhora ao Céu'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5910262825755367481</id><published>2009-06-11T11:00:00.000+01:00</published><updated>2009-06-11T11:40:49.043+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotografia'/><title type='text'>Um homem também chora</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SjDWEWb4t1I/AAAAAAAAAWw/9d2_gxSnDGU/s1600-h/um+homem+tambÃ©m+chora.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346008127919142738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SjDWEWb4t1I/AAAAAAAAAWw/9d2_gxSnDGU/s400/um+homem+tamb%C3%A9m+chora.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Roma, no monumento aos mortos da guerra (popularmente conhecido pelo nome depreciativo de "máquina de escrever").&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5910262825755367481?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5910262825755367481/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5910262825755367481' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5910262825755367481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5910262825755367481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/06/um-homem-tambem-chora.html' title='Um homem também chora'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SjDWEWb4t1I/AAAAAAAAAWw/9d2_gxSnDGU/s72-c/um+homem+tamb%C3%A9m+chora.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-9185642895853577235</id><published>2009-05-19T23:14:00.000+01:00</published><updated>2010-02-19T12:29:55.067Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflectindo'/><title type='text'>A teoria é a realidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A teoria é o que de mais real existe. A teoria corresponde à realidade porque apresenta cada uma das realidades tal como elas são na sua essência. A teoria não é uma abstracção elaborada que tenha valor em si mesma e só por ser abstracção elaborada. Não, ela é a realidade. Se não o fosse seria algo inútil. A palavra «teoria» está conotada vulgarmente com o significado de utopia, abstracção, enfim, é uma palavra usada para significar tudo o que é considerado longe da vida real e concreta. Mas a teoria é a descrição da natureza das coisas. E é por isso que ela é, ao mesmo tempo, tão importante e tão real. Tão real como o chão em que estou assente!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Acredito profundamente que a teoria é da máxima importância para compreender a realidade. Se assim não fosse para que serviria? A realidade só não corresponde à teoria quando não está a acontecer conforme a sua essência, a sua natureza. E, nesse caso, não tem sentido! É uma realidade que perde toda a sua razão de ser. Quando a realidade não corresponde à teoria gera-se o curto-circuito da auto contradição. O cúmulo da auto contradição é o suicídio, ou algo semelhante, isto é, a vida a matar-se. A teoria é, portanto, a matriz da realidade, o seu dever-ser. Relegar a teoria para o mundo das nuvens é pactuar com a desordem caótica e auto contraditória, com o caos que por vezes se instala no cosmos. NÃO! NUNCA!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Se isto vos parece muito… teórico, vejam o princípio da igualdade fundamental dos seres humanos. A teoria diz: «Todos os homens são iguais», isto é, com os mesmos direitos, a mesma dignidade, etc. Assim, o varredor de ruas é tão importante como o presidente de Câmara. Porém, na prática toda a gente olha para o presidente como alguém de dignidade superior, enquanto o varredor é desprezado por quase todos. Mas nem por isso o varredor deixa de ser tão importante, tão digno, enfim, tão humano como o presidente. São-lhe devidos o mesmo respeito e a mesma honra que ao presidente, porque a essência de ambos é igual. E esta teoria é que é a realidade, mesmo que na prática a deturpemos. E mesmo que o façamos não conseguimos mudar a verdade da teoria, que é como uma estátua que será sempre de belo alabastro branco mesmo que a cubramos de lama.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;«Teoria» vem do grego «Théos» (Deus). Será por acaso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-9185642895853577235?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/9185642895853577235/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=9185642895853577235' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/9185642895853577235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/9185642895853577235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/05/teoria-e-realidade.html' title='A teoria é a realidade'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5081146670836646630</id><published>2009-05-14T18:39:00.000+01:00</published><updated>2009-05-14T18:43:18.804+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artes plásticas'/><title type='text'>Pelicano</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SgxX47_OG_I/AAAAAAAAAVQ/E1Ft2RSs-q8/s1600-h/Pelicano.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335736294214343666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 329px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SgxX47_OG_I/AAAAAAAAAVQ/E1Ft2RSs-q8/s400/Pelicano.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5081146670836646630?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5081146670836646630/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5081146670836646630' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5081146670836646630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5081146670836646630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/05/pelicano.html' title='Pelicano'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SgxX47_OG_I/AAAAAAAAAVQ/E1Ft2RSs-q8/s72-c/Pelicano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-8514729169952723637</id><published>2009-05-11T12:55:00.000+01:00</published><updated>2009-05-11T17:51:08.430+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artes plásticas'/><title type='text'>Aquilo que não desenhaste</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SggTKrvbJPI/AAAAAAAAAU4/n0xWBE9KE-M/s1600-h/Torre+da+universidade.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334534832881607922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SggTKrvbJPI/AAAAAAAAAU4/n0xWBE9KE-M/s400/Torre+da+universidade.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Torre da universidade de Coimbra vista do Seminário&lt;br /&gt;por Orlando Guerra Henriques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O monsenhor Nunes Pereira, reconhecido artista e padre da diocese de Coimbra, disse:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;«AQUILO QUE NÃO DESENHASTE NÃO CREIAS QUE O VISTE BEM.»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Desenho da mesma torre feito de cor:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SggTzc7a8GI/AAAAAAAAAVA/qxImk5fGBW4/s1600-h/3BE8A4A0.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334535533280030818" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 93px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SggTzc7a8GI/AAAAAAAAAVA/qxImk5fGBW4/s320/3BE8A4A0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-8514729169952723637?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/8514729169952723637/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=8514729169952723637' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/8514729169952723637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/8514729169952723637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/05/aquilo-que-nao-desenhaste.html' title='Aquilo que não desenhaste'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SggTKrvbJPI/AAAAAAAAAU4/n0xWBE9KE-M/s72-c/Torre+da+universidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-6376288807461589304</id><published>2009-05-06T10:49:00.000+01:00</published><updated>2009-05-06T10:52:07.119+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artes plásticas'/><title type='text'>Catalogação</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SgFdLxbTluI/AAAAAAAAAUo/S8v0uF_GTHE/s1600-h/Cataloga%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332645890611189474" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 302px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SgFdLxbTluI/AAAAAAAAAUo/S8v0uF_GTHE/s400/Cataloga%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-6376288807461589304?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/6376288807461589304/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=6376288807461589304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6376288807461589304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6376288807461589304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/05/catalogacao.html' title='Catalogação'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SgFdLxbTluI/AAAAAAAAAUo/S8v0uF_GTHE/s72-c/Cataloga%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-3639794268503153765</id><published>2009-04-28T18:17:00.000+01:00</published><updated>2009-05-06T22:50:12.036+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dissertação de mestrado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>O matrimónio a partir da criação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os textos bíblicos não falam da sacramentalidade do matrimónio tal como a entendemos hoje, até porque a palavra «sacramento» entendida como conceito técnico só apareceu com a Escolástica. No entanto, tal sacramentalidade está implícita na Bíblia. Estes textos contêm elementos que iluminam e servem de base à reflexão sobre a sacramentalidade do matrimónio. É deveras interessante e significativo que Sagrada Escritura esteja marcada pelo mistério (&lt;em&gt;mystérion&lt;/em&gt;) do matrimónio desde a sua abertura, com os relatos da criação do primeiro casal, no Génesis, até ao seu encerramento, com as bodas do Cordeiro, no Apocalipse. Isto é tanto mais significativo se pensarmos que no Génesis o primeiro relato da criação trata (embora entre outros temas) da instituição do matrimónio (quando Deus criou o ser humano sexualmente diferenciado e, portanto, apto para a reprodução, e com o mandamento explícito «crescei e multiplicai-vos», Génesis 1, 27-28); e o segundo relato trata do sentido que Deus quis dar ao matrimónio: a Nova Aliança, concluída pelo Sangue de Cristo, o Cordeiro de Deus. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;O Antigo Testamento&lt;/strong&gt; tem o mérito de secularizar o matrimónio, desligando-o dos mitos das religiões cósmicas. Nos antigos cultos da fertilidade, que dominavam Canaã, onde Israel se estabeleceu, a sexualidade e a procriação eram vistas como algo misterioso e divino e as relações entre as divindades, masculinas e femininas, como o protótipo do que acontecia na terra. Os adoradores de tais divindades procuravam assegurar a fertilidade dos seus campos, dos seus gados e das suas esposas através de sacrifícios diversos, inclusive a prostituição sagrada. Muitas vezes Israel se sentiu seduzido a fugir do seu Deus para os cultos da fertilidade, mas o Antigo Testamento, para além de condenar constantemente essa fuga para a idolatria, tira o matrimónio da esfera puramente religiosa apresentando-o, antes de mais, como realidade da criação, da esfera humana e terrena. Isto sem, no entanto, o esvaziar da sua dimensão religiosa, uma vez que é apresentado sob duas realidades que são profundamente religiosas e que, portanto, o unem profundamente a Deus: a criação e a aliança. Na verdade, é apresentado em Génesis 1, 27-28 como obra de Deus no momento da criação, estando, por isso, sujeito às mesmas leis divinas que regem toda a obra das mãos de Deus; e a aliança de Deus com o Seu povo é constantemente comparada a um casamento, aliás cheio de infidelidades de um povo que cai constantemente no “adultério” da idolatria, mas marcado sobretudo pela mais rigorosa fidelidade do Esposo ciumento que é Yahweh. A extraordinária riqueza antropológica do matrimónio e as suas implicações na vida das pessoas (amor, intimidade, fidelidade, infidelidade, …) são imagens expressivas de que os autores sagrados se serviram para conseguirem dizer de forma eficaz (pelo menos tanto quanto é possível falar eficazmente de realidades divinas com a pobre linguagem humana) a aliança de amor que Deus para com o Seu povo. &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O matrimónio visto a partir da criação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Há, nos primeiros capítulos do Génesis, duas passagens que falam muito directamente do matrimónio: Génesis 1, 26-28 e Génesis 2, 18-24. Destas passagens destacam-se, entre outras, as frases «Criou-os varão e mulher (1, 27)» e «O homem deixará o seu pai e a sua mãe para se unir à sua mulher e serão os dois uma só carne (2, 24)». O livro do Génesis usa uma linguagem mítica e simbólica, apresentando Deus de uma maneira por vezes muito antropomórfica, mas nem por isso deixa de expressar muito claramente as verdades da fé do povo de Israel acerca da obra da criação, tanto no que diz respeito à soberania de Deus como à dignidade do Homem&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;. Para o povo hebreu, o real era o existencial e tinha sempre a suas origens num acontecimento primordial ou era, pelo menos, remontado aos primórdios.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Assim, estas passagens expõem a instituição do matrimónio e, ao mesmo tempo, a descrição da sua natureza e fim. Mais tarde, perante as deturpações do divórcio, Jesus dirá que «no princípio não era assim» (Mateus 19, 3-9). O «princípio» de que fala Jesus refere-se à essência do próprio matrimónio, refere-se ao matrimónio como Deus o quer, segundo o Seu plano. Vejamos estas passagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.»&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Génesis 1, 26-28&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliar semelhante a ele. Havendo, pois, o SENHOR Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, trouxe-os a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome. E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo; mas para o homem não se achava uma auxiliar semelhante. Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e para se unir à sua mulher, e serão ambos uma carne.»&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Génesis 2, 18-24&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Génesis 1, 26-28&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; pertence ao relato sacerdotal e, em relação ao matrimónio, ensina-nos os seguintes pontos&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) A palavra Adam (v. 26 e 27) designa, em hebraico, não o homem varão mas O ser humano, tanto varão como mulher. E assim se compreende que o versículo 27 fale primeiro em Adam («Deus criou o ser humano à Sua imagem») e depois, dentro do Adam, distinga o homem varão e a mulher («Ele os criou homem (ich) e mulher (ichah)»). Portanto, o Génesis, longe de se tratar de um texto “machista”, como tem sido superficialmente classificado, antes insiste, nestes versículos do relato sacerdotal, na igualdade fundamental dos cônjuges (como já encontrámos no versículo 23 do capítulo 2, pertencente à tradição javista), ao referir a sua igual proveniência de um mesmo acto criador de Deus («… à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou», v. 27), sem mencionar sequer qualquer distância cronológica, como acontece no relato javista. Também é partilhado por ambos, uma vez que é dado a ambos, indistintamente, o domínio sobre a criação: «Deus abençoou-os e disse-lhes: Crescei e multiplicai-vos, e enchei e dominai a terra; e dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo o animal que se move sobre a terra», v. 28.&lt;br /&gt;b) A sexualidade é parte integrante do ser humano, porque foi criado sexuado («homem e mulher os criou», v. 27), pelo que a sexualidade, intrínseca ao ser humano, participa do valor e da dignidade próprias do ser humano.&lt;br /&gt;c) Deus funda e abençoa o matrimónio: «homem e mulher os criou … abençoou-os e disse-lhes: Crescei e multiplicai-vos (v. 27 e 28)». Estão ao serviço da fecundidade, fecundidade essa que é bênção de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Génesis 2, 18-24&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, relato da tradição javista, é o mais antigo e sublinha, no que diz respeito ao matrimónio, os seguintes aspectos&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) A necessidade da relação interpessoal: «Não é bom que o homem esteja só» (v. 18). Os animais não são para ele uma companhia verdadeiramente complementar, que satisfaça de facto a sua necessidade de relação interpessoal (v.20). É necessário alguém «semelhante a ele», isto é, alguém que, sendo ao mesmo tempo igual e distinto, possa ser interlocutor de um diálogo.&lt;br /&gt;b) A igualdade fundamental entre os dois sexos: «osso dos meus ossos e carne da minha carne» (v. 23). Há quem interprete ambiguamente esta passagem, concluindo exactamente o contrário: a inferioridade da mulher em relação ao homem, uma vez que esta foi tirada do homem. Porém, este versículo não deixa dúvidas de que a criação da mulher a partir da costela do homem expressa mais unidade e igualdade do que superioridade, porque significa serem feitos da mesma matéria, serem da mesma raça. Não só biologicamente, mas globalmente. Trata-se de uma unidade que, precisamente por ser unidade, gera paz, à semelhança do que acontecia nos clãs familiares, em que todos são unidos e solidários por serem da mesma carne. O Génesis não só não estabelece a desigualdade como, pelo contrário, proclama que só a mulher é igual ao homem&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;.&lt;br /&gt;c) Há uma poderosa e misteriosa atracção em ordem à complementaridade: «Da costela que retirara do homem, Yahweh Deus fez a mulher…» (v. 22); «…osso dos meus ossos…» (v. 23).&lt;br /&gt;d) O encontro amoroso entre o homem e a mulher busca a união total e íntima, inclusivamente física e genital: «… e os dois serão uma só carne» (v. 24).&lt;br /&gt;e) Dada esta forte união e a apresentação de um casal monogâmico como modelo, o texto exclui quer a poligamia quer o divórcio: «… os dois…»; «…uma só carne». Trata-se de um texto revolucionário e talvez mesmo polémico, uma vez que a poligamia estava socialmente instalada, inclusive e sobretudo, nas mais altas esferas sociais quer em Israel quer no oriente em geral, sendo mesmo considerado o elevado número de mulheres sinal de riqueza e, por isso, da bênção de Deus&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;. Julgo também ser de relevo o facto de este casal, protótipo de todos os casais, ser heterossexual. Apesar de, creio eu, ser pouco provável a desaprovação da homossexualidade estar na mira das intenções do autor sagrado, ela está aqui bem declarada, pois o relato marca tão veementemente a heterossexualidade que nem sequer deixa espaço a outra modalidade de união conjugal: «uma auxiliar» (v. 18); «chamar-se-á mulher» (v. 23); «para se unir á sua mulher» (v. 24).&lt;br /&gt;f) A atracção sexual e o amor conjugal são obra de Deus: «… vou dar-lhe uma auxiliar…» (v. 18); «… fez a mulher e conduziu-a até ao homem…» (v. 22); «…deixará o pai e a mãe para se unir á sua mulher; e os dois serão uma só carne» (v. 24).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos os relatos, o javista e o sacerdotal, deixam bem claro que a instituição do matrimónio não é humana, mas divina. De facto, ele depende da vontade livre dos que se vão casar, mas é o cumprimento de um plano de Deus. E, portanto, a sua configuração (heterossexual, monogâmico, indissolúvel, …) não procede nem está sujeita ao livre arbítrio humano; é uma instituição inscrita na própria natureza por um Deus que dotou o casal humano para esta vocação.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn9" name="_ftnref9"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; A propósito do matrimónio como instituição divina nestes relatos, diz-nos Schillebeeckx:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«&lt;em&gt;O que a criação divina chamava à existência era santificado pelo facto da própria criação e sujeito às leis santas de Deus. Não eram os ritos sagrados que cercavam o matrimónio que o tornavam santo. O grande rito que santificou o matrimónio foi o acto divino da criação&lt;/em&gt;.»&lt;br /&gt;«&lt;em&gt;Na forma da historiografia do Antigo Testamento sempre houve uma forte tendência de deslocar uma visão fundamental da fé israelítica – ou uma instituição considerada como importante por Israel – para o começo ou para algum ponto crítico central da história israelítica da salvação&lt;/em&gt;.»&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn10" name="_ftnref10"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Para além de fazerem remontar às origens instituições ou maneiras de ver consideradas fundamentais, os escritores sagrados tinham também o hábito de apresentar como intervenção directa de Deus, de modo a que se percebesse claramente mão de Deus nas realidades terrestres. Assim, a instituição do matrimónio é apresentada como obra do próprio Deus: foi Ele próprio que deu a mulher ao homem. Portanto, contrair matrimónio é uma acção boa, justa e santa.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn11" name="_ftnref11"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Contra as correntes que possam ainda existir (e sempre existem ou reaparecem), tanto dentro como fora da Igreja, opostas ao matrimónio e à sexualidade, convém fazer uma breve referência à clássica distinção entre o antes e o depois da queda original (Génesis 2, 25 – 3, 1-24). É certo, bem o sabemos hoje, que nem a chamada «queda original» é um acontecimento histórico nem os estados de antes e depois da queda correspondem a etapas cronológicas. Porém, o “tempo” da chamada «inocência original», apresentado como cronológico no livro do Génesis até ao versículo 25 do segundo capítulo, corresponde à vocação original do Homem, criado por Deus para a vida, e não para a morte, para a felicidade e o louvor a Deus, e não para o pecado e corrupção. Mesmo sem nunca ter acontecido historicamente, este relato ensina-nos qual é a verdadeira essência do Homem, aquilo para que Deus o criou, aquilo que ele está chamado a ser, mesmo que no tempo presente a sua criação à imagem e semelhança de Deus seja ofuscada pela contingência, quer física quer moral. É a sua natureza, o seu dever-ser. E isto que o relato diz em relação ao Homem di-lo igualmente em relação ao matrimónio, ao qual dedica um tratamento tão especial nas passagens que vimos. A essência do matrimónio, o seu dever-ser, é aquilo que está nos capítulos 1 e 2 do Génesis. E contra as doutrinas que desprezam o matrimónio e a sexualidade é preciso lembrar que uma e outra realidade são colocadas pela Sagrada Escritura nesse período de inocência original e não só sob a bênção como, inclusivamente, sob o preceito divinos. É, portanto, erradíssimo inserir a sexualidade na esfera do pecado e ter o matrimónio como um mal, quer seja entendido como mal necessário quer como mal em si. O facto de o relato situar a descoberta da nudez («conheceram que estavam nus» 3, 7) e a geração de filhos («Adão conheceu Eva, sua mulher, e ela concebeu e deu à luz», 4, 1) após a queda não significa nem uma classificação negativa do matrimónio e da sexualidade, nem a sua instituição “após” a queda e nem, muito menos, que sejam uma consequência da queda: as perícopas 1, 27-28 e 2, 18-24 deixam bem claro que o matrimónio, a sexualidade e a geração da prole são anteriores, em essência mais do que em tempo cronológico, ao pecado. Tudo aquilo que é desarmonia no matrimónio, isso sim, é “posterior” à queda e, portanto, consequência do pecado: as acusações dentro casal, que ocupam o lugar do amor (3, 12); o estabelecimento da desigualdade através do domínio do homem sobre a mulher (3, 16). Antes da queda, a mulher tem um papel nobre: ser auxiliar do homem (2, 18). Este ser auxiliar distingue-se claramente do servilismo a que a mulher foi muitas vezes reduzida nas concretizações históricas do matrimónio. A declaração divina de 2, 18, longe de justificar quem faz da mulher um electrodoméstico ou um objecto de simples satisfação sexual, atribui-lhe um papel que, como disse, é nobre porque abrange a totalidade antropológica da vida de ambos. Além disso, o servilismo é apresentado pelo Génesis não aqui, o que faria dele algo essencial no matrimónio, mas “depois” da queda, em 3, 16, o que faz dele uma deturpação&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn12" name="_ftnref12"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;. O domínio machista e a desigualdade por ele instaurada destroem algo de essencial no matrimónio: a unidade do casal. Mas uma unidade que é comunhão de pessoas. E falar de pessoas significa falar de igualdade fundamental, ainda que sejam forçosamente diferentes quanto ao sexo. Porque só entre pessoas é possível o diálogo e, portanto, a comunhão. E, neste caso, trata-se de uma comunhão tão forte que «serão dois uma só carne». Esta unidade fora estabelecida por Deus “antes” da queda em ordem ao amor e ao auxílio mútuo. A unidade é, portanto, garantia do bem dos cônjuges que é, a par com a procriação e educação da prole&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn13" name="_ftnref13"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[13]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;, a finalidade do matrimónio. Ora, algo tão essencial como a própria finalidade do matrimónio é posto em causa pelo pecado. Assim, o pecado, longe de ser a origem do matrimónio, é semente da sua destruição, na medida em que é elemento desagregador.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn14" name="_ftnref14"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[14]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As deturpações do matrimónio apresentadas no relato da queda são uma crítica aos cultos pagãos da fecundidade, tentação constante para o povo de Israel. Em tais cultos a mulher assumia um papel central, cumprindo promessas nos templos como prostituta sagrada. E isso acontecia não só com o conhecimento como com a permissão do marido. É o que nos é confirmado em Jeremias 44, 19: «quando nós queimávamos incenso à rainha dos céus, e lhe oferecíamos libações, acaso lhe fizemos bolos, para a adorar, e oferecemos-lhe libações sem nossos maridos?». No Génesis, a serpente, que era símbolo de tais cultos, é o animal escolhido pelo autor sagrado para encarnar a tentação da infidelidade a Deus, pecado que começa por ser consumado pela mulher com o conhecimento e a permissão do marido. E é com o pecado o homem passa a ser o tirano da mulher; e a mulher deixa de ser o auxílio do marido para passar a ser uma tentação.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn15" name="_ftnref15"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[15]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mas não é só no Génesis que encontramos esta visão do matrimónio a partir da criação, preservado das corrupções “posteriores” à queda. Apesar da ideia que possamos ter de um Antigo Testamento absolutamente favorável poligamia e ao divórcio, há passagens que nos surpreendem em sentido contrário. É verdade que não podemos esquecer que o divórcio está consagrado na Lei de Moisés, em Deuteronómio 24, 1-4, e que esta lei marca de maneira profunda todo o Antigo Testamento e a prática do povo de Israel:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«&lt;em&gt;Quando um homem tomar uma mulher e a desposar, se depois ela lhe deixar de agradar, por ter descoberto nela algo de vergonhoso, far-lhe-á uma carta de repúdio, e entregar-lha-á em mão, e despedi-la-á da sua casa. Se ela, saindo da casa dele, se for casar com outro homem, e este também a desprezar, e lhe fizer carta de repúdio, e lha der na sua mão, e a despedir da sua casa, ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer, então o seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a tomá-la, para que seja sua mulher, depois que foi contaminada; pois é abominação perante o SENHOR; assim não farás pecar a terra que o SENHOR teu Deus te dá por herança&lt;/em&gt;.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é com alegria que encontramos em Tobite 4, 5-9 uma oração na noite de núpcias que exalta os valores da unidade e indissolubilidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«&lt;em&gt;Então Tobias encorajou a jovem com estas palavras: Levanta-te, Sara, e roguemos a Deus, hoje, amanhã e depois de amanhã. Estaremos unidos a Deus durante essas três noites. Depois da terceira noite consumaremos nossa união; porque somos filhos dos santos (patriarcas), e não nos devemos casar como os pagãos que não conhecem a Deus. Levantaram-se, pois, ambos, e oraram juntos fervorosamente para que lhes fosse conservada a vida. Tobias disse: Senhor Deus de nossos pais, bendigam-vos os céus, a terra, o mar, as fontes e os rios, com todas as criaturas que neles existem. Vós fizestes Adão do lodo da terra, e destes-lhe Eva por companheira. Ora, vós sabeis, ó Senhor, que não é para satisfazer a minha paixão que recebo a minha prima como esposa, mas unicamente com o desejo de suscitar uma posteridade, pela qual o vosso nome seja eternamente bendito. E Sara acrescentou: Tende piedade de nós, Senhor; tende piedade de nós, e fazei que cheguemos juntos a uma ditosa velhice!&lt;/em&gt;»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notemos a clara consciência do matrimónio como uma coisa santa: «roguemos a Deus […]. Estaremos unidos a Deus durante essas três noites» (v. 4); «somos filhos dos santos, e não nos devemos casar como os pagãos que não conhecem a Deus» (v. 5); «não é para satisfazer a minha paixão […], mas unicamente com o desejo de suscitar uma posteridade, pela qual o vosso nome seja eternamente bendito» (v. 9). E a consciência igualmente clara, baseada nos relatos do Génesis, de que foi instituído por Deus: «Vós fizestes Adão do lodo da terra, e destes-lhe Eva por companheira» (v. 8). Notemos ainda que se trata de um matrimónio pautado pela indissolubilidade, sem quaisquer projectos de divórcio à vista: «fazei que cheguemos juntos a uma ditosa velhice» (v.10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a revelação mais veemente contra o divórcio vem do profeta Malaquias. Desafiando ao costumes e a ordem estabelecida (que é, na verdade, uma desordem estabelecida!), como é próprio dos profetas sempre que esses costumes e essa (des)ordem são contra Deus e contra a vida humana, Malaquias 2, 13-16 afirma sem pudor: o Senhor odeia o divórcio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«Ainda fazeis isto outra vez, cobrindo o altar do SENHOR de lágrimas, com choro e com gemidos; de sorte que ele não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão. E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, e a mulher da tua aliança. E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade. Porque o SENHOR, o Deus de Israel diz que odeia o repúdio, e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais&lt;/em&gt;.»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ao longo da história da humanidade, o matrimónio sofreu muitas deformações: poligamia, divórcio, adultério, violência doméstica, … Mas o livro do Génesis, embora reconheça essa dura realidade, retratando-a no relato da queda e suas consequências, não deixa de proclamar a essência fundamental do matrimónio, as características que ele deve ter para ser conforme Deus o deseja e, portanto, conforme a sua essência, para ser matrimónio de forma mais autêntica. Mas a concretização na vida real desse matrimónio ideal parece difícil e mesmo irrealizável no simples plano de uma criação corrompida; torna-se necessária uma re-criação, um começo inteiramente novo. E é isso que Cristo. Portanto, é essa qualidade de matrimónio que são chamados a viver os que se casam em Cristo. Eles, que têm a força redentora de Cristo, podem viver o matrimónio original.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftn16" name="_ftnref16"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[16]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;_________________&lt;br /&gt;NOTAS:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Cf.: SCHILLEBEECKX, Edward, &lt;em&gt;O Matrimônio, Realidade terrestre e mistério de salvação&lt;/em&gt;, Vozes, Petrópolis 1969, páginas 38 e 39; CUÉLLAR, Miguel Ponce, &lt;em&gt;Tratado sobre los sacramentos&lt;/em&gt;, Edicep, Valencia 2005, página 385.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Cf.: CUÉLLAR, o. c., páginas 390 a 393.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Cf.: FLÓREZ, Gonzalo, &lt;em&gt;Matrimonio y Familia&lt;/em&gt;, BAC, Madrid 1995, página 88.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Cf.: SCHILLEBEECKX, o. c., páginas 40 e 47&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; Cf.: CUÉLLAR, o. c., página 391.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; Cf.: CUÉLLAR, o. c., páginas 390 e 391.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; Cf.: SCHILLEBEECKX, o. c., página 42.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; Cf.: SCHILLEBEECKX, o. c., página 49.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;[9]&lt;/a&gt; Cf.: CUÉLLAR, o. c., página 392.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref10" name="_ftn10"&gt;[10]&lt;/a&gt; SCHILLEBEECKX, o. c., página 40.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref11" name="_ftn11"&gt;[11]&lt;/a&gt; Cf.: SCHILLEBEECKX, o. c., página 41.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref12" name="_ftn12"&gt;[12]&lt;/a&gt; Cf.: SCHILLEBEECKX, o. c., página 43.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref13" name="_ftn13"&gt;[13]&lt;/a&gt; Doutrina confirmada no Direito: cânone 1055.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref14" name="_ftn14"&gt;[14]&lt;/a&gt; Cf.: CUÉLLAR, o. c., páginas 392 e 393.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref15" name="_ftn15"&gt;[15]&lt;/a&gt; Cf.: SCHILLEBEECKX, o. c., páginas 45 e 46.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=623125917434228796#_ftnref16" name="_ftn16"&gt;[16]&lt;/a&gt; Cf.: SCHILLEBEECKX, o. c., página 49. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-3639794268503153765?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/3639794268503153765/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=3639794268503153765' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3639794268503153765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3639794268503153765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/04/o-matrimonio-na-sagrada-escritura.html' title='O matrimónio a partir da criação'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-489513113436973081</id><published>2009-04-27T22:50:00.000+01:00</published><updated>2009-04-27T23:57:24.527+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Irrupções do insólito no quotidiano</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SfY4OyrunzI/AAAAAAAAAUY/b3n3TDZXzWI/s1600-h/QueBemSeEst%25C3%25A1NoCampo.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329509035814068018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 235px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SfY4OyrunzI/AAAAAAAAAUY/b3n3TDZXzWI/s400/QueBemSeEst%25C3%25A1NoCampo.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-489513113436973081?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/489513113436973081/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=489513113436973081' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/489513113436973081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/489513113436973081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/04/irrupcoes-do-insolito-no-quotidiano.html' title='Irrupções do insólito no quotidiano'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SfY4OyrunzI/AAAAAAAAAUY/b3n3TDZXzWI/s72-c/QueBemSeEst%25C3%25A1NoCampo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-7203605789429429977</id><published>2009-04-13T20:55:00.000+01:00</published><updated>2009-04-27T23:50:45.126+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><title type='text'>Ó vós todos (instrumental)</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-179978ff72f0b388" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v22.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D179978ff72f0b388%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330449205%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D37F363515BA09BE328C08403EFD5F05FB914DD54.2B41310A2B66FB07AFC9DC54431D44B231C23138%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D179978ff72f0b388%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D1_xH5xsgui2YcoImfIbgy4ZQBq8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v22.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D179978ff72f0b388%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330449205%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D37F363515BA09BE328C08403EFD5F05FB914DD54.2B41310A2B66FB07AFC9DC54431D44B231C23138%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D179978ff72f0b388%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D1_xH5xsgui2YcoImfIbgy4ZQBq8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ó VÓS TODOS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cântico litúrgico para a Semana Santa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Música: Orlando Guerra Henriques.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Aqui numa versão instrumental, tocada num harmónio do Seminário Maior de Coimbra.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-7203605789429429977?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=179978ff72f0b388&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/7203605789429429977/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=7203605789429429977' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/7203605789429429977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/7203605789429429977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/04/o-vos-todos-instrumental.html' title='Ó vós todos (instrumental)'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-9050955411599238039</id><published>2009-04-10T16:25:00.000+01:00</published><updated>2009-05-06T22:48:25.700+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Oração</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Jesus, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tu, que és de condição divina, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;não Te valeste da Tua igualdade com Deus, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;mas humilhaste-Te a Ti próprio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Assumindo a condição de servo, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;tornaste-Te semelhante aos homens. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aparecendo como homem, humilhaste-Te ainda mais, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;obedecendo até à morte, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;e morte de cruz. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Por isso Deus Te exaltou &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;e Te deu um nome que está acima de todos os nomes, &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;para que ao Teu nome todos se ajoelhem &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;no céu, na terra e nos abismos, &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;e toda a língua proclame que Tu és o Senhor &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;para glória de Deus Pai. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Ámen.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;(Cf. Carta aos Filipenses)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-9050955411599238039?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/9050955411599238039/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=9050955411599238039' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/9050955411599238039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/9050955411599238039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/04/oracao.html' title='Oração'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-2197500271570076013</id><published>2009-04-01T11:04:00.000+01:00</published><updated>2009-04-02T11:55:27.897+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Nos dentes da minha forquilha</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um homem, que por acaso já morreu,&lt;br /&gt;Vira-se ao Padre do Colmeal,&lt;br /&gt;Que, coitado, também já morreu,&lt;br /&gt;De rosto muito sério e natural:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Senhor Prior, estamos na Quaresma:&lt;br /&gt;Faremos penitência em tudo!&lt;br /&gt;Mas ficou-me um pedaço de carne&lt;br /&gt;Preso nos dentes desde o Entrudo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, então, venho perguntar-lhe,&lt;br /&gt;Uma vez que o tenho lá,&lt;br /&gt;Se seria, agora, pecado&lt;br /&gt;Se eu o fosse comer já...»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Se lá ficou pelo Entrudo&lt;br /&gt;Acaba o que está começado:&lt;br /&gt;Sossega e vai em paz,&lt;br /&gt;Pois não é nenhum pecado!»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Muito obrigadinho, Senhor Prior!&lt;br /&gt;Estou-lhe muito agradecido!&lt;br /&gt;Nos dentes da minha forquilha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Há um presunto a ser comido!...»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Orlando Guerra Henriques&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-2197500271570076013?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/2197500271570076013/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=2197500271570076013' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/2197500271570076013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/2197500271570076013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/04/nos-dentes-da-minha-forquilha.html' title='Nos dentes da minha forquilha'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5629897656130746794</id><published>2009-03-26T10:41:00.000Z</published><updated>2009-05-06T22:49:49.464+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dissertação de mestrado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Matrimónio, a sacramentalidade de um sacramento diferente</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sempre me pareceu, desde que estudei Sacramentologia, que, cientificamente, este sacramento é curiosíssimo, porque é um sacramento diferente dos outros. É estranho, é surpreendente, é fora do normal, é invulgar… Na verdade, o matrimónio é uma instituição natural, que já existia antes de Cristo e continuou a existir fora do cristianismo, e o que faz com que esta realidade, à partida não cristã, seja um sacramento é o facto de ser realizado por baptizados! É um sacramento que “baralha” um pouco o esquema do hilemorfismo enquanto aplicado aos sacramentos, porque não tem uma matéria palpável (nem água, nem pão, nem vinho, nem óleo, nem sequer um gesto, como a imposição das mãos na ordem), mas apenas o consentimento dos esposos! É também pelo facto de o matrimónio se realizar pelo consentimento dos esposos que esses mesmos esposos são os verdadeiros ministros do sacramento, e não o ministro ordenado, que aqui é apenas um assistente! Estes e outro aspectos fazem do matrimónio cristão um sacramento diferente.&lt;br /&gt;Mas, apesar de tudo isto, o matrimónio é um sacramento, um verdadeiro sacramento, tão sacramento como os restantes do septenário. Sabendo que «sacramento» significa «sinal» (sinal visível de uma realidade invisível: o amor de Deus), o matrimónio é sacramento (= sinal) da Aliança de Deus com os homens, do amor de Cristo pela Sua Igreja (como encontramos no epistolário paulino) e pela humanidade em geral.&lt;br /&gt;É esta dupla faceta (por um lado tão diferente na sua configuração; mas, por outro, verdadeiro sacramento), que foi e continua a ser origem de controvérsias, que me atrai neste tema e me levou a decidir fazer a minha tese sobre «a sacramentalidade de um sacramento diferente».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objectivo da minha dissertação de mestrado é, portanto, estudar como um sacramento, apesar de tão diferente, é, também e plenamente, um verdadeiro sacramento.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5629897656130746794?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5629897656130746794/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5629897656130746794' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5629897656130746794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5629897656130746794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/03/matrimonio-sacramentalidade-de-um.html' title='Matrimónio, a sacramentalidade de um sacramento diferente'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-6681525619302495360</id><published>2009-03-22T17:13:00.000Z</published><updated>2009-03-26T10:39:50.300Z</updated><title type='text'>A cidade de Orlando</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Orlando é uma cidade do estado norte-americano da Florida, sede do Condado de Orange. Não confundir com Orleães (na França, em francês &lt;em&gt;Orléans&lt;/em&gt;) nem com Nova Orleães (também nos E.U.A., estado de Luisiana, em inglês &lt;em&gt;New Orleans&lt;/em&gt;). Com uma população de 213 233 habitantes (estimativa de 2005), Orlando é a sexta maior cidade do Estado. A sua região metropolitana ultrapassa 1,8 milhões de habitantes, sendo a terceira maior. Está localizada na região central do Estado, e possui um clima subtropical. Os pântanos são comuns na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Famosa por suas atracções turísticas, tais como Walt Disney World Resort, Universal Orlando Resort e SeaWorld, Orlando recebe cerca de 60 milhões de turistas por ano, sendo a segunda cidade mais visitada do mundo, o que a leva a comportar uma imensa infra-estrutura de hotéis, carros turísticos e guias para atender a tanta procura. Orlando foi fundada em 1873, e incorporada em 1875.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ser um pólo turístico, Orlando também é um centro financeiro, passando actualmente por uma fase de intenso crescimento, com inúmeros projectos de expansão em andamento. É também considerada por oito anos consecutivos líder em atendimento e pesquisas na área da saúde (Florida Hospital), possui a segunda maior universidade do estado da Florira, (University of Central Florida) e uma equipa na principal liga americana de basquetebol (NBA), a Orlando Magic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;História&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A região onde hoje se localiza a cidade de Orlando, era habitada por uma tribo de nativos americanos conhecida pelo nome de Seminoles. Durante a Primeira Guerra dos Seminoles um soldado chamado Orlando Reeves fora morto em 1836, em suas terras que produziam açúcar, seu corpo enterrado ao lado de uma árvore, com seu nome escrito na mesma. Mais tarde alguns colonos que chegaram à região passaram a atribuir o nome escrito no túmulo ao local que ali eles se estabeleceram, assim Orlando fora como o lugar passou a ser conhecido. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Durante a Segunda Guerra dos Seminoles, em 1838 o Exército da União estabeleceu um acampamento em Fort Gadlin, poucos quilómetros ao sul do actual centro da cidade, mas foi rapidamente abandonado quando a guerra chegou ao fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente durante a Terceira Guerra dos Seminoles, por volta de 1850, é que a região passou a receber uma ocupação considerável e assim permaneceu durante a Guerra Civil Americana. Os primeiros habitantes na sua maioria eram criadores de gado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 1875 até 1895 a cidade passou por uma fase de grande crescimento na produção de frutas cítricas, em especial a laranja. Esta era ficou conhecida como a Era Premiada. Mas no final da Era Premiada a produção passou por grandes problemas devido ao clima gelado que se abateu sobre a região, e muitos dos produtores deixaram a cidade passando a produzir na região mais a sul do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando, por ser a maior cidade continental da Florida, foi usada inúmeras vezes como lugar de acampamento para abrigar soldados desde a Guerra Hispano-Americana até a Segunda Guerra Mundial. Em 1958, e como homenagem ao Coronel Michael N.W. McCoy, foi fundada a Base McCoy, da Força Aérea, onde era o assentamento do exército, em Pine Castle. Como Orlando é próximo da Base da Força Aérea de Patrick, da Estação Kennedy, da Força Aérea, e do Centro Espacial de Kennedy, estabeleceram-se muitas companhias de alta tecnologia na região, criando empregos de nível elevado para os habitantes de Orlando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acontecimento de maior importância económica para a cidade foi, em 1965, a decisão de Walt Disney de construir o Walt Disney World Resort na cidade. A escolha de Orlando para ser a sede do complexo deveu-se ao facto de os furacões terem aí uma incidência menor do que nas cidades do litoral. A obra do complexo terminou em Outubro de 1971, e com ela surgiu um crescimento económico e populacional gigantesco, além de tornar a cidade conhecida no mundo inteiro. Outro acontecimento importante na mesma época, foi a construção do Aeroporto Internacional de Orlando, no lugar da Base McCoy, da Força Aérea, que é um dos mais movimentados aeroportos do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prédio SunTrust Center é o maior de Orlando, construído em 1988, e tem 134 metros; em segundo lugar está o Orange County Courthouse, construído em 1997, com 127 metros. Hoje encontra-se em construção o prédio VUE no Lago Eola, que terá 129,5 metros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Clima&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Orlando possui um clima subtropical quente e húmido com duas estações climáticas bastantes peculiares. Uma delas é bastante quente e chuvosa, e vai de Abril até Outubro; a outra é fria e com pouca chuva, e vai de Novembro até Março. O calor excessivo e a alta humidade devem-se à baixa altitude e relativa proximidade do trópico de Câncer. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Durante a época de elevadas temperaturas e de um Verão bastante húmido, o termómetro está sempre acima dos 22°C, e na hora mais quente do dia chega até os 45°C. Nestes meses, são quase diárias as fortes tempestades pela tarde, fazendo de Orlando a capital mundial dos raios e trovões. Já no inverno a humidade é baixa, assim como as temperaturas, que, em média, não ultrapassa os 20°C, podendo chegar até aos 5°C. Não há registo de precipitação de neve na região.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Fonte: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/"&gt;pt.wikipedia.org&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-6681525619302495360?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/6681525619302495360/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=6681525619302495360' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6681525619302495360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6681525619302495360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/03/cidade-de-orlando.html' title='A cidade de Orlando'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-2596924530126500422</id><published>2009-03-12T17:01:00.000Z</published><updated>2009-05-06T22:49:26.724+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dissertação de mestrado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>À imagem de Deus</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;«Deus criou o ser humano à Sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher». Génesis 1, 27.&lt;br /&gt;É interessantíssima esta associação que o versículo 27 de Génesis 1 faz entre a criação do Homem à Sua imagem e a diferenciação sexual. Na verdade, o Génesis diz que «Deus criou o ser humano à Sua imagem» (e, não contente com afirmar uma só vez, reitera «criou-o à imagem de Deus», o que sublinha a importância da afirmação) e, logo de seguida especifica que «Ele os criou homem e mulher». A conclusão está à vista: este ser humano que se diz (duplamente!) que é criado à imagem de Deus é o ser humano sexuado. Quer isto dizer que a diferenciação sexual faz parte do ser imagem de Deus!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-2596924530126500422?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/2596924530126500422/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=2596924530126500422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/2596924530126500422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/2596924530126500422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/03/imagem-de-deus.html' title='À imagem de Deus'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-2968897845274083519</id><published>2009-03-04T22:33:00.000Z</published><updated>2009-04-27T23:49:28.278+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Irrupções do insólito no quotidiano</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/Sa8Cd2N_u4I/AAAAAAAAARw/ZoikWGPvYMM/s1600-h/P1070178.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309465197486783362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/Sa8Cd2N_u4I/AAAAAAAAARw/ZoikWGPvYMM/s400/P1070178.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não é montagem, isto existe numa casa onde estive há pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-2968897845274083519?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/2968897845274083519/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=2968897845274083519' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/2968897845274083519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/2968897845274083519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/03/no-minimo-estranho.html' title='Irrupções do insólito no quotidiano'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/Sa8Cd2N_u4I/AAAAAAAAARw/ZoikWGPvYMM/s72-c/P1070178.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-3601440755922863465</id><published>2009-01-27T14:58:00.000Z</published><updated>2009-05-06T22:48:59.857+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dissertação de mestrado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>O sinal do matrimónio é a sua própria realidade!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aqui vos deixo um pouco do trabalho que estou a fazer para a minha tese de fim de curso: «Matrimónio, a sacramentalidade de um sacramento diferente».&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A sacramentalidade do matrimónio é o específico do matrimónio cristão, porque é aquilo que o torna sinal e acção da Igreja que faz presente na comunidade cristã a graça de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;À primeira vista parece difícil entender como é que o matrimónio pode ser comparado aos demais sacramentos da Igreja. Os outros sacramentos são oração e culto, expressão clara da fé da comunidade, prendem-se muito mais claramente com a missão da Igreja de regenerar para a vida da graça os novos membros da comunidade e torná-los participantes da comunhão de Cristo.&lt;br /&gt;É que enquanto nos outros sacramentos há uma relação precisa e definida entre um sinal e o seu significado eclesial e a sua graça santificante. E o sinal, de origem profana, assume naturalmente o seu novo e mais elevado significado. Mas no matrimónio o sinal consiste na própria realidade do matrimónio, que passa a significar uma nova realidade de tipo espiritual e eclesial, que é a união entre Cristo e a Sua Igreja.&lt;br /&gt;Nos outros sacramentos o sinal depende de algo sensível que é assumido de forma directa. No matrimónio não se requer nenhum sinal que seja alheio á própria realidade do matrimónio. Uma curiosidade interessante que nos pode ajudar a compreender isto é o exemplo que nos fica das representações iconográficas. É muito fácil representar simbolicamente os outros sacramentos, até porque não só têm os seus respectivos sinais exteriores como esses sinais são mesmo a única forma material de os representar, já que a realidade que simbolizam, o sacramento em si mesmo, em estado puro, não é representável, transcende a nossa capacidade de o fazer. Assim, para significar o baptismo representa-se água; para a eucaristia pão e vinho; para a confirmação o óleo; para a ordem, a imposição das mãos; etc.. Mas como representar o matrimónio? O seu sinal visível é ele próprio, a sua própria realidade, a união indissolúvel dos esposos, de um varão e uma mulher que antes eram estranhos um ao outro mas agora passam a ser uma só carne, estabelecendo uma íntima comunhão de vida e amor em ordem ao seu próprio bem como pessoas humanas e à procriação e edução dos filhos que lhes nascerem (Cf.: Código de Direito Canónico, cânones 1055 e 1056). Ora, isso é irrepresentável. Pelo menos de forma tão corpórea como um pouco de pão ou de óleo santo. Por isso, a arte teve que recorrer a outros sinais para representar graficamente este sacramento. Desde a antiguidade que a união das mãos direitas (dextrarum iuntio) tem sido o motivo clássico para representar o matrimónio (Cf.: GUINTELLA, A. M., III. Iconografia, in voc. MATRIMONIO, do Diccionario Patrístico y de la Antigüedad Cristiana (dir: Angelo di Berardino), volume II, Ediciones Sígueme, Salamanca 1992, páginas 1397 e 1398. No entanto, a união das mãos, apesar de culturalmente ter sido entre os romanos, um rito caracteristicamente matrimonial nunca foi assumido pela Igreja como o sinal performativo que origina o matrimónio. Na verdade, assim como a pequena gota de água que se mistura no vinho que vai ser consagrado não tem importância no que se refere à validade do sacramento da eucaristia, que se celebra perfeitamente apenas (com pão e) com vinho simples, sem gota de água, assim também o matrimónio se celebra e é plenamente válido sem qualquer dextrarum iuntio. Aliás, o contrário disto seria privar do direito a este sacramento os mutilados. É um gesto significativo, mas não essencial. Não é ele a causa do sacramento. O mesmo se diga dos ritos explicativos do baptismo. É pelo banho com água que somos baptizados. A imposição da veste ou o acender da vela são relativos, pertencem ao baptismo mas não é por eles que o baptismo acontece. Do mesmo modo, o matrimónio não acontece pela imposição das mãos, mas sim pelo consentimento. Na verdade, «origina o matrimónio o consentimento entre pessoas hábeis por direito legitimamente manifestado», consentimento esse que «é o acto da vontade pelo qual o varão e a mulher, por pacto irrevogável, se entregam e recebem mutuamente a fim de constituírem o matrimónio» (Código de Direito Canónico, cânone 1057). E aqui está o aspecto curioso do matrimónio nas representações artísticas: enquanto os outros sacramentos são representados pelo sinal concreto que não só os simboliza como de facto os provoca, para o matrimónio foi necessário recorrer a um sinal absolutamente secundário, um sinal que não é performativo para o sacramento que simboliza e pode ser perfeitamente substituído por qualquer outro rito cultural dos lugares onde o Evangelho for inculturado sem afectar a validade do sacramento. Isto porque, como tenho vindo a dizer, este sacramento não tem outro sinal senão ele mesmo! É um sinal imaterial de mais para uma representação gráfica concreta, tanto na sua vertente in fieri como na vertente in facto esse.&lt;br /&gt;Porém isto não significa que deixe de ser sacramento, como se não fosse realmente um sinal com a sua característica principal que é representar visivelmente uma outra realidade de maior valor. Apesar de imaterial, apesar de não ser palpável como o pão, a água ou a imposição das mãos, é, inegavelmente, um sinal bastante visível e nada pobre em significado. Na verdade, como é possível, ao olhar para a realidade da vida concreta, não “ver” a comunhão de vida de um casal com toda a riqueza antropológica que lhe está inerente? O que é que pode ser mais simbólico do que isto. Pois é essa união que é o sinal do sacramento do matrimónio. E de forma performativa, como se exige a um sacramento: não só simbolizando mas provocando eficazmente a graça que significa.&lt;br /&gt;Tudo isto tem ainda mais sentido se pensarmos que, embora os sacramentos se realizem sempre através de sinais sensíveis, esses sinais não são necessariamente objectos materiais, mas podem tratar-se de gestos e palavras; veja-se a imposição das mãos aliada às palavras prescritas para cada caso que formam, em conjunto, o sinal sacramental de mais do que um sacramento: da penitência (imposição das mãos e fórmula de absolvição); da ordem (imposição das mãos e oração de ordenação, ou pelo menos a sua epiclese).&lt;br /&gt;Então, nesse caso, não poderíamos dizer que o matrimónio tem, afinal, um sinal concreto, da mesma natureza que os outros sacramentos? Se mesmo os outros sacramentos nem sempre têm por sinal um objecto concreto, mas esse sinal pode consistir em gestos e palavras, então aqui está o sinal sensível (que julgávamos não existir!) do matrimónio: as palavras pelas quais os esposos expressam o seu consentimento. Mas talvez não seja exactamente assim. Para além de nunca encontramos em nenhum dos outros sacramentos simplesmente as palavras, sem serem acompanhadas pelo gesto, há que ter também em conta que estas palavras, pelas quais se expressa o mútuo consentimento que converte o varão e a mulher em esposo e esposa, não são, mesmo assim, indispensáveis! Na verdade, o que faz o matrimónio é o consentimento, e não as palavras, que são apenas o meio de expressão das palavras. É certo que o meio habitual de expressar o consentimento há-de ser por palavras. Mas tal como não fazemos da dextrarum iuntio o sinal eficaz da graça sacramental, excluindo desta maneira os mutilados, também não excluímos os mudos fazendo da expressão verbal algo indispensável para concretizar o sacramento. Diz-nos o Direito Canónico: «Os nubentes expressem por palavras o consentimento matrimonial; se verdadeiramente não puderem falar, [expressem-no] por sinais equivalentes» (Código de Direito Canónico, cânone 1104, §2).&lt;br /&gt;Sem as palavras da epiclese a ordem é inválida. Mas as palavras do consentimento matrimonial podem ser dispensadas. Deste modo, nada há, nem as palavras do consentimento, que sejam sinal sensível do sacramento do matrimónio. O seu sinal é a própria realidade matrimonial. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-3601440755922863465?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/3601440755922863465/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=3601440755922863465' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3601440755922863465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/3601440755922863465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/01/o-sinal-do-matrimonio-e-sua-propria.html' title='O sinal do matrimónio é a sua própria realidade!'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-6246027028362874227</id><published>2009-01-23T12:22:00.000Z</published><updated>2009-04-01T11:08:17.904+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Dúvidas que nos perseguem</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Como é que os chineses comem mousse de chocolate?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-6246027028362874227?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/6246027028362874227/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=6246027028362874227' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6246027028362874227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/6246027028362874227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/01/dvidas-que-nos-perseguem.html' title='Dúvidas que nos perseguem'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-623125917434228796.post-5589109501182949731</id><published>2009-01-21T23:15:00.000Z</published><updated>2009-01-23T12:19:11.388Z</updated><title type='text'>Ecumenismo e Universidade: “Sair da casca”. Juntos!</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Católicos, Protestantes ou Ortodoxos, nesta semana da Unidade dos Cristãos (pelo menos!) lembramo-nos de que, apesar de teimarmos em brigar, o Senhor fundou a Sua Igreja para a unidade, não para a divisão.&lt;br /&gt;E a Universidade? A Universidade pode, por vezes, tornar-se lugar onde o Homem é minuciosamente estudado a partir de uma perspectiva mas desprezado em vertentes que são tão essenciais. Nós, os cristãos, Católicos ou Protestantes, sabemos que este “bicho” estranho que é o Homem é muito mais que um conjunto de moléculas e fenómenos fisiológicos. Católicos e Protestantes há muitos na Universidade. É preciso é que não fiquem como até aqui, silenciosamente camuflados entre as massas académicas. É preciso que “saiam da casca”, que proclamem que há salvação possível para este barco à deriva. E de preferência que o façam juntos! Chega de mostrar o escândalo da nossa divisão. Mostremos, juntos, Aquele que temos a mostrar. Foi para isso que Ele nos baptizou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;(Texto redigido para o &lt;/em&gt;Troley&lt;em&gt;, jornal da Pastoral Universitária de Coimbra).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/623125917434228796-5589109501182949731?l=arganilando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arganilando.blogspot.com/feeds/5589109501182949731/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=623125917434228796&amp;postID=5589109501182949731' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5589109501182949731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/623125917434228796/posts/default/5589109501182949731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arganilando.blogspot.com/2009/01/ecumenismo-e-universidade-sair-da-casca.html' title='Ecumenismo e Universidade: “Sair da casca”. Juntos!'/><author><name>Orlando Guerra Henriques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10335228616403431955</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_nF-w7_iZIOQ/SiO_MPDveoI/AAAAAAAAAVw/Rp5ftZdb6q8/S220/P1080307.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
